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	<title>Paranaguá &#8211; Atomic Agro &#8211; O Aplicativo que te dá Informações confiáveis de Produtor para Produtor</title>
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	<description>Atomic Agro é muito mais do que um Aplicativo, nele você tem acesso frequente a informações confiáveis de Produtor para Produtor e ainda tem muitas vantagens para Compra e Venda, Conheça!</description>
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		<title>Preço da soja sobe quase 40% no acumulado do ano</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/preco-da-soja-sobe-quase-40-no-acumulado-do-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2020 12:50:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Scot Consultoria afirma que o dólar deverá ser principal fator de direcionamento dos preços.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2190" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/03/VagemSoja_G.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/03/VagemSoja_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/03/VagemSoja_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/03/VagemSoja_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>A valorização do dólar e as exportações aquecidas deram sustentação aos preços da soja em grão no mercado brasileiro em 2020. Segundo levantamento da Scot Consultoria, em Paranaguá (PR), a saca de 60 quilos foi cotada em R$ 104 na última quinta-feira, 20, uma alta de 4% no acumulado de abril. Em relação ao mesmo período de 2019, a soja está custando 39,6% mais neste ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com relação às exportações brasileiras, em abril, até a quarta semana, o Brasil embarcou, em média, 826,6 mil toneladas de soja em grão por dia, 84,6% mais que a média de igual mês do ano passado, segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para o curto prazo, a empresa afirma que o câmbio deverá seguir como principal fator de direcionamento das cotações da soja em grão no mercado brasileiro. Se o dólar subir, a soja tende a acompanhar as valorizações, e vice versa. Já para o médio prazo, do lado da demanda, as exportações brasileiras tendem a diminuir gradualmente a partir de maio, o que pode tirar, em parte, a sustentação dos preços no mercado interno.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“A atenção também está voltada para a safra norte-americana 2020/2021, em fase de plantio, e as exportações de soja dos Estados Unidos para China”, disse a Scot.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/noticias/agricultura/soja/preco-da-soja-sobe-quase-40-no-acumulado-do-ano/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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		<title>Crescem embarques de milho pelo Norte e do Nordeste</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/crescem-embarques-de-milho-pelo-norte-e-do-nordeste/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Nov 2019 11:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atomic Agro]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ganho de competitividade dos portos da região e do Nordeste já abre boas oportunidades para as tradings</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_1438" aria-describedby="caption-attachment-1438" style="width: 760px" class="wp-caption alignnone"><img class="size-full wp-image-1438" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/11/paranagua05_007_G.jpg" alt="" width="760" height="480" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/11/paranagua05_007_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/11/paranagua05_007_G-300x189.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/11/paranagua05_007_G-350x221.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /><figcaption id="caption-attachment-1438" class="wp-caption-text">Foto: Ivan Bueno/ APPA</figcaption></figure>
<p>Ganho de competitividade dos portos da região e do Nordeste já abre boas oportunidades para as tradings</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em meio à forte recuperação dos embarques brasileiros de milho após a quebra da safrinha no ano passado, os portos localizados nas regiões Norte e Nordeste estão ganhando espaço no escoamento do grão, da mesma forma como vem ocorrendo com as vendas de soja do país ao exterior.