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	<title>Logística &#8211; Atomic Agro &#8211; O Aplicativo que te dá Informações confiáveis de Produtor para Produtor</title>
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	<description>Atomic Agro é muito mais do que um Aplicativo, nele você tem acesso frequente a informações confiáveis de Produtor para Produtor e ainda tem muitas vantagens para Compra e Venda, Conheça!</description>
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		<title>‘Logística de Mato Grosso, maior produtor de grão do Brasil, é vergonhosa’</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/logistica-de-mato-grosso-maior-produtor-de-grao-do-brasil-e-vergonhosa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2020 11:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Produtores rurais de Mato Grosso sofrem há décadas com o descaso provocado pela falta de manutenção em estradas.</p>
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<p>Produtores rurais de Mato Grosso sofrem há décadas com o descaso provocado pela falta de manutenção em estradas. Em 2019, a agropecuária mato-grossense gerou R$ 79,8 bilhões e a atividade representa metade do produto interno bruto do estado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para o comentarista Miguel Daoud, a corrupção é um problema que deixou marcas no estado. “É lamentável a situação das estradas em Mato Grosso. O estado foi alvo de uma tremenda corrupção no passado, com governadores presos. No governo da presidente Dilma Rousseff, chegou-se a inaugurar uma linha férrea que até hoje não existe”, disse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Daoud lembra da cobrança do Fethab, imposto que, em teoria, seria destinado à manutenção das estradas. “É inadmissível essa cobrança. O descaso com o produtor rural é muito grande, e não apenas na questão da infraestrutura”, afirma o comentarista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para Daoud, a região nordeste de Mato Grosso pode ser definida como uma “catástrofe”. “Tem regiões do estado que dependem disso (estradas), porque o produtor rural trouxe o Brasil até aqui com muita garra, colocando em risco sua família, sua gestão e seu dinheiro. Temos que dar ao produtor rural a condição de trabalhar, mas muitos estão endividados e o endividamento vai matar muitos produtores”, finalizou.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/programas/informacao/rural-noticias/logistica-de-mato-grosso-maior-produtor-de-grao-do-brasil-e-vergonhosa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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		<title>Resumo da Semana</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/resumo-da-semana-21/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2020 18:04:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No #ResumoDaSemana, a Atomic Agro te deixa por dentro dos acontecimentos mais importantes dessa semana.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-707" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Resumo-da-Semana-Site.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Resumo-da-Semana-Site.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Resumo-da-Semana-Site-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Resumo-da-Semana-Site-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p><b>No começo da semana</b><span style="font-weight: 300;">, foi observado que, dentro do percentual médio dos últimos 5 anos, o plantio da segunda safra de milho no Brasil atingiu 33% de área. Entretanto, no Sul do país, há um atraso no cultivo do grão que preocupa os produtores da região. No  ano passado, no Paraná, a semeadura estava em 47% nessa época do ano, enquanto em 2020 chegou apenas a 14%.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 300;">A notícia de que o preço da </span><b>soja bateu os R$ 100 no porto de Rio Grande</b><span style="font-weight: 300;"> e quebrou recordes causou alvoroço nesta semana. Segundo a consultoria Safras &amp; Mercado, essa alta no mercado doméstico foi impulsionada não só pela valorização do dólar, que bateu R$ 5,20, mas também por três altas seguidas das cotações na Bolsa de Chicago, todas acima de 1%.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 300;">O Brasil comercializou cerca de </span><b>12 milhões de toneladas de soja</b><span style="font-weight: 300;"> nas últimas semanas, sendo que mais de 60% da safra 2019/2020 foi vendida pelos agricultores, disseram fontes ouvidas pela Agricensus. De acordo com a T&amp;F Consultoria Agroeconômica, as indicações são de que a maior parte da safra pode ser vendida antes dos meses de junho e julho, já que os agricultores aproveitam a baixa recorde da moeda brasileira.