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	<title>CustoProdução &#8211; Atomic Agro &#8211; O Aplicativo que te dá Informações confiáveis de Produtor para Produtor</title>
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	<description>Atomic Agro é muito mais do que um Aplicativo, nele você tem acesso frequente a informações confiáveis de Produtor para Produtor e ainda tem muitas vantagens para Compra e Venda, Conheça!</description>
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		<title>Custos de produção em alta preocupam arrozeiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jun 2021 11:30:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Arroz]]></category>
		<category><![CDATA[Custo Produção]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Federarroz orienta orizicultores a aumentar rotação de culturas e diminuir área projetada para o grão.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2600" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Arroz_G.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Arroz_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Arroz_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Arroz_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>Os custos de produção para a lavoura de arroz previstos para a safra 2021/2022 têm sido motivo de preocupação para os arrozeiros gaúchos. Segundo o Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), o valor por saca fechou em R$ 72,73, enquanto por hectare, considerando uma produtividade média de 7,95 mil quilos por hectare, ficou em R$ 11,56 mil. Para isso, o produtor precisou colher 159,05 sacos de 50 quilos por hectare.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Alexandre Velho, as altas nos insumos devem fazer com que este custo se eleve na próxima safra, chegando ao ponto de o produtor ter que colher pelo menos 170 sacos por hectare para cobrir as despesas. &#8220;O ponto de equilíbrio que falávamos de 160 sacos por hectare, em média para cobrir os custos, certamente irá subir no ano safra 2021/2022 e chegará a 170 sacos, o que nos preocupa e nos traz uma obrigação desta racionalização das áreas e obrigatoriedade de se buscar alternativa na rotação de culturas como, além da soja, a pecuária e o milho”, observa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para o dirigente, esta crescente evolução dos custos de produção obriga a intensificar e racionalizar cada vez mais as áreas de produção. “O produtor, na medida do possível, tem que diminuir as áreas de arroz e aumentar a rotação de culturas para buscar uma maior produtividade e consequentemente uma maior viabilidade na lavoura de arroz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outra preocupação, conforme o presidente da Federarroz, é com o déficit hídrico para a próxima safra. “Possivelmente não teremos água suficiente para plantar a mesma área que no período anterior. A Federarroz orienta a racionalizar as áreas e diminuir as lavouras de arroz para ajustar a oferta e, consequentemente, ter ao menos preços que cubram os custos de produção”, enfatiza.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.agrolink.com.br/noticias/custos-de-producao-em-alta-preocupam-arrozeiros_452020.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agrolink</a></p>
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		<title>Custo de produção de leite tem alta de quase 3%</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/custo-de-producao-de-leite-tem-alta-de-quase-3/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jun 2021 11:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Custo Produção]]></category>
		<category><![CDATA[CustoProdução]]></category>
		<category><![CDATA[ProducaoLeite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pelo segundo mês consecutivo, a maior alta foi encontrada no grupo Sal mineral.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-4404" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Leite_G.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Leite_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Leite_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Leite_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>A variação do custo de produção de leite em maio foi 2,89%, conforme o Índice de Custos de Produção de Leite (ICPLeite/Embrapa), calculado pela Embrapa Gado de Leite. Pelo segundo mês consecutivo, a maior alta foi encontrada no grupo Sal mineral, que subiu 8,74% em comparação com o mês anterior. Elevações acentuadas de preços também foram verificadas nos itens que compõem os grupos que se referem à alimentação dos animais, que por sua vez, possuem as maiores participações na ponderação do indicador: Alimentação concentrada, que registrou variação de 5,18% e Produção e compra de volumosos, com alta de 1,81%. Energia e combustível registrou aumento de 1,42% devido principalmente ao reajuste no preço do etanol, já os grupos Sanidade e Qualidade do leite registraram variações idênticas, 0,27%. Os grupos Mão de obra e Reprodução não sofreram alterações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nos cinco primeiros