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com dados da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), de janeiro a outubro deste ano o volume total embarcado alcançou 33,4 milhões de toneladas, 123% mais que em igual período de 2018 (15 milhões), e pelo Norte/Nordeste saíram 10,6 milhões de toneladas, um aumento de 163%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assim, os terminais situados em São Luís/Itaqui (MA), Itacoatiara (AM), Barcarena (PA), Santarém (PA) e Santana (AM), foram as portas de saída de quase 32% do volume total de milho que deixou o país nos dez primeiros meses de 2019. De janeiro a outubro do ano passado, a fatia foi pouco superior a 27%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Conforme números da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) compilados pelo Ministério da Agricultura, de janeiro a setembro, quando as exportações brasileiras de milho totalizaram 29 milhões de toneladas (pouco mais que o registrado pela Anec, por causa de metodologias diferentes) a receita equivalente chegou a US$ 5 bilhões, quase 135% mais que nos nove primeiros meses de 2018 &#8211; no caso dos embarques de soja e derivados (farelo e óleo), carro-chefe da balança do agronegócio do país, foram US$ 26,2 bilhões de janeiro a setembro, 22% a menos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo grandes tradings que lideram as exportações de milho do país, a tendência nesse mercado também é de crescimento cada vez maior do movimento pelo Norte/Nordeste, até porque a maior parte do volume vendido vem das safras de inverno de regiões de Cerrado situadas “de Mato Grosso para cima”, plantadas após finalizada a colheita de soja.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E, graças aos ganhos logísticos obtidos com a maior utilização dos terminais da região em detrimento dos localizados no Centro-Sul, surgem oportunidades até para vendas de milho a clientes nos EUA, país que lidera as exportações mundiais da commodity.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Neste ano, o primeiro embarque de milho brasileiro ao mercado dos EUA foi realizado pela americana Cargill. Do Terminal Marítimo de Ponta da Madeira, operado pela Vale, adjacente ao porto de Itaqui, no Maranhão, partiu no navio MV Qing Hua Shan, no dia 25 de setembro, uma carga de pouco mais de 53 mil toneladas embarcadas pela subsidiária brasileira da múlti.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com a empresa, as vendas brasileiras são muito competitivas para a Costa Leste dos EUA, e grande parte desse volume foi originado no sul do Maranhão, principalmente na região de Balsas, onde a produção de milho safrinha tem crescido em torno de 10% nos últimos anos. “Além disso, as movimentações no Terminal de Ponta da Madeira tem crescido fortemente nos últimos anos, de 500 mil toneladas de milho na safra 2012/13 para 2,5 milhões este ano”, destacou a companhia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Cargill disputa a liderança das exportações brasileiras de milho e neste ano prevê exportar mais de 6,5 milhões de toneladas, o que será um recorde para a empresa. No país, a empresa escoa as exportações sobretudo pelos portos de Ponta da Madeira, Santarém, Santos e Paranaguá, e o cereal é destinado sobretudo a clientes no México, na Colômbia, na Europa, na África e na Ásia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1188" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-01-1.png" alt="" width="750" height="201" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-01-1.png 750w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-01-1-300x80.png 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-01-1-350x94.png 350w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://valor.globo.com/agronegocios/noticia/2019/11/05/crescem-embarques-de-milho-pelo-norte.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Valor</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Caminho livre para o avanço da exportação de soja do país</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/caminho-livre-para-o-avanco-da-exportacao-de-soja-do-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Oct 2019 13:08:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os produtores brasileiros de soja serão os principais beneficiados pelo cenário de margens apertadas e menor crescimento de demanda pelo grão americano na próxima década.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-517" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/07/saf.jpg" alt="" width="760" height="506" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/07/saf.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/07/saf-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/07/saf-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>Brasil deverá suprir metade do aumento da demanda até 2028/29</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os produtores brasileiros de soja serão os principais beneficiados pelo cenário de margens apertadas e menor crescimento de demanda pelo grão americano na próxima década. Cálculos do Rabobank indicam que o consumo global da oleaginosa deverá aumentar em 70 milhões de toneladas até a safra 2028/29, para 415 milhões, e que metade desse volume será suprido pelo Brasil.</p>
