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	<title>Paraná &#8211; Atomic Agro &#8211; O Aplicativo que te dá Informações confiáveis de Produtor para Produtor</title>
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	<description>Atomic Agro é muito mais do que um Aplicativo, nele você tem acesso frequente a informações confiáveis de Produtor para Produtor e ainda tem muitas vantagens para Compra e Venda, Conheça!</description>
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		<title>Paraná discute novo calendário para vazio sanitário da soja</title>
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		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jul 2021 11:30:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O objetivo é aprimorar os dispositivos da legislação e respeitar as condições próprias de cada região.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2442" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/03/VagemSoja_G-1.jpg" alt="" width="760" height="503" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/03/VagemSoja_G-1.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/03/VagemSoja_G-1-300x199.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/03/VagemSoja_G-1-350x232.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>O setor produtivo do Paraná está discutindo sugestões a respeito do controle da ferrugem asiática a serem enviadas ao Ministério da Agricultura (MAPA). A ideia, segundo a Secretaria de Agricultura, é aprimorar os dispositivos da legislação e respeitar as condições próprias de cada região.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O importante é termos uma estratégia técnica para gastar menos, ter menos custo. Qualquer grama a menos que gastar em fungicida é resultado maior no bolso”, disse o secretário Norberto Ortigara em comunicado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O setor está avaliando a portaria 306 do Mapa, que revisa e atualiza procedimentos no Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja. Segundo o gerente de Sanidade Vegetal da Adapar, Renato Rezende Young Blood, entre as novidades, a portaria acrescenta ao conceito de vazio sanitário a proibição de semear soja no período de 90 dias. Até agora, era proibido cultivar, manter ou permitir a existência de plantas vivas de soja em qualquer estágio vegetativo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Dessa forma, produtores iniciavam a semeadura alguns dias antes do término do período, quando sentiam que as condições climáticas já permitiam esse processo, e sabendo que elas não iriam emergir até o final, destaca a pasta. “É uma grande diferença, pois pela nova portaria ninguém mais pode plantar soja até o fim do vazio sanitário”, disse Blood.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A nova portaria determina, ainda, que até 31 de dezembro de cada ano o estado envie ao ministério sugestões de datas para início e término do vazio sanitário. No caso do Paraná, para a atual safra foi definido de 10 de junho a 10 de setembro. Os estados também deverão definir o calendário de plantio, que deve ser de até 110 dias consecutivos de semeadura. Como a exigência de calendário é nacional, o ministério pretende reduzir as diferenças grandes de um estado para outro.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/projeto-soja-brasil/parana-discute-novo-calendario-para-vazio-sanitario-da-soja/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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		<item>
		<title>Colheita da 2ª safra de milho começa com previsão de quebra no Paraná</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/colheita-da-2a-safra-de-milho-comeca-com-previsao-de-quebra-no-parana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jun 2021 11:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Safra20/21]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A estiagem prejudicou o desenvolvimento e a previsão é de redução de 13,4% no volume em comparação ao ciclo anterior.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1489" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/11/ColheitaMIlho_G.jpg" alt="" width="760" height="503" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/11/ColheitaMIlho_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/11/ColheitaMIlho_G-300x199.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/11/ColheitaMIlho_G-350x232.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>Os produtores de milho no Paraná iniciaram a colheita da segunda safra 2020/21. No entanto, a estiagem prejudicou e a previsão é de redução de 13,4% no volume em comparação ao ciclo anterior. A análise está no Boletim de Conjuntura Agropecuária elaborado pelo Departamento de Economia Rural, da <a href="http://www.agricultura.pr.gov.br/">Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento</a>, referente à semana de 29 de maio a 02 de junho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A previsão é colher 10,3 milhões de toneladas na safrinha de milho. No ciclo 2019/20, o volume ficou em 11,9 milhões de toneladas. Essa redução de 13,4% se deve, sobretudo, à estiagem que atingiu o Estado desde o ano passado, com chuvas irregulares e, de modo particular, a ausência de precipitação em períodos mais críticos para o desenvolvimento das plantas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Essa mesma situação de seca severa comprometeu também a qualidade do produto. As informações que chegam ao Deral, vindas dos técnicos que atuam no campo, apontam que apenas 22% da área total de 2,5 milhões de hectares estão em condições boas. Em situação mediana encontram-se 46% da área, enquanto 32% têm condições ruins.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<div id="google_ads_iframe_/21692678505/Canal_Rural_Display/BALCAO_RURAL_DESK_0__container__">Historicamente, a colheita da safrinha de milho começa no final de maio, avança de forma tímida durante junho, ganha volume em julho e agosto, e finaliza em setembro/outubro.</div>