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 300;">A </span><b>Argentina</b><span style="font-weight: 300;"> vem tendo um de seus piores inícios de colheita da soja dos últimos anos, sentindo a combinação da pressão de uma quebra na safra em função de adversidades climáticas, aumento das retenciones sobre a soja e agora os efeitos da pandemia do coronavírus. E não só o período é difícil para os produtores, mas para toda a indústria do complexo soja. O país é, afinal, o maior exportador mundial de farelo e óleo e agora vê sua competitividade cair ainda mais diante das limitações logísticas que as medidas de contenção do vírus estão impondo. O governo federal determinou uma quarentena geral até o final de março em todo território argentino para evitar a disseminação ainda mais rápida do coronavírus, ao passo que as processadoras buscam manter suas operações de produção e distribuição dos derivados.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 300;">A Sociedade Rural Brasileira (SRB) enviou uma carta à Presidência da República, ministros e governadores pedindo medidas para que um eventual desabastecimento nas cidades seja evitado durante a pandemia do coronavírus. No documento, a entidade classifica como </span><b>‘imprescindível’ manter a estrutura logística de estradas e ferrovias funcionando</b><span style="font-weight: 300;"> para o livre trânsito de produtos agrícolas e trabalhadores, sob risco de falta de alimentos, combustíveis e medicamentos em tempo recorde.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 300;">Os pesquisadores da Embrapa Soja têm recebido diversos relatos sobre o elevado </span><b>índice de sementes de soja esverdeadas</b><span style="font-weight: 300;"> – superiores a 50% – na safra 2019/2020, em diversas regiões brasileiras. “As sementes com coloração intensa de verde ou mesmo esverdeadas, geralmente apresentam elevados índices de deterioração, que podem levar a redução da germinação, do vigor e da viabilidade de lotes de soja”, alerta o pesquisador José de Barros França Neto.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 300;">O município de Canarana (MT) publicou decreto que </span><b>suspende o escoamento de grãos </b><span style="font-weight: 300;">para fora da cidade, uma medida para conter a </span><b>disseminação do coronavírus</b><span style="font-weight: 300;"> mas que poderia interromper o fluxo de mercadorias e operações de tradings globais que atuam no região. A determinação, de 22 de março, impede a movimentação de grãos por armazéns da cidade mato-grossense, no estado que é o maior produtor brasileiro de soja e milho.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 300;">Embora as perspectivas apontem para uma </span><b>recuperação chinesa</b><span style="font-weight: 300;">, o avanço do vírus no resto do mundo indica grande desaceleração global, com vários países fechando fronteiras e adotando medidas de confinamento para suas populações. De acordo com o grupo, por mais que as commodities agropecuárias tenham uma maior resistência num cenário de mudança na demanda, uma vez que são alimento, os possíveis impactos precisam ser monitorados, tanto no mercado internacional, quando internamente.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 300;">Com os preços do milho em alta no mercado interno, os agricultores aceleraram a </span><b>comercialização da safra 2019/2020</b><span style="font-weight: 300;">. Em Mato Grosso, até a primeira semana de março, 73,4% do cereal esperado na segunda safra no ciclo atual foi comercializado para entrega futura, segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). O ritmo de comercialização está 20,5 e 20,9 pontos percentuais acima do observado na safra anterior e na média dos últimos cinco anos, respectivamente.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 300;">Quer ficar sempre em dia com as notícias do Brasil e do mundo? Confira o site da Atomic Agro: atomicagro.com.br</span></p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://atomicagro.com.br/blog/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Atomic Agro</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Resumo da Semana</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/resumo-da-semana-18/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2020 18:00:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No #ResumoDaSemana, a Atomic Agro te deixa por dentro dos acontecimentos mais importantes dessa semana.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-707" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Resumo-da-Semana-Site.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Resumo-da-Semana-Site.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Resumo-da-Semana-Site-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Resumo-da-Semana-Site-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p><b>No começo da semana</b><span style="font-weight: 300;">, no Rio Grande do Sul, vimos que as primeiras lavouras começam a ser colhidas. As fases são as seguintes: 4% na fase de desenvolvimento vegetativo, 19% em floração, 59% na fase de enchimento de grãos, 16% maduro, e 2% das lavouras foram colhidas. Porém, “o período sem chuvas variou de 15 a 18 dias em determinadas localidades no início de fevereiro, ocasionando inclusive perda de folhas baixeiras e queda de flores e vagens, provocando maiores perdas nessas lavouras. Mas em localidades com chuvas regulares durante o início de fevereiro, as lavouras de soja apresentam bom potencial de produtividade, mesmo com redução da produtividade esperada.”