<p>A preços atuais, essas 35 milhões de toneladas adicionais representariam mais US$ 12,5 bilhões em divisas. A estimativa leva em conta que a epidemia de peste suína africana na China esteja solucionada e, apesar das incertezas, considera um cenário em que a guerra comercial entre o país asiático e Estados Unidos não esteja na equação.</p>
<p>Não poderia ser diferente, dado o peso que o Brasil já tem nesse mercado, no qual lidera produção e exportações. Os sinais positivos estão ficando cada vez mais nítidos, reforçando uma tendência que já prevaleceu na última década. No estudo “2019 Soybeans Baseline”, o banco holandês lembra que, nesse período, o Brasil já abocanhou de 10% a 12% de participação no mercado global de soja que antes pertencia aos americanos.</p>
<p>“Esse cenário desafiador para os Estados Unidos poderá motivar um avanço significativo do cultivo no Brasil”, afirma Victor Ikeda, analista do Rabobank no Brasil. Ele projeta que, no ciclo 2027/28, a área plantada com soja deverá chegar a 45 milhões de hectares, ante os 36,5 milhões estimados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para esta safra 2019/20. Para a colheita, o avanço deverá chegar perto de 30%, atingindo 157 milhões de toneladas.</p>
<p>Apesar da peste suína, que reduziu a demanda de soja da China para a produção de ração, o país asiático continuará a ser o principal destino do grão brasileiro e poderá absorver 80% dos embarques do país no horizonte traçado. Mas, se hoje a demanda chinesa pela oleaginosa diminuiu, a tendência, segundo Ikeda, é que na próxima década o consumo se restabeleça.</p>
<p>Para Ikeda, as atuais vantagens competitivas do Brasil farão a diferença na disputa pelo mercado com os americanos. “A vantagem dos EUA até agora era a logística. Mas a pequena expansão da área americana nos últimos anos ocorreu longe dessa estrutura de escoamento”. O mesmo ocorre na Argentina, terceiro maior país exportador da oleaginosa, atrás de Brasil e EUA.</p>
<p>Já no Brasil acontece o oposto. “As áreas de produção de soja estão avançando próximas do Arco Norte”, afirma. “Dessa forma, os preços pagos pelo grão no Brasil são menos impactados pela logística tradicional dos portos do Sul e do Sudeste do país”. Além disso, ele lembra que no Brasil ainda há muitas áreas de pastagens que podem ser convertidas em lavouras de grãos. “A partir de um preço da soja da ordem de US$ 8,50 por bushel [medida equivalente a 27,2 quilos], essa troca já é favorecida”, diz Ikeda.</p>
<p>No relatório divulgado no começo desta semana, o banco holandês traçou um cenário base para a produção de soja americana nos próximos dez anos. A projeção considera a continuidade da guerra comercial e dos reflexos da peste suína, fatores que deverão ajudar a inflar os estoques dos Estados Unidos para quase 20 milhões de toneladas e provocar queda dos preços pagos aos produtores americanos.</p>
<p>Nesse contexto, prevê o Rabobank, esses preços deverão ficar entre US$ 8,90 e US$ 9,30 por bushel nos próximos dez anos &#8211; US$ 9,10, em média, no cenário base. Conforme o relatório, a guerra comercial, sozinha, reduzirá as cotações de US$ 1 a US$ 2 por bushel entre 2018/19 e 2028/29. Já a peste suína africana terá impacto de entre US$ 0,50 por bushel a US$ 1 por bushel no período. Ikeda observa que a média dos preços na bolsa de Chicago na última década foi de US$ 11 por bushel.</p>
<p>Já a área americana de produção da oleaginosa deverá recuar 2,8 milhões de hectares ante 2017/18, quando o plantio superou os 36,4 milhões. A área média destinada à cultura nos EUA será de 32,7 milhões de hectares a 33,9 milhões de hectares. Essa perda, segundo o banco, equivale a um recuo de 8,8 milhões a 9,5 milhões de toneladas de potencial produtivo. Com isso, as exportações americanas do grão deverão permanecer abaixo de 54,4 milhões de toneladas.</p>
<p>O banco também avaliou como seria o cenário sem a influência da guerra comercial e da peste suína, no qual as exportações americanas seriam entre 5,4 milhões de toneladas e 8,1 milhões de toneladas maiores que o cenário base. Nesse caso, os preços ao produtor seriam entre US$ 2 a US$ 2,50 maiores.</p>
<p>Se a guerra comercial sino-americana chegar ao fim &#8211; encerrando a cobrança da tarifa de 25% imposta pela China à soja dos EUA &#8211; mas a peste suína africana persistir, preços, exportações e área plantada aumentariam nos EUA. Ainda assim, os estoques continuariam a pesar. Nesse cenário, a exportação americana chegaria próxima das 59 milhões de toneladas, e a área plantada no país, a 34,8 milhões de hectares.</p>
