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	<title>Anvisa &#8211; Atomic Agro &#8211; O Aplicativo que te dá Informações confiáveis de Produtor para Produtor</title>
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	<description>Atomic Agro é muito mais do que um Aplicativo, nele você tem acesso frequente a informações confiáveis de Produtor para Produtor e ainda tem muitas vantagens para Compra e Venda, Conheça!</description>
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		<title>Anvisa agiliza a reavaliação do risco de defensivos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Aug 2019 11:17:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Defensivos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em meio ao aumento de registros de defensivos no país, e para tentar melhorar a análise desses produtos, Anvisa decidiu adotar novos critérios de reavaliação de risco nessa frente.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-679" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/6072643_x720.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/6072643_x720.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/6072643_x720-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/6072643_x720-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em meio ao aumento de registros de defensivos no país, e para tentar melhorar a análise desses produtos, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu adotar novos critérios de reavaliação de risco nessa frente. Com os novos procedimentos, que estabelecem uma fila de prioridades, o tempo médio para a reavaliação de um defensivo agrícola deverá cair de dois anos para até oito meses.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Anvisa faz reavaliações para averiguar se um agrotóxico que já está no mercado apresenta novos riscos à saúde e precisa ser banido ou pode permanecer no mercado, ainda que com restrições de uso. No Brasil não há prazo para a renovação de um registro. Com isso, em tese um agrotóxico pode ser comercializado por tempo indeterminado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo Renato Porto, diretor da Anvisa, a necessidade de reavaliar um agrotóxico com mais agilidade faz parte do processo em curso de modernização e melhoria dessa área na agência. Esse processo foi aprovado por meio de resolução da diretoria colegiada da agência, em 2018.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Não adianta a gente ter tantos registros e a fila simplesmente diminuir &#8211; e essa é a nossa intenção. Também é preciso modernizar a etapa de reavaliação e reduzir o padrão toxicológico do Brasil&#8221;, afirmou Porto. &#8220;Não posso retirar um produto do mercado e deixar a safra sem opção. Vamos dar velocidade ao registro e à reavaliação. Esse é o caminho que todos os países fizeram&#8221;, disse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O diretor lembrou que a lei brasileira sobre registro de defensivos, de 1989, determina que o governo só libere produtos menos ou igualmente tóxicos do que aqueles que estão no mercado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Junto com o Ministério da Agricultura e o Ibama, que também respondem pela análise de pedidos para registrar defensivos no Brasil, a Anvisa vem sendo questionada pelo grande número de liberações desses produtos neste ano. De janeiro até 22 de julho foram 262, 28 a mais que no mesmo período do ano passado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Até hoje não havia critério para reavaliação nem fila de prioridades para tal, e a Anvisa só vinha reavaliando defensivos sob determinação judicial &#8211; foram 14 moléculas desde 2008, das quais 12 foram banidas do mercado. Com a nova metodologia, porém, a agência definiu quatro critérios principais para o estabelecimento de uma lista de prioridades: classificação de perigo, demanda comercial, risco ao consumidor e risco ao trabalhador.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com base nesses critérios, a Anvisa fez uma lista com 43 defensivos identificados dentro da própria agência ou por Ministério Público, Câmara dos Deputados e entidades dos setores de agronegócios, ambiental e de saúde, e dessa lista selecionou 24 que apresentavam pelo menos alguma característica proibitiva, como a possibilidade de causar câncer, mutação genética e má formação fetal, ou ofereciam algum risco para os trabalhadores rurais ou de deixar resíduos nos alimentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No fim do processo, foram priorizados sete defensivos, cujo primeiro edital de convocação das empresas deverá ser publicado em dezembro &#8211; o primeiro produto da fila é o fungicida Carbendazim. Os fabricantes terão seis meses para entregar documentação para que a Anvisa inicie a reavaliação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Será reavaliado um produto de cada vez. Dos sete primeiros, o próprio Carbendazim, o fungicida Promicida e o herbicida Linurom não são autorizados na Europa. O fungicida Clorotalonil será vetado pelos europeus em novembro e o inseticida Clorpirifós, a partir de janeiro. Os outros dois, os fungicidas Tiofanato metílico e Epoxiconazol, são autorizados na Europa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>Fonte: Valor</h6>
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