meses de 2021, o ICPLeite/Embrapa acumulou alta de 12,50%. O grupo Produção e compra de volumosos continuou apresentando a maior variação, passando a acumular 21,37% de inflação. Devido aos aumentos verificados nos dois últimos meses, o grupo Sal mineral, registrou a segunda maior alta, 18,49%. O grupo Alimentação concentrada acumulou 13,08% de inflação, com as constantes altas nos preços da ração formulada e dos grãos. Já a variação dos preços dos combustíveis no mês em questão, levou o grupo Energia e combustíveis a acumular variação de 6,84%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o ICPLeite/Embrapa, a inflação dos últimos doze meses foi 36,23%. Acumulando 64,53% de alta, o grupo Alimentação concentrada seguiu pressionando as margens do produtor, ao lado do grupo Produção e compra de volumosos, que registrou alta de 38,65%. Também variando acima de duas casas decimais, os grupos Sal mineral e Energia e combustível acumularam, em um ano, inflações de 23,82% e 19,55%, respectivamente.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.agrolink.com.br/noticias/custo-de-producao-de-leite-tem-alta-de-quase-3-_451722.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agrolink</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Trigo/FECOAGRO &#8211; RS: Custo de produção em 2021 será 31,7% maior</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/trigo-fecoagro-rs-custo-de-producao-em-2021-sera-317-maior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jun 2021 11:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Custo Produção]]></category>
		<category><![CDATA[Trigo]]></category>
		<category><![CDATA[CustoProdução]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O número de sacas para cobrir o custo do trigo no Estado em 2021 deve diminuir 16,88%, para 51,25.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2587" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/04/SacaTrigo_G.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/04/SacaTrigo_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/04/SacaTrigo_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/04/SacaTrigo_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>O custo total de produção de trigo no Rio Grande do Sul deve crescer 31,74% na safra 2021, para R$ 4.305,01 por hectare, estimou a Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS). O custo operacional, valor que o produtor desembolsa para insumos e frete, tende a ter incremento de 32,48%, para R$ 3.187,02 por hectare. A safra 2021 está sendo plantada no Estado. Os dados foram divulgados pela entidade em entrevista coletiva realizada nesta segunda-feira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar da alta dos custos, conforme economista da entidade, Tarcísio Minetto, a relação de troca &#8211; quantidade necessária de cereal para comprar determinado volume de insumos &#8211; continua favorável para o produtor. &#8220;A alta do custo deve-se principalmente ao aumento em fertilizantes e insumos. É a melhor relação de troca desde 2014&#8221;, disse Minetto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo a entidade, o número de sacas para cobrir o custo do trigo no Estado em 2021 deve diminuir 16,88%, para 51,25. Já para cobrir o custo operacional, serão necessárias 37,94 sacas (-16,41% ante 2020). O preço pago ao produtor pelo cereal aumentou 58% no período avaliado pela Fecoagro de R$ 53/saca FOB interior em 1º de junho do ano passado para R$ 84/saca em 1º de junho deste ano.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="http://broadcast.com.br/cadernos/agro/?id=NldlOG5jRVJ5MXUxaVJselg4N3Nudz09" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Broadcast</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Milho em baixa em Chicago não alivia os custos de produção de aves e suínos</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/milho-em-baixa-em-chicago-nao-alivia-os-custos-de-producao-de-aves-e-suinos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 May 2021 11:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[Cotações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Preços do grão passam por acomodação nos EUA, mas continuam firmes no Brasil.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1247" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/ue-frango.png" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/ue-frango.png 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/ue-frango-300x200.png 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/ue-frango-350x233.png 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>Depois de beirar máximas históricas na bolsa de Chicago e bater recorde no Brasil, as cotações do milho começaram a dar sinais de acomodação. Mas, de acordo com especialistas consultados pelo Valor, mesmo com a correção as cotações deverão permanecer mais elevadas do que no ano passado, em média. Esse cenário continua a preocupar a indústria de aves e suínos &#8211; dependente do cereal para a produção de rações para os animais -, que pressiona o governo por mais medidas para baratear o insumo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em Chicago, os contratos futuros do milho estão em trajetória descendente desde o fim da primeira quinzena deste mês. “O clima é favorável nos Estados Unidos, e o plantio da nova safra [2021/22] está praticamente finalizado dentro da janela ideal, o que deixa a situação confortável”, diz Vlamir Brandalizze, analista da Brandalizze Consulting.