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	<title>SementesPiratas &#8211; Atomic Agro &#8211; O Aplicativo que te dá Informações confiáveis de Produtor para Produtor</title>
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	<description>Atomic Agro é muito mais do que um Aplicativo, nele você tem acesso frequente a informações confiáveis de Produtor para Produtor e ainda tem muitas vantagens para Compra e Venda, Conheça!</description>
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		<title>Novo decreto deve endurecer combate a sementes piratas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2020 12:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Sementes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Problema já representa mais de um terço de um mercado que movimenta R$ 24 bilhões por ano.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2190" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/03/VagemSoja_G.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/03/VagemSoja_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/03/VagemSoja_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/03/VagemSoja_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>Um decreto pronto para ser publicado pelo governo federal vai endurecer as regras contra a pirataria de sementes no país, que já representa, segundo estimativas, mais de um terço de um mercado que movimenta R$ 24 bilhões por ano. O objetivo é diferenciar com mais clareza quem burla a lei e produz de forma irregular e os produtores que reservam legalmente cultivares para uso próprio na safra seguinte, e aplicar penas mais severas aos criminosos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo as novas regras previstas no decreto, o Ministério da Agricultura passará a exigir dos agricultores informações sobre todas as variedades salvas de um ano para o outro, e não apenas das cultivares protegidas, como acontece hoje. Também serão criadas “reservas técnicas” de cada cultura para facilitar a identificação de quem cultiva as sementes dentro da lei e de quem as comercializa de forma ilegal.</p>
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<p>“A ideia é agregar mais informações sobre o que é produzido para uso próprio. A única maneira de fazer um controle eficiente e planejar fiscalizações é conhecer melhor esse universo”, afirmou Virgínia Carpi, coordenadora-geral de Sementes e Mudas da Pasta, ao Valor. O plano é desenvolver ferramentas para que as declarações sejam informatizadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No caso da soja, carro-chefe do agronegócio nacional, 29% das sementes plantadas no país não são certificadas de acordo com as normas estabelecidas pela Associação Brasileira de Sementes e Mudas (Abrasem). As sementes de feijão são as que apresentam maior índice de pirataria &#8211; 88%, seguidas por arroz (44%) e algodão (43%).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Se a declaração é só da cultivar protegida, é fácil alegar na fiscalização que aquela variedade é de domínio público. Hoje, não temos como saber se é ou não. Com a nova regra, ficará mais fácil rastrear”, disse ela.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para melhorar esse controle, o decreto prevê um percentual de reserva técnica para delimitar até onde vai a conduta do usuário que salva a semente e onde começa a atuação ilegal. “Se o produtor está fazendo uma quantidade que supera a reserva técnica, deixa de ser uso só para produção própria e passa a existir uma expectativa de comercialização ilegal”, afirmou Carpi. Essa fronteira será definida por normas complementares, e as penalidades contra irregularidades serão mais pesadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“As infrações são brandas demais (multas de R$ 2 mil a R$ 18 mil). A correção que foi feita equipara conduta pirata a de produtor ilegal, o que permitirá multas de até 250% do valor comercial dos produtos”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além das infrações ao sistema de sementes e mudas, a pirataria prejudica a propriedade intelectual, já que não remunera o obtentor, e se reverte em desestímulo a pesquisas, reforçou o engenheiro agrônomo Paulo Campante, diretor executivo de germoplasma da associação CropLife Brasil. O prejuízo chega a R$ 2,4 bilhões ao ano, valor que as empresas deixam de arrecadar em royalties pelas tecnologias desenvolvidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) destacou, ainda, a preservação total do direito de salvar sementes na alteração do decreto. “A redação deixou claro que não pode comercializar a semente salva, que o agricultor deve salvar o volume necessário para o plantio seguinte e comunicar isso ao ministério de forma adequada. São regras objetivas e que agricultor consegue cumprir sem prejudicar seu trabalho”, disse Reginaldo Minaré, consultor em tecnologia da entidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O decreto aguarda despacho na Casa Civil para publicação pelo presidente Bolsonaro. O texto também deixa mais clara a proibição de comercialização do material reservado e a exigência do uso da semente salva apenas na mesma propriedade ou em outra de posse do agricultor.</p>
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<p>Fonte: <a href="https://valor.globo.com/agronegocios/noticia/2020/11/24/novo-decreto-deve-endurecer-combate-a-sementes-piratas.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Valor</a></p>
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