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	<title>Importação &#8211; Atomic Agro &#8211; O Aplicativo que te dá Informações confiáveis de Produtor para Produtor</title>
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	<description>Atomic Agro é muito mais do que um Aplicativo, nele você tem acesso frequente a informações confiáveis de Produtor para Produtor e ainda tem muitas vantagens para Compra e Venda, Conheça!</description>
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		<title>‘Importação de milho dos EUA para o Brasil esbarra em custo elevado’</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/importacao-de-milho-dos-eua-para-o-brasil-esbarra-em-custo-elevado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jun 2021 11:30:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alternativa é benéfica para o mercado brasileiro, mas que o grão vindo do EUA ainda é pouco vantajoso.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_1438" aria-describedby="caption-attachment-1438" style="width: 760px" class="wp-caption alignnone"><img class="size-full wp-image-1438" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/11/paranagua05_007_G.jpg" alt="" width="760" height="480" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/11/paranagua05_007_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/11/paranagua05_007_G-300x189.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/11/paranagua05_007_G-350x221.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /><figcaption id="caption-attachment-1438" class="wp-caption-text">Foto: Ivan Bueno</figcaption></figure>
<p>As importações de milho transgênico dos Estados Unidos serão permitidas a partir de 1º de julho. As variedades geneticamente modificadas cultivadas nos EUA já foram aprovadas pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) e a decisão publicada no Diário Oficial da União, com uma nova norma de liberação comercial de transgênicos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com essa mudança, o que muda efetivamente no comércio do grão no Brasil? Para entender este assunto, conversamos com <b>Paulo Molinari</b>, da consultoria Safras &amp; Mercado, que explicou que esse grão talvez não seja muito vantajoso para a maior parte do Brasil, mas que é importante tê-lo como alternativa aos parceiros mais tradicionais, como Argentina e Paraguai.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Com essa resolução, o mercado norte-americano está plenamente aberto para o Brasil e podemos comprar sem termos problemas com a Anvisa. Se o Brasil pode exportar milho, a possibilidade de importar também tem que ser viável. No entanto, no caso do milho dos EUA, temos a questão da matemática que o aponta como mais custoso do que o milho da Argentina”, disse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo Molinari, o custo da importação é um problema para esse tipo de comercialização, principalmente para as indústrias da região Sul. “É uma alternativa e essa porta precisa ficar aberta, assim como a tarifa extra-mercosul precisa ser zerada. Pois quando tivermos esses estresse de abastecimento, precisamos de alternativa para complementar o mercado brasileiro, como fazemos com milho do Paraguai e Argentina. Não vai chegar milho norte-americano na semana que vem, isso não existe”, finalizou.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/programas/informacao/mercado-e-cia/importacao-de-milho-dos-eua-custo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Milho não sentiu isenção de tarifa</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/milho-nao-sentiu-isencao-de-tarifa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2020 11:15:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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		<category><![CDATA[Importação]]></category>
		<category><![CDATA[IsençãoTarifa]]></category>
		<category><![CDATA[Safra20/21]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com o IMEA os produtores do MT não sentiram os efeitos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-625" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/16042-an-ear-of-corn-with-husk-or.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/16042-an-ear-of-corn-with-husk-or.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/16042-an-ear-of-corn-with-husk-or-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/16042-an-ear-of-corn-with-husk-or-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>No último dia 17 de outubro o governo federal zerou as tarifas de importação para milho e soja. A isenção de tarifa de importação para soja em grão, óleo de soja e farelo terá validade até 15 de janeiro de 2021. No caso do milho, a zeragem de tarifa vale até 31 de março de 2021. A medida visa baixar os preços dos grãos com aumento de oferta e aliviar os produtores de aves e suínos, por exemplo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<div id="google_ads_iframe_/316485075/agk_14000_pos_4_conteudo_desktop_0__container__">Segundo o volume de importação divulgado pela Secex para o acumulado de janeiro a setembro, há um recuo de 114 mil toneladas se comparado ao mesmo período do ano passado, valor que pode aumentar nos próximos meses.</div>
<div></div>
</div>