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Embora já tenham recuado 14,85% em maio, para US$ 5,7325 por bushel, os contratos de segunda posição de entrega do milho ainda acumula valorizações de 18,62% neste ano e de 77,48% nos últimos 12 meses até sexta-feira &#8211; na semana anterior, a alta em 12 meses chegou a superar 100%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Em três anos, este pode ser o primeiro em que exista mais oferta que consumo. Por isso que o patamar caiu de US$ 7 o bushel, e a tendência é ficar entre US$ 5 e US$ 6”, afirma Brandalizze, reforçando que qualquer evento climático pode alterar este cenário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esse arrefecimento da alta no exterior, contudo, foi limitado no Brasil. O dólar em torno de R$ 5 mantém a paridade de importação muito alta. Um exemplo é o Indicador Esalq/BM&amp;FBovespa, que subiu mais de 4% em um mês, com a saca de 60 quilos cotada a R$ 101,93 &#8211; no dia 18 de maio, o índice atingiu o maior valor da história (R$ 103,23 por saca). Nas praças monitoradas pela consultoria StoneX, o cereal mostra tendência de queda em maio, sendo a mais expressiva em Maringá (PR), de 8,4%, de R$ 107 para R$ 98 por saca de 60 quilos na última sexta-feira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>João Pedro Lopes, analista da StoneX, disse que a baixa deve continuar limitada pelo câmbio. Atualmente, segundo operadores, o cereal brasileiro é o mais caro do mercado, se considerado só o custo por tonelada. Isso sinaliza que indústrias e criadores pagam mais para manter o milho no Brasil, e importar não tem sido opção. “O custo logístico é alto e, às vezes, nem é possível”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Neste cenário, compradores se retraem à espera da segunda safra brasileira. Porém, esta sofre seguidos cortes nas estimativas de produção em função do atraso da semeadura e do tempo seco em importantes áreas produtoras. “O atraso no plantio alongou a entressafra e criou um ambiente de preocupação”, diz Paulo Molinari, analista da Safras &amp; Mercado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ademais, mais da metade da safrinha já foi negociada, segundo a StoneX, e o produtor está confortável para negociar o que resta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com margens apertadas e temendo serem considerados “vilões” da inflação, produtores de aves e suínos pedem ao governo federal medidas que deixem o milho mais barato. A única veio em abril, com a retirada da Tarifa Externa Comum (TEC) para o cereal importado de fora do Mercosul. A intenção era que a notícia segurasse as cotações, mas Ricardo Santin, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), reconhece que a iniciativa não surtiu efeito. “O cenário piorou”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O dirigente diz que o segmento pediu um pacote de medidas que ainda não foi atendido pelo governo, como isenção de PIS/Cofins e do Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) sobre o cereal que vem de fora do país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A ABPA quer também a liberação da importação de variedades transgênicas dos EUA que não são autorizadas no país, para que possam vir exclusivamente para ração &#8211; demanda que existe desde 2016 junto à Comissão Técnica Nacional de Biotecnologia (CTNBio). “Precisa haver uma ação governamental, senão essa alta vai acabar na mesa do consumidor”, conclui Santin.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://valor.globo.com/agronegocios/noticia/2021/05/24/milho-em-baixa-em-chicago-nao-alivia-os-custos-de-producao-de-aves-e-suinos.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Valor</a></p>
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		<title>Custo de produção de frangos e suínos recua pela primeira vez em 2021</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/custo-de-producao-de-frangos-e-suinos-recua-pela-primeira-vez-em-2021/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Apr 2021 11:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Suínos]]></category>
		<category><![CDATA[CustoProdução]]></category>