</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 300;">A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) fez um </span><b>leilão de venda de milho</b><span style="font-weight: 300;"> para pequenos criadores de aves, suínos, bovinos, ovinos, caprinos e peixes, além de cooperativas e indústrias de ração. O órgão ofertou 50 mil toneladas do grão. Os preços de abertura para os 10 lotes variaram de R$ 0,55 a R$ 0,56 o quilo, ou R$ 33 a R$ 33,60 por saca de 60 quilos. Esta operação representa a reoferta do milho que seria colocado à venda no leilão que deveria ter ocorrido no último dia 5 deste mês e que foi cancelado por motivos técnicos. As condições em que o produto se encontra, a quantidade a ser ofertada e as exigências para a participação na disputa permanecem as mesmas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 300;">O pessimismo no mercado continua com a rápida disseminação do novo </span><b>coronavírus pelo mundo</b><span style="font-weight: 300;">. Nesta semana, pela primeira vez, o números de novos casos da doença foi o maior fora da China. No mercado de alimentos, as expectativa é saber agora, até quando o vírus continuará oferecendo oportunidades, principalmente para o mercado brasileiro. Para o economista da MB Associados, José Roberto Mendonça de Barros, no curto prazo, o setor irá sentir mais os impactos. “Estamos vendo as cotações oscilando um pouco, muito por conta da piora das condições de logísticas e entregas das mercadorias.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 300;">Os mapas gerados pela Xarvio, marca da Basf focada em agricultura digital, levaram produtores a </span><b>economizarem 61% do herbicida</b><span style="font-weight: 300;"> aplicado no combate a plantas daninhas. Na safra 2019/2020, a tecnologia foi usada em 200 mil hectares de soja, divididos entre Bahia, Goiás e Mato Grosso. De acordo com o gerente de Agricultura Digital da empresa, Fabrisio Resende, a cada ano o número de espécies resistentes aumenta, dificultando o manejo e requerendo um investimento maior por parte dos agricultores. Assim, o objetivo da companhia é auxiliar o produtor na tomada de decisão, para que ele aplique o insumo apenas nos locais necessários.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>A colheita da soja no Paraná atinge agora 54%</b><span style="font-weight: 300;"> da área de 5,46 milhões de hectares, segundo levantamento do departamento de Economia Rural (Deral). O montante representa quase o dobro do recolhido na semana anterior, quando se estava em 22%. Na mesma época do ano passado a colheita atingia um total de 60% das lavouras semeadas. Normalmente nesta época o estado já colhe mais de 50% mesmo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>As exportações brasileiras do complexo soja</b><span style="font-weight: 300;"> somaram 5,946 milhões de toneladas em fevereiro, 4,2% menos que os 6,207 milhões de toneladas de fevereiro de 2019. A receita com essas vendas recuou 5,4%, para US$ 2,094 bilhões, ante US$ 2,213 bilhões do segundo mês do ano passado. Na comparação mensal, o aumento foi de 132,5% em volume e 140,9% em receita. Em janeiro, o Brasil havia exportado 2,557 milhões de toneladas e US$ 869 milhões do complexo soja.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 300;">A consultoria Datagro </span><b>elevou a estimativa da safra de soja 2019/2020</b><span style="font-weight: 300;">. A empresa estima que o Brasil vai produzir 123,6 milhões de toneladas, contra 122,9 milhões de toneladas no mês anterior. Se confirmada, haverá um aumento de 3% na safra na comparação com o ciclo 2018/2019. “E tem potencial de ultrapassar o recorde anterior da safra 2017/2018 de 122,30 milhões de toneladas da oleaginosa”, diz. Já a expectativa de área seguiu em 37 milhões de hectares em todo o país e a produtividade média passou para 3,34 mil quilos por hectare ante 3,31 mil quilos por hectare no mês anterior.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 300;">Após nova reunião entre o ministro da </span><b>Agricultura da Argentina</b><span style="font-weight: 300;">, Luis Basterra, e representantes do setor produtivo, foi comunicado que um acordo foi firmado entre as partes. Como resultado, haverá um novo aumento no imposto (retenciones) sobre a exportação da soja, que passará de 30% para 33%. A medida já era esperada desde o fim da semana passada, quando o governo paralisou temporariamente a autorização de exportação de soja do país. A ideia era evitar que os negociadores corressem ao mercado para tentar adiantar as vendas com o imposto antigo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 300;">A </span><b>Condutividade elétrica</b><span style="font-weight: 300;"> é destinada para a análise de solo dentro da Agricultura de Precisão. Esta tecnologia se tornou uma ferramenta que consegue identificar as características físicas e químicas do solo, que influenciam os padrões de rendimento da colheita. Indica a quantidade de nutrientes presentes no solo gerando um mapa, formando zonas de manejo que dá para conhecer o perfil do solo em até 90cm, mais profunda em comparação com a análise convencional que é de até 40cm. Esse equipamento tira em média 2.000 pontos de dados por hectare, é mais assertiva e indica onde deverá ser feita ou não a correção do solo, evitando gastos excessivos com adubos fertilizantes.