<p>De acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA) os produtores não sentiram os efeitos. Cerca de 95,17% da atual safra já está vendida e os preços, ao contrário do que era esperado, subiram. “Mato Grosso não sentiu especulações negativas nos preços durante a semana passada, como era esperado pelo mercado após a ação do Governo, ao contrário, o preço se elevou 9,26% no comparativo semanal e atingiu o recorde de R$ 62,59/sc”, disse o boletim.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na B3 a elevação foi ainda maior, o contrato corrente do milho superou a faixa dos R$ 80,92/sc e fechou a semana passada com alta de 10,08% se comparada à semana anterior.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.agrolink.com.br/noticias/milho-nao-sentiu-isencao-de-tarifa_441627.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agrolink</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>China deve se tornar grande importadora de milho nos próximos anos</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/china-deve-se-tornar-grande-importadora-de-milho-nos-proximos-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2020 12:37:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A demanda por milho na China está maior do que a produção, com isso, os estoques do grão no país estão caindo ano a ano.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1343" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/brasil-china-2.png" alt="" width="900" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/brasil-china-2.png 900w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/brasil-china-2-300x169.png 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/brasil-china-2-768x433.png 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/brasil-china-2-350x197.png 350w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p>A China deve se tornar grande compradora de milho no mercado internacional nos próximos anos, destacou a analista sênior de grãos da IHS Markit, Anamaria Gaudencio Martins. “É importante reforçar que a demanda por milho na China está maior do que a produção, com isso, os estoques do grão no país estão caindo ano a ano. A nação asiática terá que comprar milho para abastecer seus estoques, é uma tendência para os próximos cinco anos, que irá mudar a dinâmica do mercado de cereal”, afirmou a analista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="teads-inread sm-screen">
<div id="teads0" class="teads-player">A projeção foi feita durante o programa Diálogos no Campo, exibido na tela do Canal Rural e nas plataformas digitais, nesta quarta-feira, 8. O evento marcou o encerramento da quarta temporada do Projeto Mais Milho.</div>
<div></div>
</div>
<p>De acordo com a última projeção do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a China deve adquirir 7 milhões de toneladas de milho na temporada 2020/2021. Para o analista de mercado da <a href="http://conab.gov.br/"><strong>Companhia Nacional de Abastecimento (Conab)</strong></a> Thomé Guth, esse é um cenário, que se confirmado, poderá beneficiar não só as exportações brasileiras do cereal, mas também o mercado do subproduto DDG (que significa grãos secos por destilação, na sigla em inglês).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Do lado da oferta, o destaque foi o desenvolvimento da produção de milho norte-americana na temporada 2020/2021. Ainda durante o evento, comandado pelo vice-presidente da <a href="https://www.abramilho.org.br/"><strong>Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho)</strong></a>, Glauber Silveira, a analista da IHS Markit ressaltou que o mês de julho será determinante na definição de produtividade das lavouras do cereal no <em>Corn Belt</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Muita coisa ainda pode acontecer. Nesta semana, o USDA reduziu para 71% o índice de lavouras de milho em boas ou excelentes condições, e ainda temos a previsão de clima quente e seco. Por isso, vimos uma reação nos preços futuros na Bolsa de Chicago (CBOT); ainda assim a previsão é de uma boa safra por enquanto”, diz Anamaria.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em junho, o USDA projetou a safra de milho norte-americana em 406,29 milhões de toneladas. Porém, na ultima semana, a área plantada com o cereal no país foi revisada para baixo, para 37,23 milhões de hectares, queda de 3% em relação à temporada passada. Consequentemente, a perspectiva é que esse número seja revisto e fique próximo de 385 milhões de toneladas, no próximo boletim de oferta e demanda do departamento americano, que será divulgado nesta sexta-feira, 10.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Apesar dessa grande safra norte-americana, não acreditamos em uma queda expressiva nos preços no Brasil no segundo semestre. Isso porque temos a questão cambial, que ainda está favorável aos preços nacionais, a demanda interna é alta, não só para o setor de proteína animal, mas para o etanol também, que deve consumir entre 6 a 7 milhões de toneladas de milho”, ponderou o analista de mercado da Conab.