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	<title>MinisterioAgricultura &#8211; Atomic Agro &#8211; O Aplicativo que te dá Informações confiáveis de Produtor para Produtor</title>
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	<description>Atomic Agro é muito mais do que um Aplicativo, nele você tem acesso frequente a informações confiáveis de Produtor para Produtor e ainda tem muitas vantagens para Compra e Venda, Conheça!</description>
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		<title>Capacidade de armazenagem de grãos cresce 3,5% no Brasil, diz IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Nov 2019 11:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O total de capacidade útil disponível para armazenamento de grãos no Brasil, no primeiro semestre de 2019, foi de 175,5 milhões de toneladas, aumento de 3,5% ante o semestre anterior.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1495" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/11/GalpaoGraos_G.jpg" alt="" width="760" height="342" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/11/GalpaoGraos_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/11/GalpaoGraos_G-300x135.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/11/GalpaoGraos_G-350x158.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>Maior volume estocado era de soja (34,8 milhões de toneladas), seguido pelo de milho (18,5 milhões), arroz (4,8 milhões), trigo (1,9 milhão) e café (1,1 milhão)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O total de capacidade útil disponível para armazenamento de grãos no Brasil, no primeiro semestre de 2019, foi de 175,5 milhões de toneladas, aumento de 3,5% ante o semestre anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira.</p>
<div></div>
<p>O Mato Grosso, maior produtor brasileiro de grãos, manteve a liderança em capacidade de armazenagem, com 43,9 milhões de toneladas, acrescentou o IBGE.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A capacidade de armazenagem, entretanto, ainda está bem abaixo da produção de grãos e oleaginosas do país, que somou um recorde de 242 milhões de toneladas na temporada passada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já o estoque de produtos agrícolas totalizou 63,7 milhões de toneladas, um aumento de 9,4% frente aos 58,3 milhões de toneladas de 30 de junho de 2018.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O maior volume estocado era de soja (34,8 milhões de toneladas), seguido pelo de milho (18,5 milhões), arroz (4,8 milhões), trigo (1,9 milhão) e café (1,1 milhão).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o IBGE, a pesquisa identificou 7.977 estabelecimentos ativos de armazenagem, acréscimo de 2,4% ante o levantamento do segundo semestre de 2018.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Centro-Oeste foi a região onde houve maior crescimento (7,9%), seguido pelas regiões Norte (3,6%), Nordeste (0,2%) e Sul (0,1%), enquanto o Sudeste teve queda de 0,2%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1190" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-01.png" alt="" width="750" height="201" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-01.png 750w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-01-300x80.png 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-01-350x94.png 350w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.agrolink.com.br/noticias/capacidade-de-armazenagem-de-graos-cresce-3-5--no-brasil--diz-ibge_426462.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agrolink</a></p>
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		<item>
		<title>Mapa publica novas especificações para registro de defensivos biológicos</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/mapa-publica-novas-especificacoes-para-registro-de-defensivos-biologicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Sep 2019 12:29:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Defensivos]]></category>
		<category><![CDATA[LiberaçãoDefensivos]]></category>
		<category><![CDATA[Mapa]]></category>
		<category><![CDATA[MinisterioAgricultura]]></category>
		<category><![CDATA[NotíciasAgro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As especificações de referência garantem tratamento diferenciado no processo de registro de produtos fitossanitários para a agricultura orgânica</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-679" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/6072643_x720.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/6072643_x720.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/6072643_x720-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/6072643_x720-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>Foi publicada nesta segunda-feira, 9, no Diário Oficial da União a instrução normativa nº 25 que estabelece quatro novas especificações de referência para produtos fitossanitários com uso aprovado para agricultura orgânica. O atendimento às especificações é pré-requisito para que as empresas possam registrar por uma via diferenciada produtos biológicos que serão utilizados para combate de pragas e doenças em diferentes culturas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com a publicação, o país alcança o número de 40 especificações de referência para os fitossanitários autorizados. O Ministério da Agricultura (Mapa) analisa ainda cerca de 200 processos de solicitação para estabelecimento de novas especificações de referência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cada especificação pode gerar vários registros de produtos fitossanitários para diferentes culturas agrícolas. Um exemplo é o caso da primeira especificação de referência da <em>Cotesia Flavipes</em>, um agente biológico utilizado para controle de praga na cultura da cana-de-açúcar, que serviu