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 300;">A Argentina vai aumentar de 30% para 33% o imposto sobre a exportação de soja. A medida já era esperada desde o fim da semana passada, quando o governo paralisou temporariamente a autorização de embarques de soja do país. A ideia era evitar que os negociadores corressem ao mercado para tentar adiantar as vendas com o imposto antigo. De acordo com o jornal Clarín, o ministro da Agricultura da Argentina, Luis Basterra, ofereceu um esquema de compensação para os 42 mil produtores para diminuir o descontentamento do campo. Muitos produtores têm a intenção de realizar uma greve agrícola na próxima semana, segundo as associações do setor. O analista de mercado Vlamir Brandalizze acredita que com isso, </span><b>o Brasil pode conseguir exportar mais</b><span style="font-weight: 300;">. Isso porque já existe no país vizinho um movimento de não vender o produto no primeiro semestre. “A Bolsa de Chicago já sente isso como um fator de redução na oferta”, explica.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 300;">Produtores rurais e a agroindústria de municípios mato-grossenses próximos à BR-174 estão vivendo uma situação desesperadora: em alguns trechos, o trânsito está parado a quase 30 dias. De acordo com o presidente do Sindicato Rural de Juruena (MT), Marcos Antônio Rodrigues, </span><b>os caminhões não conseguem passar por causa dos atoleiros e pela falta de condições das estradas.</b></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>Fonte: <a href="https://atomicagro.com.br/blog/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Atomic Agro</a></p>
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		<title>Novo governo aumenta imposto de exportações agrícolas na Argentina</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/novo-governo-aumenta-imposto-de-exportacoes-agricolas-na-argentina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Dec 2019 11:15:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Exportações]]></category>
		<category><![CDATA[Grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EvoluçãoSafra]]></category>
		<category><![CDATA[Safra 19/20]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dias depois de tomar posse, o novo governo da Argentina adotou uma medida temida pelo agronegócio do país.</p>
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<p>Dias depois de tomar posse, o novo governo da Argentina adotou uma medida temida pelo agronegócio do país. O presidente Alberto Fernández aumentou , as chamadas retenções, e suspendeu o registro de todos os embarques para a próxima segunda-feira (16/12).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Através de um decreto, o governo eliminou a taxa de 4 pesos por dólar exportado que havia estabelecido o ex-presidente Mauricio Macri, em setembro de 2018, e fixou a tarifa de 12% para grãos e oleaginosas. No caso da soja e seus derivados, que já tinham uma alíquota de 18%, com a nova medida a retenção passa a ser de de 30%. As carnes, farinha de trigo e outros alimentos foram taxadas com 9%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As mudanças que foram publicadas no Boletim Oficial deste sábado (14/12), inicialmente, geraram um desencontro de informações, principalmente por conta da alíquota de 9% que constava do decreto. Houve diferentes interpretações de como ficariam as retenções, principalmente por parte de lideranças do setor. Questionados pela imprensa, assessores do governo tentaram esclarecer, informando que as retenções para cada produto já constavam dos anexos do decreto editado ainda no governo anterior e não no texto atual.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Espera-se uma nota oficial do governo com mais detalhes. Mesmo assim, as medidas provocaram forte reação dos produtores rurais, que já esperavam por aumentos, mas mediante diálogo e aviso prévio. As instituições representativas do setor reunidas na Comissão da Mesa de Enlace, que inclui pequenos, médios e grandes produtores, já começaram a convocar assembleias para debater as medidas. Elas estimam um impacto negativo de US$ 1,8 bilhão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O campo é o setor mais dinâmico da economia e o que maior capacidade tem para gerar divisas, trabalho em todo o território nacional”, disse uma nota da Sociedade Rural da Argentina (SRA). Na nota, os produtores explicam que as medidas serão um desincentivo à produção porque muitos já estavam apertados com os custos do transporte das longas distancias do porto e as zonas de mais difícil acesso, com crescente impacto da estiagem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Argentina necessita dos produtores para sair da profunda crise econômica e social na qual se encontra e o pedido de ajuste e contribuição recai novamente sobre a renda dos setores produtivos, o campo sempre é o primeiro”, reclamou a nota.