<div></div>
</div>
<p>A expectativa é que as chuvas ocorridas nos últimos dias aumentem a umidade e ajudem a estancar as perdas de produção. Para os produtores, os preços continuam altos, com a saca de 60 quilos negociada em torno de R$ 80,00.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/noticias/agricultura/milho/colheita-da-segunda-safra-pr/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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		<item>
		<title>Cigarrinha causa quebra de 50% na produtividade do milho</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/cigarrinha-causa-quebra-de-50-na-produtividade-do-milho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Feb 2021 11:30:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Produtores de milho do Sul sofrem com ataque da praga e temem não cumprir contratos.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-3889" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2021/02/CigarrinhaMilho_G.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2021/02/CigarrinhaMilho_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2021/02/CigarrinhaMilho_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2021/02/CigarrinhaMilho_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>Produtores de milho do Sul do país estimam quebra de mais de 50% na produtividade da safra verão 2020/21. O dano foi causado pelo ataque da cigarrinha, que afetou vários estados da região.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em uma lavoura de milho em Castro (PR), entre os 800 hectares plantados, mais de 40% da área foi atacada pela praga. Na área mais afetada, a estimativa é que a produtividade caia de 186 para 116 sacas por hectare. “Essa lavoura, se for colhida, corre da qualidade do grão cair bastante. Uma das alternativas para esse milho é fazer silagem ou correr o risco de tentar colher ele um pouco mais úmido”, relata o produtor rural Paulo Bertolini.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para Sandero Leffers, que compra milho para silagem desde 2009 e adquiriu uma área de 180 hectares para o plantio grão, a expectativa é vender 25% a mais de silagem do que na temporada passada. “Nós estamos com uma lavoura que a princípio foi condenada para a colheita de grãos. Mas produtores nos procuraram para ver a possibilidade de fazer uma silagem de milho porque o ponto que o dano é feito pela cigarrinha ainda não é tão grande”, explica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pela primeira vez sofrendo com o ataque de cigarrinhas, a região também teve impactos com a falta de chuva. “A propagação da cigarrinha foi favorecida devido à condição climática, quando em setembro tivemos uma das maiores secas dos últimos 60 anos dentro da nossa região e com temperaturas elevadas”, aponta o engenheiro agrônomo Mauricio Zanon.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E mesmo usando sementes mais resistentes, os produtores de Santa Catarina também esperam grande prejuízo. Em uma propriedade em São Domingos, a produtividade deve cair de 250 para 39 sacas por hectare. “Isso vai abalar bastante o agronegócio e a cadeia produtiva. Nós, como produtores, estamos perdendo e a agroindústria vai sentir a necessidade desse milho que não vai entrar no mercado”, afirma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Produtores de Xanxerê, no oeste do estado, produtores estão preocupados em não cumprir os contratos negociados. “A situação é bastante preocupante porque não se tem muitas opções que podem ser empreendidas para minimizar o prejuízo, além de colher o milho com muito mais umidade. Pedimos até uma atenção das empresas fornecedoras de híbridos para que no próximo ano procure nos oferecer sementes com nota mais elevadas, no sentido de serem tolerantes a essa praga”, conta o engenheiro agrônomo, Otacílio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No município de Abelardo Luz, a estimativa é de quebra de 50% na comparação com a safra anterior. “Para que a gente consiga reverter esse 70% de ataque e os 50% de quebra nas lavouras, é muito importante fazer o controle químico associado ao controle biológico de acordo com a divulgação das universidades e instituições de pesquisa para que não venha acontecer essa quebra novamente”, esclarece Vinicius Bodanese Demarch, engenheiro agrônomo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para prevenir o ataque das cigarrinhas, além do produtor usar cultivares tolerantes, é indicado ao produtor não fazer o plantio em datas específicas, assim como ter atenção no manejo com as plantas tigueras. “As tigueras são plantas de milho que nascem espontaneamente de grãos perdidos da última colheita e servem de abrigo para a cigarrinha e a própria doença, ou seja, plantas tigueras são a ponte para levar a cigarrinha para a lavoura”, esclarece o pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo, Walter Meireles.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“As plantas mais novas são mais sensíveis ao ataque da cigarrinha, enquanto que as plantas mais adultas, pós-florescimento, são menos sensíveis, por isso, medidas preventivas são importantes, antes do plantio e logo após a emergência das plantas”, completa.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/sites-e-especiais/mais-milho/cigarrinha-causa-quebra-de-50-na-produtividade-do-milho/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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		<title>Paraná colheu 158 mil toneladas de feijão</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/parana-colheu-158-mil-toneladas-de-feijao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jan 2021 11:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Feijão]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Paraná]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estado do Paraná já registrou a colheita de 158,0 mil toneladas de feijão.