para o registro de 27 produtos biológicos até o momento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Das quatro especificações publicadas, três são classificadas como abertas, o que permite que qualquer empresa possa ter acesso ao ingrediente ativo para formular novos biodefensivos. Atualmente, 114 produtos fitossanitários com uso aprovado para agricultura orgânica estão registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Até maio deste ano, 77 empresas brasileiras tinham registros de defensivos biológicos junto ao Mapa. Desse total, quase 70% das empresas conseguiram ter registro dos biodefensivos pela chamada via dos orgânicos, que só pode ser acessada por meio das especificações de referência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o Serviço de Especificações de Referência, da Coordenação de Agrotóxicos e Afins, do Ministério da Agricultura, 70% dos produtos biológicos registrados estão na mão das empresas que utilizaram a via dos orgânicos para obter o registro. A maioria dessas empresas são pequenas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Essa via dos orgânicos proporcionou que hoje pequenas empresas tivessem acesso ao mercado com 60 produtos registrados, porque se beneficiam das especificações de referência. Quer dizer, a gente aumentou o número de pequenas empresas e de produtos no mercado. Isso é muito importante para o setor”, avaliou Tereza Cristina Saminêz, chefe do Serviço de Especificações de Referência do Mapa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A coordenação de Agrotóxicos e Afins do Ministério da Agricultura tem adotado medidas para desburocratizar e agilizar ainda mais o processo de estabelecimento de novas especificações de referência a fim de ampliar o acesso das empresas ao registro e a oferta de produtos de baixa toxicidade e baixo impacto ambiental para os agricultores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma das ações para agilizar os processos é a adoção de um parecer conjunto elaborado de forma mais objetiva pelos três órgãos de análise. Outra medida é o aprimoramento de instruções normativas já existentes e das que ainda serão publicadas. “Estamos procurando melhorar os procedimentos para aumentar o fluxo de análise”, disse Tereza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Via dos orgânicos</p>
<p>Assim como ocorre com os defensivos convencionais, os produtos biológicos são avaliados no escopo da legislação dos agrotóxicos pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério da Agricultura com relação ao impacto no meio ambiente, na saúde humana e à eficiência agronômica, respectivamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Contudo, por serem considerados de baixo impacto ambiental e baixa toxicidade, os insumos destinados à agricultura orgânica têm tratamento diferenciado no processo de registro. Desde 2009, a legislação brasileira prevê que os defensivos biológicos podem seguir uma etapa mais ágil, conhecida como via dos orgânicos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Neste caso, antes de serem submetidos ao processo de registro, os fitossanitários orgânicos devem atender a requisitos mínimos estabelecidos nas chamadas especificações de referência, que trazem a composição, a concentração dos ingredientes ativos e a indicação de uso dos produtos, entre outras informações técnicas que são levantadas em estudos desenvolvidos pela equipe do Mapa, instituições de pesquisa ou empresas do setor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As especificações devem ser solicitadas pelos interessados às comissões de produção orgânica nos estados. Se o produto biológico atender às especificações, poderá seguir diretamente para a etapa de registro sem a necessidade de ser submetido a todos os estudos toxicológicos e de eficiência, o que garante mais agilidade do processo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Só podem ter registro nesta via, aqueles insumos que foram autorizados para uso na agricultura orgânica. O estabelecimento de especificação de referência é uma etapa anterior ao registro propriamente dito”, explica Tereza Saminêz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já na via convencional, os testes da Anvisa, Ibama e Mapa são exigidos para todos os produtos registrados, inclusive os biológicos. As informações detalhadas sobre a legislação dos produtos fitossanitários, as especificações de referência e o processo de registro dos produtos orgânicos estão na página do Mapa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Crescimento</p>
<p>O controle biológico faz parte do chamado Manejo Integrado de Pragas (MIP) e permite o uso de organismos vivos ou obtidos por manipulação genética para combater pragas e doenças provocadas por lagartas comuns, mosca, nematoides (vermes microscópicos), ácaros e fungos e outros agentes nocivos para a agricultura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os produtos biológicos podem ser utilizados em qualquer cultura, desde frutas e verduras, até grãos, cana de açúcar, entre outros. Existem dois tipos: os macrobiológicos, que consistem no uso de macroorganismos, como insetos, ácaros e outros inimigos naturais das pragas; ou microbiológicos, que se baseiam em bactérias, fungos e vírus. Também são considerados biológicos os produtos semioquímicos, feromônios e extratos vegetais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O mercado de produtos biológicos para controle de pragas e doenças agrícolas cresceu mais de 70% no Brasil, em 2018. A indústria de biodefensivos movimentou no ano passado R$ 464,5 milhões, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Controle Biológico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Canal Rural</p>
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			</item>
		<item>