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O governo argumentou no decreto que &#8220;a grave situação pela qual atravessam as finanças públicas, resulta necessária a adoção de medidas de caráter fiscal que permitam atender, pelo menos parcialmente, os desembolsos orçamentários com recursos genuínos”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em um segundo decreto, o ministro de Agricultura Luis Bastera suspendeu o registro de novas exportações na próxima segunda (16/12). “O governo nacional adotou a decisão de proceder a modificar alguns dos direitos de exportação, portanto, a necessidade de preservar a transparência do mercado, enquanto se procede com a adoção da medida, torna recomendável a suspensão temporária do Registro de Declarações Juramentadas de Venda ao Exterior (DJVE)”, argumentou Bastera.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Este decreto acendeu os sinais de alerta nos produtores que suspeitam que neste fim de semana, o governo poderia adotar novas medidas para o setor. O empresário do Grupo Los Grobo, Gustavo Grobocopatel, afirmou recentemente à <strong>Revista Globo Rural</strong>, que o esquema de retenções tinha que ser diferenciado porque a realidade do país hoje é de crise econômica com inflação e dólar elevadíssimos, o que coloca pequenos, médios e até grandes produtores em situação delicada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Um produtor do norte não tem condições de pagar retenções elevadas”, disse Grobocopatel que esperava um diálogo com o governo antes de tomar este tipo de medida.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1190" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-01.png" alt="" width="750" height="201" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-01.png 750w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-01-300x80.png 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-01-350x94.png 350w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://revistagloborural.globo.com/Noticias/Economia/noticia/2019/12/novo-governo-aumenta-imposto-de-exportacoes-agricolas-na-argentina.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Globo Rural</a></p>
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		<title>Fim do incentivo às exportações do agro pode causar queda de 34% na produção de soja</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/fim-do-incentivo-as-exportacoes-do-agro-pode-causar-queda-de-34-na-producao-de-soja/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Nov 2019 12:41:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Atomic Agro]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Comercialização]]></category>
		<category><![CDATA[Cotações]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Exportações]]></category>
		<category><![CDATA[Importações]]></category>
		<category><![CDATA[Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Milho]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[Safra 19/20]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo da Aprosoja e de entidades parceiras ligadas ao agro, apresentado a deputados e senadores da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), revelou os estragos que podem ser causados na economia do país, caso a PEC seja aprovada no Congresso.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Efeitos da derrubada da Lei Kandir, como prevê a PEC 42 que tramita no Congresso, são tema do Direto ao Ponto</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os impactos que o fim da Lei Kandir podem provocar na economia brasileira, caso seja aprovada a PEC 42/2019, que tramita no Senado, foram o tema do programa Direto ao Ponto deste domingo, 3. Para falar sobre o assunto, foram convidados o deputado Neri Geller (PP-MT) e o diretor-executivo da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), Fabrício Moraes Rosa.</p>
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</div>
</div>
<p>Um estudo da Aprosoja e de entidades parceiras ligadas ao agro, apresentado a deputados e senadores da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), revelou os estragos que podem ser causados na economia do país, caso a PEC seja aprovada no Congresso. A proposta acaba com a isenção de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para exportação de produtos primários ou semielaborados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com Rosa, o fim da Lei Kandir pode provocar uma queda de 34% na produção do grão, que está entre os principais geradores de receita para o país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A pesquisa também compara a produção entre o Brasil e a Argentina. “Enquanto o Brasil adotou uma postura totalmente diferente, fazendo crescer a produção e a competitividade do agronegócio, o nosso vizinho praticamente estagnou. Com isso, a gente conseguiu se beneficiar com o crescimento da demanda internacional de soja em grão”, afirmou Fabrício Rosa.</p>