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-3767" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Feijao_G.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Feijao_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Feijao_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Feijao_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>De acordo com o Ibrafe (Instituto Brasileiro do Feijão e Pulses), o estado do Paraná já registrou a colheita de 158.000 toneladas de feijão. Destes, restam apenas 10% do produto nos armazéns, destaca a entidade mais representativa do setor de pulses no Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“As vendas que ocorreram ontem e foram relatadas indicam que os preços recuaram para o Feijão-carioca ao redor de R$ 255/260, FOB (Free on Board) área produtora. ‘Mas eu esperava que o preço disparasse’, comentava um empacotador do interior de Minas Gerais. Porém os preços estão em patamares históricos bastante elevados”, comenta o presidente do Instituto, Marcelo Lüders.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Contudo, ressalta o dirigente, há outro fato que se precisa ter em mente. “No momento da colheita mais intensa há necessidade de pagar as contas e podem realmente haver recuos. Em algum momento futuro, antes da colheita da segunda safra, será o momento que o cobertor tenderá a ficar curto”, explicou Lüders.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com a Secretaria de Agricultura do Paraná (Seapa), a safra naquele estado já tem colhido 51% em relatório publicado esta semana. “Isto significa que 158 mil toneladas já foram colhidas e, destas, cerca de 40% já foram comercializadas. O relato de perdas em lavouras começou a pipocar ontem, durante o dia, em decorrência das chuvas que vêm acontecendo agora. A estiagem atrasou um pouco o plantio, tanto que a área colhida em relação a anos anteriores está um tanto quanto atrasada e agora as chuvas chegaram no pior momento”, conclui o presidente do Ibrafe.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.agrolink.com.br/noticias/parana-colheu-158-mil-toneladas-de-feijao_445134.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agrolink</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Soja: Paraná segue com muitas chuvas, mas tempo seco começa a voltar</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/soja-parana-segue-com-muitas-chuvas-mas-tempo-seco-comeca-a-voltar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2020 13:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Chuva]]></category>
		<category><![CDATA[Paraná]]></category>
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		<category><![CDATA[Seca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rio Grande do Sul pode ter uma sexta-feira com tempo firme. No Centro-Oeste e Sudeste chuvas se espalham.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://atomicagro.com.br/soja-parana-segue-com-muitas-chuvas-mas-tempo-seco-comeca-a-voltar/">Soja: Paraná segue com muitas chuvas, mas tempo seco começa a voltar</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://atomicagro.com.br">Atomic Agro - O Aplicativo que te dá Informações confiáveis de Produtor para Produtor</a>.</p>
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<p>Enquanto o Paraná segue com previsão de chuvas bastante abundantes nestes dois próximos dias. O tempo seco já começa a retornar para parte da região Sul. No Centro-Oeste e Sudeste as chuvas manchadas se espalham e podem trazer chuvas para várias áreas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SUL</strong></p>
<p>Os temporais previstos para esta quinta-feira, em toda a região Sul, se confirmaram. Eles devem afetar com mais intensidade e, maiores volumes acumulados, o leste, noroeste e norte do Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina, sul e oeste do Paraná.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na sexta-feira ainda chove de maneira generalizada em todo o Paraná, com maiores acumulados no noroeste, norte e nordeste do estado. Em Santa Catarina também chove desde o centro até o oeste do estado, mas com volumes bem inferiores aos dos últimos dias. Já o Rio Grande do Sul pode ter chuvas no norte do estado apenas e com baixos acumulados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SUDESTE</strong></p>
<p>Nesta quinta-feira ainda chove em todo o estado de São Paulo, sendo que os maiores acumulados ocorrem no sul. Em Minas também chove desde o norte até o sul, só que de maneira bastante manchada e sem grandes acumulados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na sexta-feira, as chuvas se intensificam e afetam toda a região. Os maiores acumulados acontecem no sudeste de Minas Gerais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CENTRO-OESTE</strong></p>
<p>Nesta quarta-feira há chance de chuvas fracas no oeste, noroeste e nordeste de Mato Grosso e norte de Mato Grosso do Sul. No sul matogrossense, as instabilidades devem ser mais volumosas. Em Goiás o tempo segue firme.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na sexta-feira a faixa de instabilidade se espalha pelos três estados, mas a tendência é de garoas leves em quase todas as regiões. A exceção é o sul de Mato Grosso do Sul.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>NORDESTE</strong></p>
<p>Nesta quarta-feira o tempo segue firme e seco em toda a região.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já na sexta há chance de chuvas pontuais entre o Maranhão e o Piauí, assim como garoas manchadas no oeste da Bahia. Mas em ambos os casos, o tempo seco é a tendência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>NORTE</strong></p>