		<title>51 defensivos tiveram os registros publicados no Diário Oficial da União</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/seis-defensivos-registrados-nesta-segunda-terao-restricao-de-uso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2019 19:39:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Defensivos]]></category>
		<category><![CDATA[Liberação]]></category>
		<category><![CDATA[MinisterioAgricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estes sete produtos novos fazem parte de um conjunto de 51 defensivos que tiveram os registros publicados no Diário Oficial da União. Desse total, 44 são genéricos de princípios ativos já autorizados no país.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-309" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/06/shutterstock_46372450.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/06/shutterstock_46372450.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/06/shutterstock_46372450-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/06/shutterstock_46372450-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>Seis novos produtos formulados que tiveram os registros publicados hoje (22) no Diário Oficial da União terão restrições de uso estabelecidas pelo Ibama. Já registrado em 82 países, incluindo Estados Unidos e países da Europa, o ingrediente ativo sulfoxaflor, que controla pragas como pulgão, mosca-branca e psilídeo, só poderá ser usado nas lavouras brasileiras se obedecer a várias restrições.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O uso do inseticida no Brasil deverá seguir as orientações estabelecidas pelo Ibama para a mitigação de risco para insetos polinizadores como, por exemplo, a restrição de aplicação em períodos de floração das culturas, o estabelecimento de dosagens máximas do produto e de distâncias mínimas de aplicação em relação à bordadura para a proteção de abelhas não-apis. Essas restrições constam na rotulagem dos produtos e são estabelecidas de acordo com cada ingrediente e cultura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O ingrediente ativo sulfoxaflor teve o registro do produto técnico (de uso industrial)  concedido no fim de 2018 e o produto formulado estava em avaliação final das autoridades ambientais. Depois de passar por consulta pública,o produto foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo a Instrução Normativa (IN) n° 02/2017, do Ibama, o registro de novos defensivos no país deve ser condicionado à &#8220;apresentação de informações que permitam o uso adequado desses produtos, sem efeitos que comprometam a sobrevivência, a reprodução e o desenvolvimento das abelhas&#8221;. Além da avaliação do risco para abelhas do gênero apis, o Ibama foi a primeira autoridade regulatória de pesticidas no mundo a realizar a avaliação de risco para abelhas não-apis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Do ponto de vista da saúde humana, o sulfoxaflor está entre os inseticidas 20% menos tóxicos hoje aprovados. Há um possível impacto sobre insetos polinizadores, por isso a importância da avaliação do Ibama. Foram apresentados estudos técnicos sobre o impacto dos resíduos nas abelhas para determinar o que pode ou não ser aprovado. O Ibama tem a liberdade técnica de aprovar ou não o produto ou para estabelecer restrições de uso que garantam a segurança para os insetos polinizadores”, explica o coordenador-geral de Agrotóxicos e Afins da Secretaria de Defesa Agropecuária, Carlos Venâncio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os produtos formulados aprovados à base de sulfoxaflor apresentaram estudos laboratoriais de toxicidade aguda e crônica para abelhas adultas e larvas, estudos de resíduos em néctar e pólen em diversas culturas, além de um estudo específico com o objetivo identificar a ação desta substância sobre colônias de abelhas. Todos os estudos, realizados no Brasil e no exterior foram conduzidos de acordo com as Boas Práticas Laboratoriais (BPL) seguindo normas de qualidade, segurança e rastreabilidade reconhecidas internacionalmente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na semana passada, a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos retirou restrições de uso do sulfoxaflor e aprovou novos usos para o produto a longo prazo. No entanto, também é preciso seguir recomendações de uso, como distâncias mínimas e épocas de aplicação. Segundo a EPA, o sulfoxaflor é uma ferramenta importante para proteger as plantações e evitar perdas econômicas potencialmente significativas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Novo herbicida</strong></h4>
<p>Entre os produtos formulados registrados hoje também está um herbicida à base do ingrediente ativo florpirauxifen-benzil. O produto técnico foi aprovado em junho deste ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O produto formulado à base deste novo herbicida poderá ser utilizado para o controle de plantas daninhas na cultura do arroz. O ingrediente ativo ganhou o prêmio de química verde em 2018.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Com este novo herbicida, o produtor rural terá agora uma nova alternativa altamente eficiente para plantas daninhas de difícil controle e de menor toxicidade do que os disponíveis hoje no mercado”, destacou Carlos Venâncio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Genéricos</strong></h4>