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<div id="google_ads_iframe_/8804/parceiros/canal_rural/programas_4__container__">O estudo identificou ainda a importância da exportação para a população. “Quando nós exportamos, nós acumulamos reservas cambiais. Essa reserva cambial estabiliza a inflação”, afirmou o diretor-executivo da Aprosoja Brasil.</div>
</div>
</div>
<h3></h3>
<h3><strong>PEC 42</strong></h3>
<p>Neri Geller destacou o empenho de entidades como o Instituto Pensar Agro (IPA) e da FPA para evitar as perdas para o setor. Nesta semana, parlamentares da frente se reuniram com o relator da matéria da PEC 42/2019, senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A boa notícia para os produtores de todo o país é que o senador se comprometeu a retirar o agro da proposta, mantendo as exportações do setor livres de ICMS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O que vai manter a discussão da PEC é o fim da Lei Kandir sobre produtos minerais, que é outra questão. Se não fosse o nosso esforço, ela teria sido pautada no Senado, e talvez hoje estivesse na Câmara. Mas conseguimos segurá-la, e a discussão na Câmara vai ser justamente para evitar que ela ganhe força no parlamento”, aponta o deputado Neri Geller.</p>
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<div id="google_ads_iframe_/8804/parceiros/canal_rural/programas_3__container__">“Nós precisamos avançar para que o relatório dele seja votado e que não apareça algum parlamentar que apresente substitutivo ou o rejeite. Caso aconteça, a proposta segue para a Câmara, e aqui, a nossa bancada é muito forte, mas precisamos ficar atentos”, avaliou, ao se referir a posição do relator da matéria.</div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O deputado disse ainda que concorda com a compensação dos estados afetados pela Lei Kandir. No entanto, afirma que a solução não será tributar as exportações do agro, setor que tem grande peso na economia dessas mesmas unidades da federação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo Geller, a Lei Kandir se tornou muito importante para a agricultura desde o período que foi criada. “A partir deste momento que nós tiramos o ICMS das exportações, a economia brasileira cresceu e o país passou a ser mais competitivo, como Mato Grosso, e outros estados”, apontou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O parlamentar acrescentou que os efeitos positivos da lei podem ser verificados em toda cadeia produtiva assim como para toda população brasileira.</p>
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<div></div>
<div id="google_ads_iframe_/8804/parceiros/canal_rural/programas_2__container__">“Se nós produzimos soja, milho, algodão, então, automaticamente, toda a economia se movimentou e deu uma impulsionada. Isso gerou um superávit na balança comercial de aproximadamente US$ 80 bilhões, o que trouxe uma estabilidade para a economia do país”, disse Geller.</div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os números apresentados pela Aprosoja reforçam o argumento do deputado. “É impressionante como o agronegócio consegue impulsionar tanto o mercado de trabalho como de arrecadação de impostos. A soja, por exemplo, gera, só de ICMS, R$ 16 bilhões, impostos estaduais, e de tributos federais, são mais R$ 44 bilhões”, informou Fabrício Rosa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com o diretor-executivo da Aprosoja, a lei foi criada para estimular as exportações, criar reservas cambiais e fortalecer o real, moeda que a época era recém-criada. Com isso, a Lei Kandir teria dado importante contribuição no controle da inflação brasileira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Rosa conclui mostrando que importantes regiões agrícolas poderiam ter até a atividade encerrada no caso da extinção da lei, caso do Centro-Oeste. “Se derruba a Lei Kandir, está tirando diretamente a margem dos produtores dessa região. O prejuízo seria enorme”, acrescentou.</p>
<h3></h3>
<h3><strong>Audiência pública</strong></h3>