<p>Nesta quinta-feira tem condição de chuva se espalhando para todas as áreas da Região Norte do país, ainda com chance de temporais, especialmente no período da tarde e sobre o estado de Rondônia. No estado do Tocantins, aos poucos a chuva volta a ocorrer de forma isolada e passageira, mas que ainda não chega ao sul do estado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sexta-feira ainda com chuva por todas as áreas da Região Norte, com maiores acumulados entre o Acre, oeste do Amazonas, nordeste do Pará e Amapá. Destaque para a capital Porto Velho, que pode ter chuva forte. Mesmo com a chuva, a sensação é de abafamento.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/projeto-soja-brasil/soja-parana-segue-com-muitas-chuvas-mas-tempo-seco-comeca-a-voltar/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Nove cidades do Paraná terão rodízio de água por causa da seca</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/nove-cidades-do-parana-terao-rodizio-de-agua-por-causa-da-seca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2020 12:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Seca]]></category>
		<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Safra20/21]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Chuva prevista para os próximos dias não deve ser suficiente para reverter o déficit hídrico no estado.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-3606" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/11/CampoSeco_G.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/11/CampoSeco_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/11/CampoSeco_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/11/CampoSeco_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>A <strong><a href="http://site.sanepar.com.br/">Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar)</a> </strong>anunciou a implantação de um rodízio de distribuição de água, que começa nesta segunda-feira, 30, em nove cidades do oeste e sudeste do estado. De acordo com o órgão, a medida visa diminuir os impactos causados pela estiagem severa. “A medida é necessária e será aplicada para garantir que todas as regiões das cidades recebam água”, afirma a gerente geral, Rita Camana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“As chuvas previstas devem vir em volume pequeno. Não vão resolver o déficit hídrico e não trarão alívio para o abastecimento e <strong>nem para a lavoura</strong>, que também sofre com a seca prolongada”, afirmou a companhia, em nota.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para acompanhar a programação do rodízio em cada cidade, é preciso acompanhar o site <strong>www.sanepar.com.br,  </strong>onde serão divulgadas as datas e horários de fechamento para cada cidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em agosto deste ano, o Paraná passou a integrar o Monitor da Seca, grupo criado devido à seca do Nordeste do país em 2012. Dados do observatório mostram que 62% do território paranaense estão afetados pela seca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Sudeste </strong></h3>
<p>Nas cidades do sudeste do estado, entram na programação do rodízio os sistemas de abastecimento de Capanema, Planalto, Salgado Filho, Pranchita, Dois Vizinhos e Nova Prata do Iguaçu.</p>
<p>Em levantamento realizado pela Senepar, constou que os rios responsáveis pelo abastecimento perderam de 70% a 90% no volume de água, como é o caso do Rio Siemens, que abastece Capanema e Planalto, o Rio Jirau Alto, que fornece água para Dois Vizinhos, e o Rio Tamanduá, em Salgado Filho, que praticamente secou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Oeste</strong></h3>
<p>Já na região oeste, farão parte da medida as cidades de Cascavel, Medianeira e Três Barras do Paraná.</p>
<p>Os rios Cascavel, Peroba, Saltinho e São José, em Cascavel, também apresentaram mais de 50% de baixa no volume de água. O Rio Alegria, em Medianeira, voltou a perder vazão acima de 40%. E o Trigolândia, que abastece Três Barras do Paraná, teve queda acentuada, chegando a reduzir 90% no seu volume.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/programas/informacao/mercado-e-cia/cidades-parana-rodizio-agua-seca/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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		<item>
		<title>Paraná deverá produzir 40 milhões de toneladas de grãos</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/parana-devera-produzir-40-milhoes-de-toneladas-de-graos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2020 12:43:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Safra]]></category>
		<category><![CDATA[Paraná]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Paraná começa a plantar a safra de grãos de verão 2020/21 mas a continuidade do clima seco é a maior preocupação dos produtores.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-890" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/shutterstock_63388762-2.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/shutterstock_63388762-2.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/shutterstock_63388762-2-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/shutterstock_63388762-2-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>A Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento divulgou relatório mensal de acompanhamento da safra nesta sexta-feira (25), relativa ao mês de setembro, que estima uma produção de 24,3 milhões de toneladas para a safra de grãos de verão 2020/21, e 40,8 milhões de toneladas para a safra total de grãos 2019/20 que está em fase de encerramento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Paraná começa a plantar a safra de grãos de verão 2020/21 mas a continuidade do clima seco, que se configurou na maior estiagem dos últimos 100 anos, segundo o Simepar, é a maior preocupação dos produtores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para o secretário estadual da Agricultura, Norberto Ortigara, o quadro pode ser preocupante por causa da falta de chuvas, mas ele espera uma boa safra de grãos no Estado no ano que vem. Ele disse que a expectativa de safra é sempre conservadora no início mas que pode surpreender no decorrer do desenvolvimento das lavouras e a normalização do clima.