<p>Estes sete produtos novos fazem parte de um conjunto de 51 defensivos que tiveram os registros publicados no Diário Oficial da União desta segunda-feira (22).  Desse total, 44 são produtos equivalentes, ou seja, genéricos de princípios ativos já autorizados no país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A aprovação de novos moléculas tem como objetivo disponibilizar alternativas de controle mais eficientes e com menor impacto ao meio ambiente e à saúde humana. Já a aprovação de produtos genéricos é para promover a concorrência no mercado de defensivos, o que faz cair o custo de produção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Do total de registros, 18 referem-se a produtos técnicos de uso industrial e outros 33 produtos são formulados, sendo quatro de origem microbiológica. Os produtos técnicos são os ingredientes ativos para uso industrial, que são destinados à fabricação dos defensivos e os produtos formulados são aqueles que já podem ser adquiridos pelos produtores rurais em lojas especializadas, mediante a emissão do receituário agronômica, para controle de pragas na agricultura brasileira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Processo de registro</strong></h4>
<p>Para serem registrados, os pesticidas devem ser avaliados e aprovados pelo Ministério da Agricultura quanto à eficiência agronômica, pela Anvisa quanto ao impacto para a saúde humana e pelo Ibama quanto aos impactos ao meio ambiente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Atualmente, são mais de 2 mil produtos na fila para serem avaliados e o prazo legal para a liberação é de quatro meses. Há produtos que estão na fila há mais de oito anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com a publicação do ato nº 48, do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas da Secretaria de Defesa Agropecuária, chega a 262 o número de produtos autorizados desde o início do ano. O aumento da velocidade dos registros se deve a ganhos de eficiência possibilitados por medidas desburocratizantes implementadas nos três órgãos nos últimos anos, em especial na Anvisa, que modernizou seu processo a partir de 2015.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O objetivo de fazer a fila andar no Brasil é justamente para aprovar novas moléculas, menos tóxicas e ambientalmente corretas, e assim substituir os produtos mais antigos. Atualmente, são cerca de 2 mil produtos na fila para serem avaliados e o prazo legal para a liberação é de quatro meses. Há produtos que estão na fila há mais de oito anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O fato de haver mais marcas disponíveis no mercado não significa que vai aumentar o uso de defensivos no campo. O que determina o consumo é a existência ou não de pragas, doenças e plantas daninhas. Os agricultores querem usar cada vez menos em suas plantações, pois os defensivos são caros e representam 30% do custo de produção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De 2016 para 2017, o número de registros de defensivos passou de 277 para 405, segundo dados do Ministério da Agricultura. No mesmo período, o valor total das vendas de ingredientes ativos no país caiu de 541.861,09 toneladas para 539.944,95 toneladas, de acordo com o Boletim Anual de Produção, Importação, Exportação e Vendas de Agrotóxicos no Brasil, elaborado pelo Ibama.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Brasil aparece em 44º posição em um ranking da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) sobre uso de defensivos agrícolas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5>Fonte: Ministério da Agricultura</h5>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Governo libera 42 defensivos</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/governo-libera-42-defensivos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jun 2019 13:15:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Defensivos]]></category>
		<category><![CDATA[MinisterioAgricultura]]></category>
		<category><![CDATA[NotíciasAgro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ministério da Agricultura oficializou a publicação do ato nº 42, do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas da Secretaria de Defesa Agropecuária, com o registro de 42 defensivos agrícolas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-309" src="https://conves.digital/atomic/wp-content/uploads/2019/06/shutterstock_46372450.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/06/shutterstock_46372450.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/06/shutterstock_46372450-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/06/shutterstock_46372450-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>O Ministério da Agricultura oficializou nesta segunda-feira, dia 24, no Diário Oficial da União (DOU) a publicação do ato nº 42, do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas da Secretaria de Defesa Agropecuária, com o registro de 42 defensivos agrícolas.</p>
<p>Desse total, apenas um produto traz um ingrediente ativo novo, os demais são produtos genéricos que já estavam presentes em outros produtos existentes no mercado. Em média, os produtos registrados estavam há quatro anos na fila para aprovação.</p>
<p>Está na lista o registro do produto técnico à base do ingrediente ativo Florpirauxifen-benzil, que é o primeiro ingrediente ativo novo aprovado em 2019. Ele apresenta alta eficiência contra a infestação de diversas plantas daninhas para as quais hoje o produtor rural tem muitas dificuldades para controlar.</p>
<p>Em relação aos genéricos, o objetivo da aprovação é baratear o preço dos defensivos, o que faz cair o custo de produção.</p>
<p>Já a aprovação de novos produtos tem como objetivo disponibilizar novas alternativas de controle mais eficientes e com menor impacto ao meio ambiente e à saúde humana.</p>
<p>Para serem registrados, os defensivos devem ser avaliados e aprovados pelo Ministério da Agricultura quanto à eficiência agronômica, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) quanto ao impacto para a saúde humana e pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) quanto aos impactos ao meio ambiente.</p>
<p>Com a publicação desta segunda, chega a 211 o número de produtos autorizados desde o início do ano.</p>
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