<p>O deputado Neri Geller anunciou que a FPA, juntamente com a Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara, vão realizar audiência pública no dia ‪6 de novembro‬ para discutir os impactos da revogação da Lei Kandir para o setor agropecuário brasileiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“É importante a participação de todos nessa audiência pública, para que todos possam se informar sobre a questão da PEC 42, que tramita no Senado, para que essa importante ferramenta, a Lei Kandir, não seja extinta, e a nossa produção possa continuar avançando, gerando emprego, renda, estimulando a indústria, e ajudando na economia do Brasil”, disse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1190" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-01.png" alt="" width="750" height="201" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-01.png 750w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-01-300x80.png 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-01-350x94.png 350w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/agronegocio/246134-falencias-agricolas-nos-eua-sobem-forte-e-registram-maior-nivel-desde-2011.html#.XcAYzTNKjIU" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Produtores de MT perdem toneladas de grãos com estradas precárias</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/produtores-de-mt-perdem-toneladas-de-graos-com-estradas-precarias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Aug 2019 13:35:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhoneiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trechos de terra, buracos e pontes caindo aos pedaços na BR-158 e na MT-109 dificultam escoamento da safra mato-grossense pelo Arco Norte.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><img class="size-full wp-image-832 aligncenter" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/ponte.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/ponte.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/ponte-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/ponte-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></h4>
<h4 style="text-align: center;"><em>Trechos de terra, buracos e pontes caindo aos pedaços na BR-158 e na MT-109 dificultam escoamento da safra mato-grossense pelo Arco Norte</em></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cerca de 130 quilômetros da BR-158, que passam por dentro de uma reserva indígena em Mato Grosso, ainda são de terra. De acordo com produtores, a promessa de pavimentação completou 50 anos, mas nunca saiu do papel.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Carregamos uma carreta com 40 toneladas de grãos. No fim, uma tonelada fica na entrada, porque os caminhos balançam de um lado para o outro, isso quando não tombam”, conta o presidente do Sindicato Rural de Vila Rica (MT), Anísio Junqueira Neto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, afirma que a situação é um contrassenso. “Essa estrada existe há décadas, antes mesmo da existência da reserva. Temos dezenas de terras indígenas cortadas por asfalto e isso não trouxe nenhum problema a essas comunidades”, defende.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fernando Tulha Filho preside o Sindicato Rural de São José do Xingu e afirma que há uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que estradas que cortam terras indígenas pertencem à federação. “Ela tem autonomia de fazer o que bem entender, seja asfaltamento ou reforma”, frisa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A BR-158 é considerado o principal eixo de escoamento da produção do nordeste mato-grossense para os portos do Arco Norte do país. “Se pegar no auge de safra, são até 1.500 caminhões, carretas e bi-trens por dia. É um volume absurdo de cargas transitando em uma estrada como essa”, diz Tulha Filho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A equipe do Canal Rural percorreu o trajeto de chão entre o povoado de Alô Brasil e Porto Alegre do Norte, passando pela reserva xavante Marãiwatsédé. Pelo trajeto, não faltam buracos e pontes antigas de madeira em situação precária. “A gente veio fazer uma melhora em uma delas, mas está bem feio”, conta o motorista da empresa responsável pela manutenção do trecho, Roni Rocha.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na esperança de que as obras na rodovia fossem concluídas no curto prazo, o empresário Hernando Cardoso abriu uma esmagadora de soja, com capacidade para moer mais de 165 mil sacas por mês, e comprou 12 caminhões para montar a própria frota. Infelizmente, os planos foram frustrados e os custos aumentaram. “Nosso gasto extra com transporte é de cerca de R$ 1,50 por saca, o que dá R$ 250 mil ao mês ou R$ 3 milhões ao ano”, relata.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Após mais de um mês interditada para reparos, uma das pontes da MT-109 foi liberada. A manutenção da estrada, que corta o município de Canabrava do Norte e fica bastante movimentada durante a safra, só foi possível graças a uma parceria entre a prefeitura e agricultores, que ajudaram a custear os R$ 15 mil necessários. “Tenho que fazer isso para gente poder executar os serviços”, conta o prefeito João Araújo de Medeiros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o presidente do sindicato rural do município, Alessandro Pires, a agricultura vem ocupando as áreas de pastagens degradadas formadas muitas décadas atrás e requer uma logística compatível com a atividade. “A parte do produtor vem sendo feita, que é produzir; a do governo, não”, finaliza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>Fonte: Canal Rural</h6>
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