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ele citou o avanço importante da colheita de trigo no Paraná que este ano está rendendo uma excelente produção, em que o produtor está sendo compensado com a boa qualidade dos grãos e elevação nos preços.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em relação à falta de chuvas, Ortigara disse que o produtor ainda pode trocar de cultivares usando as de ciclo mais curto quando tiver mais umidade no solo para não comprometer tanto o desempenho da safra, recomendou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O ideal seria seguir o zoneamento climático e com boa umidade do solo o produtor pudesse tranquilamente semear a soja e o milho”, disse. “Mas a situação este ano reforça a necessidade que o produtor tem de fazer um plantio direto cada vez mais correto, de alta qualidade, guardando mais água no solo com proteção de palhada bem feita para não enfrentar problemas com o clima”, acrescentou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SOJA</strong> &#8211; O clima ainda está muito seco para o plantio da soja. Por enquanto houve cultivo apenas na região Sudoeste do Estado. Na média dos últimos três anos, o plantio já teria ocupado uma média de 8% da previsão de área plantada. No ano passado nessa mesma época já havia 3% da área prevista plantada. O que não é pouco se considerar que o Deral está prevendo um plantio recorde de 5,54 milhões de hectares na safra 20/21, disse o economista Marcelo Garrido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo ele, o produtor não está propenso a plantar enquanto as chuvas não retornarem com mais intensidade, o que está um pouco difícil em ano de anúncio da corrente La Niña, em que a incidência de chuvas nas regiões Sul e Sudeste é menor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O economista chamou a atenção para um quadro semelhante ocorrido no ano passado quando houve falta de chuvas até o mês de setembro, mas quando voltaram no mês de outubro o plantio foi em ritmo acelerado. O Deral mantém a previsão de produção de 20,4 milhões de toneladas de soja na safra 20/21.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se por um lado o produtor está um pouco frustrado com as chuvas, por outro está animado com as vendas antecipadas de soja. Este ano, 37% da produção esperada já foi vendida, mais do que o dobro do ano passado, quando nessa mesma época 15% da safra estava vendida, comparou Garrido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A soja continua com preços elevados, em torno de R$ 127,00 a saca com 60 quilos, atribuídos à valorização do grão no mercado internacional e ao câmbio também valorizado. A China continua comprando muita soja, elevando a demanda mundial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MILHO</strong> &#8211; Apesar do período seco, 34% da previsão de plantio de milho para a temporada 20/21 já foi efetivada. Ao contrário da soja, esse percentual não é muito se considerar que a previsão é plantar 360 mil hectares na primeira safra, disse o analista do Deral, Edmar Gervásio. A maior parte do plantio de milho ocorreu nas regiões de Ponta Grossa, Guarapuava e Região Metropolitana de Curitiba, que juntas detêm mais de 50% de toda a área plantada no Estado nesse período do ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O ideal para o plantio ocorre nos meses de outubro e novembro. Mas os produtores preferem antecipar para plantar a segunda safra de milho com mais folga no início do ano que vem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A segunda safra de milho do período 2019/20 está sendo finalizada com bons preços para o produtor e uma perda de produção em relação ao que vinha sendo esperado. Está com 98% da área plantada já colhida, devendo alcançar um volume de 11,7 milhões de toneladas, cerca de 1,5 milhão de toneladas a menos que a expectativa inicial do Deral, que era colher 13,1 milhões. Nessa safra foram plantados 2,28 milhões de hectares.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A cultura foi prejudicada pela falta de chuvas que provocaram prejuízos em torno de R$ 1 bilhão aos produtores. “Esse valor é o que o produtor deixou de ganhar, mas certamente está sendo compensado com a elevação nos preços que nos últimos dias ultrapassaram os R$ 50,00 a saca com 60 quilos”, disse Gervásio. Na média do ano os preços se mantiveram acima de R$ 40,00 a saca durante o ano, o que foi muito bom para os produtores, acrescentou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Novamente, ao contrário da soja, o milho não é vendido de forma tão antecipada, sendo que somente 8% da produção esperada de milho para a safra 20/21 foi vendida. A venda antecipada caminha junto com a colheita, disse Gervásio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A valorização do milho ocorreu em função do aumento de mais de 40% nas exportações das carnes suína e de aves, elevando a demanda pelo grão que se transforma em proteína animal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CAFÉ</strong> &#8211;  A colheita da safra de café 2020/21 já foi concluída e rendeu um volume de 943 mil sacas com 60 quilos, repetindo a do ano passado, mas foi 10% a menos do que o esperado também por causa da irregularidade das chuvas, disse o engenheiro agrônomo do Deral, Paulo Franzini. Como o café é uma cultura perene, a preocupação do produtor agora é com a safra do ano que vem, disse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A estiagem ao longo deste ano já provocou atraso na florada, com impactos na safra do ano que vem. Agora depende das chuvas para o cultivo ir para a frente. E essa situação está ocorrendo no Paraná e em outros estados produtores, disse o técnico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se não chover logo, há o risco de haver abortamento dos botões de flores que por enquanto estão em dormência. “Mas não conseguem ficar por muito tempo. Sem umidade eles abortam impedindo a frutificação”, explicou Franzini.