		<category><![CDATA[NotíciasAgro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://atomicagro.com.br/?p=4134</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os custos para produzir frangos de corte diminuíram 0,70%, enquanto os para produção de suínos caíram 0,06%.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-3515" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Frango_G.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Frango_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Frango_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Frango_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>Os custos de produção de suínos e de frangos de corte caíram pela primeira vez em 2021 segundo o estudo mensal publicado pela Central de Inteligência de Aves e Suínos da <a href="https://www.embrapa.br/suinos-e-aves"><strong>Embrapa</strong></a>. Em março, os custos para produzir frangos de corte diminuíram 0,70%, enquanto os para produção de suínos caíram 0,06% em relação a fevereiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Observa-se, contudo, que apesar de o preço do milho continuar em alta no mercado interno, o farelo e o óleo de soja tendem a equilibrar os preços finais das rações. Sabe-se, previamente, que a nutrição é o item de maior impacto nos custos totais de produção, tanto de suínos quanto de frangos de corte”, diz o analista da área de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves, Ari Jarbas Sandi.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com isso, o  índice da Embrapa, que mede o custo de produção do frango, o ICPFrango, recuou para os 375,92 pontos (estava em 378,56 em fevereiro). Ainda assim, apenas em 2021 o índice da Embrapa acumula alta de 11,32%, chegando a 43,43% de aumento nos últimos 12 meses. O custo de produção do quilo do frango de corte vivo no Paraná, produzido em aviário tipo climatizado em pressão positiva, passou dos R$ 4,89 em fevereiro para R$4,86 em março.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já o ICPSuíno teve pouca variação, passando de 393,48 pontos em fevereiro para 393,25 pontos em março. No ano, o índice acumula 4,78% de alta. Nos últimos 12 meses, a variação alcança os 45,72%. O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina baixou R$ 0,01 entre fevereiro e março, passando de R$ 6,88 para R$ 6,87.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os estados de Santa Catarina e Paraná são usados como referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/noticias/custo-producao-frangos-suinos-recua/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Custo de produção do milho cresce 12%</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/custo-de-producao-do-milho-cresce-12/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2021 12:28:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[CustoProdução]]></category>
		<category><![CDATA[Milho]]></category>
		<category><![CDATA[NotíciasAgro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fertilizantes e corretivos, semente de alta tecnologia e defensivos puxaram a alta.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2017" aria-describedby="caption-attachment-2017" style="width: 760px" class="wp-caption alignnone"><img class="size-full wp-image-2017" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SafraMilho_GKarine.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SafraMilho_GKarine.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SafraMilho_GKarine-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SafraMilho_GKarine-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /><figcaption id="caption-attachment-2017" class="wp-caption-text">Condor- RS, Brasil</figcaption></figure>
<p>O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou a primeira estimativa do custo de produção do milho de alta tecnologia da safra 21/22 em Mato Grosso. O dólar alto e a comercialização avançada de insumos pelo produtor em relação aos últimos anos impulsionaram a elevação dos fertilizantes e corretivos (8,89%), semente de alta tecnologia (6,50%), e defensivos (4,85%). Outro fator foi o custo com arrendamento que também apresentou alta expressiva, justificado pela valorização da saca de soja, uma vez que a oleaginosa é a principal forma de pagamento por parte do produtor arrendatário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com isso, o custeio do milho se elevou 12,05% ante a safra 20/21. O custo por hectare ficou em R$ 3.694, uma elevação de R$ 316.66. Para que o produtor mato-grossense consiga cobrir o seu custo operacional é necessário que negocie o cereal a um preço médio de R$ 22,43/sc. Só a termos de comparação na safra 2018/19 o custo total era de R$ 2.789, quase mil reais a menos por hectare.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Imea também acompanha a semeadura da safrinha de milho. Foi mais uma semana abaixo da média entre as últimas cinco safras. Assim, Mato Grosso sinalizou um avanço de 15,06p.p. ante a semana passada, apresentando um progresso mais intenso entre as últimas semanas, que segundo informantes foi justificada por alguns produtores que arriscaram colher a soja com umidade acima do padrão ideal, visando “encaixar” a semeadura do milho dentro da janela de plantio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com isso, Mato Grosso registra 35,96% das áreas esperadas semeadas enquanto para o mesmo período da safra 19/20 era indicado 79,61%. Já para as regiões, o território do Vale do Araguaia (Nordeste) alcançou 46,75% semeado, sendo a mais adiantada. Por fim, a região centro-sul que totalizou 12,42% dos trabalhos concluídos, provocado pelo excesso de chuva na região que dificulta os trabalhos a campo, e segue com maior atraso registrado pelo instituto.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.agrolink.com.br/noticias/custo-de-producao-do-milho-cresce-12-_446438.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agrolink</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Custo de produção do milho sobe no MT</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/custo-de-producao-do-milho-sobe-no-mt/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2020 12:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Custo Produção]]></category>