<p>Por fim, o banco holandês avaliou a possibilidade de a área voltar a crescer de forma acentuada já em 2020/21 nos Estados Unidos &#8211; chegando perto dos 36,4 milhões de hectares de 2017/18. Se isso acontecer, os preços ao produtor devem cair abaixo dos US$ 7,50 por bushel já na safra 2020/21.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1190" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-01.png" alt="" width="750" height="201" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-01.png 750w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-01-300x80.png 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-01-350x94.png 350w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://valor.globo.com/agronegocios/noticia/2019/10/18/caminho-livre-para-o-avanco-da-exportacao-de-soja-do-pais.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Valor</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Com navios parados, Irã ameaça cortar importações</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/com-navios-parados-ira-ameaca-cortar-importacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jul 2019 14:35:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Exportações]]></category>
		<category><![CDATA[Importações]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Paranaguá]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A confusão levou o embaixador do Irã a fazer duras declarações, ameaçando suspender as importações de produtos brasileiros se o problema dos navios não for solucionado.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_517" aria-describedby="caption-attachment-517" style="width: 760px" class="wp-caption alignnone"><img class="size-full wp-image-517" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/07/saf.jpg" alt="" width="760" height="506" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/07/saf.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/07/saf-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/07/saf-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /><figcaption id="caption-attachment-517" class="wp-caption-text">Foto: Ivan Bueno/APPA</figcaption></figure>
<p>O imbróglio envolvendo os navios iranianos que estão parados no porto de Paranaguá (PR) há mais de 50 dias devido à recusa da Petrobras em abastecer as embarcações escancarou os desafios para manter o fluxo de exportações para o Irã, um país importante para a balança comercial.</p>
<p>A confusão, que foi judicializada e está no Supremo Tribunal Federal (STF), levou o embaixador do Irã em Brasília, Seyed Ali Saghaeyan, a fazer duras declarações, ameaçando suspender as importações de produtos brasileiros se o problema dos navios não for solucionado.</p>
<p>No primeiro semestre, o país persa representou o quarto maior superávit comercial do Brasil, só atrás de China, Holanda e Panamá, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Entre janeiro e junho, o superávit com o Irã chegou a US$ 1,7 bilhão.</p>
<p>Em razão das sanções americanas ao país do Oriente Médio, os brasileiros só exportam produtos agropecuários ao Irã (basicamente, soja, milho, carne bovina e açúcar). No primeiro semestre, as exportações desses produtos renderam US$ 1,9 bilhão, conforme dados da Secex compilados pelo Ministério da Agricultura.</p>
<p>Tecnicamente, os alimentos estão fora das sanções aplicadas por Washington. O problema é que os iranianos enfrentam muitas dificuldades para ter acesso a moedas fortes, o que levou Teerã a incentivar operações de troca, afirmou ao Valor uma fonte do governo que acompanha os desdobramentos.</p>
<p>O caso dos dois navios parados em Paranaguá joga luz sobre o problema das trocas de mercadorias. Embora essa não seja a justificativa para a Petrobras se negar a abastecer as embarcações &#8211; os navios de bandeira iraniana, que vieram ao Brasil carregando ureia, estão na lista de sanções dos Estados Unidos -, o Irã não terá muitas opções que não o escambo para viabilizar a importação de alimentos.</p>
<p>Ocorre que uma das opções do Irã seria oferecer ureia (usada como fertilizante) como forma de pagamento aos brasileiros, mas o produto também está na lista de sanções dos Estados Unidos, observou uma fonte. Nesse cenário, Brasília e setor privado teriam de negociar uma espécie de permissão (&#8220;waiver&#8221;) dos Estados Unidos para aceitar esses produtos. &#8220;O espírito das sanções seria mantido, porque a motivação é humanitária. Para exportar alimentos&#8221;, argumentou.</p>
<p>Para o agronegócio brasileiro, a manutenção das exportações é relevante. No caso do milho, o Irã é o principal mercado, representando cerca de 30% dos embarques totais. No primeiro semestre, as exportações brasileiras de milho ao Irã renderam US$ 470 milhões.</p>