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Embora o café seja uma commoditie de valor elevado, em torno de R$ 500,00 a saca com 60 quilos, o fato é que esse preço não remunera os custos de produção, disse Franzini. O cafeicultor paranaense está vendendo a produção à medida que precisa liquidar débitos do plantio. Este ano já vendeu 47% da produção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MANDIOCA</strong> &#8211; A mandioca é outro produto que está sofrendo com a estiagem severa no Paraná. A cultura ocupou uma área de 150 mil hectares, com concentração na região Noroeste do Estado e a expectativa de produção é 3,60 milhões de toneladas. Groxko explica que está difícil para plantar e para colher em função do solo muito endurecido. Na colheita aumenta a perda de raiz e aumenta também o custo da mão de obra e o rendimento dos trabalhadores é bem menor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os preços da mandioca que vinham muito baixos ao produtor estão dando sinais de reação com a volta das indústrias de fécula e farinha à atividade. Elas ficaram paralisadas com a pandemia. Atualmente os preços estão em torno de R$ 351,00 a tonelada, quase chegando nos R$ 360,00 registrados em abril, mas ainda longe dos R$ 415,00 a tonelada registrados no início do ano.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1198" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-02-1-1.png" alt="" width="750" height="201" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-02-1-1.png 750w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-02-1-1-300x80.png 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-02-1-1-350x94.png 350w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/graos/269659-parana-devera-produzir-40-milhoes-de-toneladas-de-graos.html#.X3HYhGhKjIU" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Notícias Agrícolas</a></p>
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		<item>
		<title>Paraná dá início oficial à safra 2020/21 do Brasil, mas plantio ainda não começa por falta de chuvas</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/parana-da-inicio-oficial-a-safra-2020-21-do-brasil-mas-plantio-ainda-nao-comeca-por-falta-de-chuvas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2020 12:16:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Plantio]]></category>
		<category><![CDATA[Safra]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>
		<category><![CDATA[Safra20/21]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://atomicagro.com.br/?p=3192</guid>

					<description><![CDATA[<p>Está oficialmente iniciada a safra 2020/21 de soja do Brasil. Nesta quinta-feira, 10 de setembro, se encerra o vazio sanitário no Paraná.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2028" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/02/ColheitaSojaUSA_G.jpg" alt="" width="760" height="506" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/02/ColheitaSojaUSA_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/02/ColheitaSojaUSA_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/02/ColheitaSojaUSA_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>Está oficialmente iniciada a safra 2020/21 de soja do Brasil. Nesta quinta-feira, 10 de setembro, se encerra o vazio sanitário no Paraná e os produtores, na teoria, estariam prontos para começar o plantio da safra 2020/21 de soja. No entanto, as perspectivas dos sojicultores já foram melhores. As chuvas estão atrasadas e as previsões não indicam condições melhores para os próximos dias e há uma preocupação no estado, que vem de uma seca histórica e registrando perdas na safra 2019/20, principalmente no milho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;O que está deixando o produtor muito apreensivo aqui no Paraná tem sido a falta de chuvas. Vimos de uma estiagem histórica, que trouxe prejuízo para o milho segunda safra aqui no estado&#8221;, explica o presidente da Aprosoja PR, Márcio Bonesi. &#8220;Colhemos já 90% da área de milho do estado, faltam cerca de 10% na região norte do estado, coisa que vamos tirar o milho e já começar o plantio da soja em cima se as chuvas vierem. Mas as previsões de chuvas ainda são muito pequenas para os dias 20 a 21 e muitas áreas ainda precisam ser manejadas&#8221;, completa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O manejo, porém, também fica comprometido pelo tempo seco e a falta de umidade no solo, segundo Bonesi. A umidade do ar está muito baixa, as temperaturas estão altas e venta muito. &#8220;Assim, o produtor não pode e não está realizando aplicações de herbicidas porque não há condições climáticas&#8221;, diz o presidente da Aprosoja PR.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PREVISÃO DO TEMPO</strong></p>