		<category><![CDATA[Milho]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[CustoProdução]]></category>
		<category><![CDATA[Safra20/21]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os custos com fertilizantes e corretivos atingiram o maior orçamento histórico.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1487" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/11/EspigaMilho_G.jpg" alt="" width="760" height="503" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/11/EspigaMilho_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/11/EspigaMilho_G-300x199.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/11/EspigaMilho_G-350x232.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>O Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou os dados do custo de produção para o milho de alta tecnologia no estado. Foram observados leves reajustes nesta última estimativa para esta safra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com os números, foi observado que a alta do dólar ponderado pela comercialização de setembro a outubro impactou nos custos com os insumos. Os destaques foram os defensivos agrícolas, que apresentaram um aumento de 0,25%, e os macronutrientes, de 0,18%, no comparativo mensal. Os custos com fertilizantes e corretivos atingiram o maior orçamento na série histórica do Imea, ficando 7,44% acima do consolidado para a safra passada (2019/20), sendo cotado a R$ 751,55/ha.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<div id="google_ads_iframe_/316485075/agk_14000_pos_4_conteudo_desktop_0__container__">Com estes aumentos o custo operacional efetivo (COE) fechou o mês de outubro em R$ 2.631,08/ha, variação de 0,13% ante o mês passado, o que contribuiu para que o ponto de equilíbrio ao produtor matogrossense fosse estimado em R$ 21,18/sc.</div>
<div></div>
</div>
<p>O Mato Grosso é o maior produtor nacional de milho. De acordo com a última projeção da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) o estado vai plantar 5,4 milhões de hectares na primeira e segunda safra e espera colher 34,6 milhões de toneladas no total, sendo 327,9 mil toneladas no primeiro ciclo e 34,3 milhões de toneladas no segundo.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.agrolink.com.br/noticias/custo-de-producao-do-milho-sobe-no-mt_442851.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agrolink</a></p>
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		<item>
		<title>Custo de produção traz oportunidade de renda para o plantio de trigo no Rio Grande do Sul</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/custo-de-producao-traz-oportunidade-de-renda-para-o-plantio-de-trigo-no-rio-grande-do-sul/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2020 11:15:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Custo Produção]]></category>
		<category><![CDATA[Trigo]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[CustoProdução]]></category>
		<category><![CDATA[Grãos]]></category>
		<category><![CDATA[NotíciasAgro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a alta do preço do trigo em 21,7%, o produtor pode ter uma opção de renda na cultura nesta safra no Rio Grande do Sul.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2587" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/04/SacaTrigo_G.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/04/SacaTrigo_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/04/SacaTrigo_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/04/SacaTrigo_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>Com a alta do preço do trigo em 21,7%, o produtor pode ter uma opção de renda na cultura nesta safra no Rio Grande do Sul. A avaliação é da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS). A entidade divulgou o primeiro levantamento dos custos da lavoura para o período, conduzido pelo economista Tarcísio Minetto. Com esta projeção, o necessário em produção para cobrir o custo será 14,4% menor em relação ao período anterior.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O custo total do trigo no Rio Grande do Sul deve chegar a R$ 3.282,38 por hectare, Com isso, o produtor precisará colher 65 sacas para cobrir o custo total nestas condições. Já o desembolso ou custo variável ficou em R$ 2.408,64, com projeção de 48,17 sacas para cobrir os custos. Isto significa um leve aumento no custo total do trigo de 4,19% e de 3,71% no desembolso, em relação ao último estudo da safra de 2019. Sem a remuneração ao fator terra, o custo é de R$ 2.944,32 por hectare.