<p>O país persa também é estratégico para os frigoríficos, que direcionam cortes do dianteiro pouco demandados no mercado nacional. Neste ano, o Irã aparece como o terceiro maior importador de carne do Brasil, se consideradas as compras feitas por via indireta.</p>
<p>Como o Valor já informou, parte da carne bovina destinada à Turquia e Emirados Árabes Unidos é destinada, na verdade, ao Irã &#8211; a carga vai de caminhão para o país persa. Essa é uma das estratégias para contornar as sanções ao Irã, mas a escalada do conflito diplomático com os EUA vem dificultando até essa opção.</p>
<p>Em relação à Brasília, as relações com o Irã tiveram um ponto de atrito ontem, com as declarações do embaixador. No Ministério da Agricultura, no entanto, as falas de Saghaeyan foram minimizadas. Seria um desastre, mas não acreditamos em retaliação&#8221;, disse uma fonte da pasta. &#8220;É um pouco de chantagem. A solução é vir outro navio iraniano para abastecer&#8221;, disse a mesma fonte. Na avaliação do setor, o Irã tem poucas alternativas para substituir a carne e os grãos brasileiros.</p>
<h5>Fonte: Valor</h5>
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		<title>Portos do Paraná têm saldo positivo de US$ 1,87 bilhão</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jul 2019 11:00:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As exportações representaram 56,5% do valor total e geraram US$ 8 bilhões em receita. As importações somaram US$ 6,15 bilhões (43,5% do total).</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-472" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/07/paranagua05_003.jpg" alt="" width="760" height="468" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/07/paranagua05_003.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/07/paranagua05_003-300x185.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/07/paranagua05_003-350x216.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<h6>Foto: Ivan Bueno/APPA</h6>
<p>Os portos paranaenses movimentaram no primeiro semestre do ano mais de US$ 14 bilhões em mercadorias. As exportações representaram 56,5% do valor total e geraram US$ 8 bilhões em receita. As importações somaram US$ 6,15 bilhões (43,5% do total). Com isso, os terminais paranaenses tiveram saldo positivo de US$ 1,87 bilhão.</p>
<p>Segundo dados do Ministério da Economia, Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), o Porto de Paranaguá ocupa o terceiro lugar ente os portos públicos brasileiros em valor gerado com as exportações. “Ficamos atrás apenas do porto de Santos, que tem o triplo de cais e é o maior do país, e de Itaguaí, no Rio de Janeiro, que transporta minério de ferro e, por isso, tem uma grande participação nas exportações nacionais”, explica Luiz Fernando Garcia, diretor-presidente da empresa pública Portos do Paraná.</p>
<h4></h4>
<h4><strong>EXPORTAÇÕES</strong></h4>
<p>O produto que mais gerou receita no período foi a soja. O grão exportado pelo Porto de Paranaguá gerou mais de US$ 2,13 bilhões. Desse total, US$ 1,9 bilhão &#8211; quase 90%, teve como destino a China.Os outros dois principais países compradores da soja embarcada no Paraná foram Bangladesh (cujo comércio gerou receita de cerca de US$ 79 milhões) e Holanda (US$ 59 milhões).</p>
<p>O segundo produto que mais gerou receita no semestre foi a carne de frango: quase US$ 1,9 bilhão. A China é o principal destino (US$ 303,5 milhões), seguida do Japão (US$ 149,5 milhões) e Emirados Árabes (US$ 126,5 milhões). O terceiro produto no ranking das exportações, em valor gerado, foi o farelo de soja: US$ 1 bilhão, sendo Holanda (US$ 233,2 milhões), França (US$192 milhões) e Coreia do Sul (US$138,7 milhões) os maiores compradores.</p>
<p>Destaque ainda para a celulose (US$ 385 milhões), milho (US$ 342 milhões) e carne de boi (US$ 336 milhões).</p>
<h4></h4>
<h4><strong>IMPORTAÇÕES</strong></h4>
<p>Entre os principais produtos importados pelos terminais paranaenses estão os fertilizantes, os derivados do petróleo e os veículos. Somente em fertilizantes, de todos os tipos, os portos de Paranaguá e Antonina movimentaram US$ 1,33 bilhão. Considerando as cinco variedades de adubos importados, as principais origens foram Canadá, China, Estados Unidos, Marrocos e Rússia.</p>
<p>Em derivados de petróleo foram US$ 754,9 milhões importados. O produto veio, principalmente, dos Estados Unidos, da Holanda e dos Emirados Árabes. As importações de veículos somaram US$ 603,5 milhões, no semestre.</p>
<p>Os automóveis chegaram, principalmente, da Argentina, do México e da Alemanha.</p>
<h5></h5>
<h5>Fonte: Agência de Notícias do Paraná</h5>
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