<p>Os mapas mais recentes mostram que as chuvas continuam restritas no Sul do Brasil nos próximos dias e sem condições de avançarem até o Paraná. Volumes mais expressivos são esperados apenas para o final de setembro, a partir do dia 26, de acordo com informações do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia). No entanto, suas previsões para o trimestre agosto-outubro indicam chuvas acima da média e temperaturas em linha.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Para a Região Sul, as previsões climáticas indicam que as chuvas serão acima da média no Paraná, litoral norte de Santa Catarina e sudeste do Rio Grande Sul (&#8230;) As temperaturas médias previstas para o trimestre de agosto a outubro serão próximas à climatologia e ligeiramente abaixo da média em grande parte da Região Sul&#8221;, mostra o Boletim Agrometeorológico do Inmet.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assim, as chuvas demoram a chegar, mas chegam ao Paraná, de acordo com os especialistas. Os mapas de excesso e déficit hídrico do Inmet mostram condições melhores para o estado nos meses de setembro e outubro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para o agrometeorologista João Castro, da Climatempo, chuvas de bons volumes já são esperadas a partir de 18 de setembro no oeste paranaense, e que podem se estender até o dia 20. No entanto, as esperadas chuvas plantadeiras são esperadas para serem registradas apenas a partir do dia 26.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Não podemos fazer esse plantio sem vir a chuva. Se no dia 20 essas previsões se confirmarem em bons volumes &#8211; acima de 30 a 40 mm &#8211; o produtor, uns dias antes, vai começar o plantio no pó nas áreas que já foram manejadas. E agora depende do clima, inclusive para sabermos se haverá um atraso. O produtor vai ficar muito atento às previsões e ele tem mesmo que fazer isso&#8221;, afirma Bonesi.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nas regiões oeste e noroeste do Paraná, fossem outras condições e previsões de chuvas, além de umidade no solo, a soja já estaria sendo plantada a partir desta quinta-feira. E caso as previsões próximas mostrem chuvas consistentes, o produtor começa a plantar. &#8220;Quanto mais atrasa o plantio da soja, e não sabemos quanto vai atrasar ainda, mais exposto se fica às geadas. E quando você avança março plantando milho, já se diminui o potencial produtivo do milho. O fator chuva é determinante&#8221;, diz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CLIMA X COMERCIALIZAÇÃO</strong></p>
<p>A safra 2020/21 de soja do Brasil chega à época de plantio com quase 60% já comercializado. A demanda forte, a vantagem cambial e um cenário promissor para a renda do produtor brasileiro estimularam as vendas antecipadas em um ritmo recorde para esta temporada e há algumas incertezas que ainda preocupam o produtor brasileiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Quem trabalha com mercado tem que estar sempre preparado para o imponderável&#8221;, explica o consultor em agronegócios Ênio Fernandes, da Terra Agronegócios. &#8220;Não temos nenhum cenário catastrófico para o Brasil daqui em diante e as perspectivas são positivas&#8221;, completa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No Paraná, os produtores também têm boas perspectivas de mercado, com bons preços garantidos &#8211; inclusive na safra anterior, apesar das perdas em algumas regiões. Assim, para a safra paranaense 2020/21, a perspectiva da Aprosoja é de que já haja entre 43% e 45% comprometida com a comercialização. Da safra 2021/22 já são cerca de 4% a 5% comercializados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Com isso, o produtor pôde fazer trocas. Fez contratos de soja amarrando com os insumos. Tivemos uma alta nos custos dos fertilizantes, dos insumos, mas no momento em que faz a troca consegue um valor interessante. O produtor investiu mais em fertilizantes, principalmente corretivos de solo, e há as expectativas de uma safra maior&#8221;, acredita Bonesi.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A projeção é de que as 20 milhões de toneladas de soja produzidas na temporada 2019/20 sejam batidas neste ano, ainda de acordo com o presidente. O Deral (Departamento de Economia Rural) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, a produção paranaense da oleaginosa é estimada em 20,378 milhões de toneladas, contra 20,665 milhões da temporada anterior.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A área semeada com a oleaginosa deverá ter pouca varição de um ano para o outro, passando de 5,465 para 5,530 milhões de hectares.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;O percentual dessa safra comercializada gera no produtor mais uma preocupação. Nunca tivemos um número tão elevado de contratos futuros. O produtor aproveitou os preços, fez trocas com insumos e fertilizantes, mas também fez mais um compromisso&#8221;, conclui Márcio Bonesi.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/soja/268255-parana-da-inicio-oficial-a-safra-202021-do-brasil-mas-plantio-ainda-nao-comeca-por-falta-de-chuvas.html#.X1oXSGhKjIU" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Notícias Agrícolas</a></p>
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		<title>Milho: produtores de Goiás precisam de chuva para garantir produtividade</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/milho-produtores-de-goias-precisam-de-chuva-para-garantir-produtividade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2020 11:15:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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		<category><![CDATA[Clima]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Algumas regiões registraram estiagem de quase 15 dias; expectativa média de produção, segundo Aprosoja do estado, é de 100 sacas por hectare.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1979" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/02/MilhoSeco_G.jpg" alt="" width="760" height="503" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/02/MilhoSeco_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/02/MilhoSeco_G-300x199.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/02/MilhoSeco_G-350x232.