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na avaliação do estudo, esta é considerada uma relação de custos bem melhor que as últimas safras. “Os dados mostram que claramente temos um momento propício e favorável para o plantio do trigo. Se pegarmos o histórico dos últimos 20 anos temos um dos melhores momentos para o plantio, baseado principalmente na alta do dólar, o que influenciou no preço e os insumos, mesmo com elevação, não subiram todos na mesma proporção”, destaca o presidente da FecoAgro/RS, Paulo Pires.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Conforme o dirigente, isto remete a um aumento significativo na área de trigo, que pode chegar a mais de 20%. “Teremos a possibilidade de uma rentabilidade além de que o produtor tem consciência de que precisa de uma cultura de inverno para a proteção do solo e também ter uma possibilidade de renda já que não houve esta renda na soja”, observa.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1188" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-01-1.png" alt="" width="750" height="201" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-01-1.png 750w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-01-1-300x80.png 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-01-1-350x94.png 350w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Soja: ‘Mesmo com maior custo, renda do produtor deve avançar em 2020’</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/soja-mesmo-com-maior-custo-renda-do-produtor-deve-avancar-em-2020/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jan 2020 11:15:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Atomic Agro]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Custo Produção]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[CustoProdução]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://atomicagro.com.br/?p=1934</guid>

					<description><![CDATA[<p>A expectativa positiva para a produtividade e possibilidade de preços elevados devem manter a renda positiva pela 14ª safra consecutiva.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1775" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Sojasol_G.jpg" alt="" width="760" height="428" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Sojasol_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Sojasol_G-300x169.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Sojasol_G-350x197.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>Segundo a consultoria Datagro, a expectativa positiva para a produtividade e possibilidade de preços elevados devem manter a renda positiva pela 14ª safra consecutiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O ano de 2019 foi positivo para os produtores de soja do país e 2020 também deve contar com um cenário favorável, informou nesta terça-feira, 28, a consultoria Datagro. De acordo com a empresa, a soja no mercado físico teve rentabilidade média de 8,42%, já descontada a inflação de 4,38% (índice IPC da Fipe). “Entendendo rentabilidade como a variação mensal acumulada, como se fosse um ativo financeiro, descontado o valor da inflação, o resultado ficou praticamente estável em relação ao ano de 2018, com 8,36%”, diz a consultoria.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No ano de 2017, a rentabilidade foi de -10,24% e, em 2016, -9,53%. “Apesar de resultado positivo em 2019, o número ainda ficou abaixo dos 12,22% de 2015”, diz a Datagro. Ainda de acordo com a consultoria, a média dos preços da oleaginosa no ano passado no PBrasil ficou praticamente estável, em R$ 75,15 a saca de 60 quilos, 0,5% menor ante os R$ 75,49 por saca de 2018.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O pico durante o ano foi registrado em dezembro em R$ 83,11. Porém, em função da alta na taxa de câmbio, o valor médio em dólares teve recuo em 8%, passando de US$ 20,69 para US$ 19,04 a saca”, diz a consultoria. Já as melhores épocas para venda foram entre agosto e dezembro, com pico em dezembro, informa o coordenador da Datagro Grãos, Flávio França Júnior.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em relação à lucratividade – que mede a relação bruta entre a receita média obtida e o custo de produção da oleaginosa -, a safra passada teve resultado positivo em praticamente todas as áreas de plantio direto levantadas pela consultoria. Entre importantes municípios produtores de soja do país, Rio Verde (GO) alcançou 44% de lucratividade, abaixo dos 52% do ano anterior. Cascavel (PR), por sua vez, teve ganho médio de 33%, ante 49% em 2018, e Rondonópolis (MT), 20%, ante 28% no ano anterior.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para 2020, França Júnior diz que o cenário ainda deve ser favorável. “Mesmo com maiores custos de produção, a expectativa positiva para a produtividade, e combinando com preços provavelmente elevados, a tendência é que a renda dos produtores avance pela 14ª safra consecutiva em 2020”, ressalta.</p>
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<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/noticias/agricultura/soja/soja-mesmo-com-maior-custo-renda-do-produtor-deve-avancar-em-2020/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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