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E os produtores brasileiros aproveitaram a alta do dólar para negociar antecipadamente a segunda safra de milho. De acordo com levantamento da StoneX, cerca de 70% da segunda safra já foi comercializada e, em torno, de 25% a 27% da safrinha de 2021 também foi vendida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“A liquidez no mercado de milho está se aproximando a registrada no mercado da soja. O produtor está investindo cada vez mais na cultura do milho. E com o dólar alto, mesmo com o mercado interno com condições de safra boa, com exceção de algumas regiões do Paraná e Mato Grosso do Sul, mesmo assim o produtor aproveitou os níveis de preços e quase todos os estados venderam antecipadamente”, explicou Étore Baroni, analista de mercado da StoneX.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ainda no evento, o uso de tecnologias também foi tema abordado pelo presidente-executivo da CropLife Brasil, Christian Lohbauer, que reforçou a importância da tecnologia Bt no ganho de produtividade da cultura do milho. “Ainda temos espaço para crescer mais. As indústrias estão desenvolvendo novas variedades, mas o nosso grande desafio ainda tem sido o refúgio, para dobrar o tempo de resistência das tecnologias”, disse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A realização do evento Diálogos no Campo é da <a href="http://www.aprosoja.com.br/"><strong>Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT)</strong></a>, Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho), Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso (Aprosmat) e Canal Rural, com apoio institucional da <a href="https://croplifebrasil.org/"><strong>CropLife Brasil.</strong></a></p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/sites-e-especiais/mais-milho/china-grande-importadora-milho-proximos-anos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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		<title>Resumo da Semana</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/resumo-da-semana-18/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2020 18:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No #ResumoDaSemana, a Atomic Agro te deixa por dentro dos acontecimentos mais importantes dessa semana.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-707" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Resumo-da-Semana-Site.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Resumo-da-Semana-Site.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Resumo-da-Semana-Site-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Resumo-da-Semana-Site-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p><b>No começo da semana</b><span style="font-weight: 300;">, no Rio Grande do Sul, vimos que as primeiras lavouras começam a ser colhidas. As fases são as seguintes: 4% na fase de desenvolvimento vegetativo, 19% em floração, 59% na fase de enchimento de grãos, 16% maduro, e 2% das lavouras foram colhidas. Porém, “o período sem chuvas variou de 15 a 18 dias em determinadas localidades no início de fevereiro, ocasionando inclusive perda de folhas baixeiras e queda de flores e vagens, provocando maiores perdas nessas lavouras. Mas em localidades com chuvas regulares durante o início de fevereiro, as lavouras de soja apresentam bom potencial de produtividade, mesmo com redução da produtividade esperada.”</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 300;">A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) fez um </span><b>leilão de venda de milho</b><span style="font-weight: 300;"> para pequenos criadores de aves, suínos, bovinos, ovinos, caprinos e peixes, além de cooperativas e indústrias de ração. O órgão ofertou 50 mil toneladas do grão. Os preços de abertura para os 10 lotes variaram de R$ 0,55 a R$ 0,56 o quilo, ou R$ 33 a R$ 33,60 por saca de 60 quilos. Esta operação representa a reoferta do milho que seria colocado à venda no leilão que deveria ter ocorrido no último dia 5 deste mês e que foi cancelado por motivos técnicos. As condições em que o produto se encontra, a quantidade a ser ofertada e as exigências para a participação na disputa permanecem as mesmas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 300;">O pessimismo no mercado continua com a rápida disseminação do novo </span><b>coronavírus pelo mundo</b><span style="font-weight: 300;">. Nesta semana, pela primeira vez, o números de novos casos da doença foi o maior fora da China. No mercado de alimentos, as expectativa é saber agora, até quando o vírus continuará oferecendo oportunidades, principalmente para o mercado brasileiro. Para o economista da MB Associados, José Roberto Mendonça de Barros, no curto prazo, o setor irá sentir mais os impactos. “Estamos vendo as cotações oscilando um pouco, muito por conta da piora das condições de logísticas e entregas das mercadorias.</span></p>
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<p><span style="font-weight: 300;">Os mapas gerados pela Xarvio, marca da Basf focada em agricultura digital, levaram produtores a </span><b>economizarem 61% do herbicida</b><span style="font-weight: 300;"> aplicado no combate a plantas daninhas. Na safra 2019/2020, a tecnologia foi usada em 200 mil hectares de soja, divididos entre Bahia, Goiás e Mato Grosso. De acordo com o gerente de Agricultura Digital da empresa, Fabrisio Resende, a cada ano o número de espécies resistentes aumenta, dificultando o manejo e requerendo um investimento maior por parte dos agricultores. Assim, o objetivo da companhia é auxiliar o produtor na tomada de decisão, para que ele aplique o insumo apenas nos locais necessários.</span></p>