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>Em Goiás, depois de quase 15 dias de estiagem, voltou a chover na primeira quinzena de maio. No município de Jataí, sudoeste do estado, apesar dos poucos milímetros, a chuva trouxe alívio para as lavouras de milho segunda safra. “Acho que essa chuva veio em hora oportuna e amenizou, estávamos com o temor de termos alguma perda”, comentou Vitor Gaiardo, presidente do Sindicato Rural de Jataí.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A projeção de produtividade feita pela entidade é positiva. “No geral, temos expectativa de média de 120 sacas de milho por hectare no município”, acrescentou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No município de Rio Verde, o produtor rural Ivan Brucelli destinou mil hectares para o milho safrinha. O agricultor espera pela chuva para garantir o enchimento dos grãos. “Hoje, o milho se encontra em pendoamento recente, está começando a encher os grãos e está precisando de mais chuvas. E o milho mais novo acabou de pendoar, vamos torcer para que venha essa chuva”, ressaltou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo levantamento da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja) de Goiás, cerca de 60% da segunda safra de milho do estado foi cultivada em fevereiro, dentro da janela ideal de plantio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para Adriano Barzotto, presidente da associação, a preocupação existe, mas por enquanto as lavouras apresentam boas condições. “Aquele milho plantado fora da janela, em torno de 30%, está em fase de pendoamento, porém, temos previsão de chuvas e, se elas se confirmarem, teremos uma excelente safrinha para o período de 2020. Vamos aguardar, é cedo para avaliar, mas trabalhamos com aquelas 100 sacas que o estado de Goiás consegue entregar na sua safrinha”, destacou Barzotto.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/programas/informacao/mercado-e-cia/milho-produtores-de-goias-precisam-de-chuva-para-garantir-produtividade/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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		<title>Previsão do tempo: milho corre risco com geada e diminuição das chuvas</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/previsao-do-tempo-milho-corre-risco-com-geada-e-diminuicao-das-chuvas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2020 11:15:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Clima]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Somar Meteorologia informa que safra no Paraná e em Mato Grosso do Sul pode sofrer com baixas temperaturas em maio e no restante do Brasil, com falta de precipitações para o desenvolvimento.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1905" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Geada_G.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Geada_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Geada_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Geada_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>A diminuição das chuvas ao longo de maio, época importante para o desenvolvimento do milho segunda safra, e a possibilidade de mais geada deixam o produtor rural em alerta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com a Somar Meteorologia, nos últimos dias, uma massa de ar polar trouxe incidência de geadas no Sul do país. Apesar de não atingido áreas produtoras do cereal, cidades mais altas do Paraná e Santa Catarina registraram a formação do fenômeno.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com Celso Oliveira, agrometeorologista da Somar, a sexta-feira, 17, ainda pode ter incidência de novas geadas, mas de maneira mais moderada. “Ainda há potencial na próxima madrugada, mas de maneira geral, as temperaturas são mais amenas”, diz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No entanto ele faz um alerta para novas ondas de frio que trariam mais geadas no fim de maio. Neste caso, a empresa afirma que há risco de geadas não apenas no Paraná mas em Mato Grosso do Sul.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Em maio, a temperatura declina acentuadamente e existe risco de geada mais forte dentro de aproximadamente 30 dias a 45 dias”, conta Oliveira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Diminuição das chuvas</strong></p>
<p>A Somar Meteorologia também informa que a tendência agora é de diminuição das chuvas, algo típico da estação. Como houve um atraso no plantio da soja e consequentemente do milho, o desenvolvimento do grão poderá ser prejudicado pela redução das precipitações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Esse milho além de correr risco do frio, no caso do Paraná e Mato Grosso do Sul, também corre risco de falta de chuva no fim do período de desenvolvimento”, afirma Celso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No período de 22 a 26 de abril, a previsão já mostra redução da chuva entre a Bahia e Minas Gerais. “São áreas de tempo seco ou pouca chuva. Isso já indica o outono, onde a chuva perde força”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em Patrocínio (MG), há chuva frequente até 25 de abril, com acumulados elevados. Porém, no  fim do mês e decorrer de maio, a precipitação desaparece.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Por um lado, essa diminuição da chuva ajuda no início da colheita de café em Patrocínio mesmo, da cana no Centro-Sul e da laranja em São Paulo. Mas fica o alerta porque o milho vai precisar de chuva significativa ainda no decorrer de maio e a gente não enxerga esse tipo de precipitação à medida que a gente avança com a previsão pelo outono”, finaliza.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/programas/informacao/mercado-e-cia/previsao-do-tempo-milho-corre-risco-com-geada-e-diminuicao-das-chuvas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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