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<p><b>A colheita da soja no Paraná atinge agora 54%</b><span style="font-weight: 300;"> da área de 5,46 milhões de hectares, segundo levantamento do departamento de Economia Rural (Deral). O montante representa quase o dobro do recolhido na semana anterior, quando se estava em 22%. Na mesma época do ano passado a colheita atingia um total de 60% das lavouras semeadas. Normalmente nesta época o estado já colhe mais de 50% mesmo.</span></p>
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<p><b>As exportações brasileiras do complexo soja</b><span style="font-weight: 300;"> somaram 5,946 milhões de toneladas em fevereiro, 4,2% menos que os 6,207 milhões de toneladas de fevereiro de 2019. A receita com essas vendas recuou 5,4%, para US$ 2,094 bilhões, ante US$ 2,213 bilhões do segundo mês do ano passado. Na comparação mensal, o aumento foi de 132,5% em volume e 140,9% em receita. Em janeiro, o Brasil havia exportado 2,557 milhões de toneladas e US$ 869 milhões do complexo soja.</span></p>
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<p><span style="font-weight: 300;">A consultoria Datagro </span><b>elevou a estimativa da safra de soja 2019/2020</b><span style="font-weight: 300;">. A empresa estima que o Brasil vai produzir 123,6 milhões de toneladas, contra 122,9 milhões de toneladas no mês anterior. Se confirmada, haverá um aumento de 3% na safra na comparação com o ciclo 2018/2019. “E tem potencial de ultrapassar o recorde anterior da safra 2017/2018 de 122,30 milhões de toneladas da oleaginosa”, diz. Já a expectativa de área seguiu em 37 milhões de hectares em todo o país e a produtividade média passou para 3,34 mil quilos por hectare ante 3,31 mil quilos por hectare no mês anterior.</span></p>
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<p><span style="font-weight: 300;">Após nova reunião entre o ministro da </span><b>Agricultura da Argentina</b><span style="font-weight: 300;">, Luis Basterra, e representantes do setor produtivo, foi comunicado que um acordo foi firmado entre as partes. Como resultado, haverá um novo aumento no imposto (retenciones) sobre a exportação da soja, que passará de 30% para 33%. A medida já era esperada desde o fim da semana passada, quando o governo paralisou temporariamente a autorização de exportação de soja do país. A ideia era evitar que os negociadores corressem ao mercado para tentar adiantar as vendas com o imposto antigo.</span></p>
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<p><span style="font-weight: 300;">A </span><b>Condutividade elétrica</b><span style="font-weight: 300;"> é destinada para a análise de solo dentro da Agricultura de Precisão. Esta tecnologia se tornou uma ferramenta que consegue identificar as características físicas e químicas do solo, que influenciam os padrões de rendimento da colheita. Indica a quantidade de nutrientes presentes no solo gerando um mapa, formando zonas de manejo que dá para conhecer o perfil do solo em até 90cm, mais profunda em comparação com a análise convencional que é de até 40cm. Esse equipamento tira em média 2.000 pontos de dados por hectare, é mais assertiva e indica onde deverá ser feita ou não a correção do solo, evitando gastos excessivos com adubos fertilizantes.</span></p>
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<p><span style="font-weight: 300;">A Argentina vai aumentar de 30% para 33% o imposto sobre a exportação de soja. A medida já era esperada desde o fim da semana passada, quando o governo paralisou temporariamente a autorização de embarques de soja do país. A ideia era evitar que os negociadores corressem ao mercado para tentar adiantar as vendas com o imposto antigo. De acordo com o jornal Clarín, o ministro da Agricultura da Argentina, Luis Basterra, ofereceu um esquema de compensação para os 42 mil produtores para diminuir o descontentamento do campo. Muitos produtores têm a intenção de realizar uma greve agrícola na próxima semana, segundo as associações do setor. O analista de mercado Vlamir Brandalizze acredita que com isso, </span><b>o Brasil pode conseguir exportar mais</b><span style="font-weight: 300;">. Isso porque já existe no país vizinho um movimento de não vender o produto no primeiro semestre. “A Bolsa de Chicago já sente isso como um fator de redução na oferta”, explica.</span></p>
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<p><span style="font-weight: 300;">Produtores rurais e a agroindústria de municípios mato-grossenses próximos à BR-174 estão vivendo uma situação desesperadora: em alguns trechos, o trânsito está parado a quase 30 dias. De acordo com o presidente do Sindicato Rural de Juruena (MT), Marcos Antônio Rodrigues, </span><b>os caminhões não conseguem passar por causa dos atoleiros e pela falta de condições das estradas.</b></p>
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<p>Fonte: <a href="https://atomicagro.com.br/blog/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Atomic Agro</a></p>
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