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	<title>Suínos &#8211; Atomic Agro &#8211; O Aplicativo que te dá Informações confiáveis de Produtor para Produtor</title>
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	<description>Atomic Agro é muito mais do que um Aplicativo, nele você tem acesso frequente a informações confiáveis de Produtor para Produtor e ainda tem muitas vantagens para Compra e Venda, Conheça!</description>
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		<title>Milho em baixa em Chicago não alivia os custos de produção de aves e suínos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 May 2021 11:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Preços do grão passam por acomodação nos EUA, mas continuam firmes no Brasil.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1247" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/ue-frango.png" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/ue-frango.png 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/ue-frango-300x200.png 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/ue-frango-350x233.png 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>Depois de beirar máximas históricas na bolsa de Chicago e bater recorde no Brasil, as cotações do milho começaram a dar sinais de acomodação. Mas, de acordo com especialistas consultados pelo Valor, mesmo com a correção as cotações deverão permanecer mais elevadas do que no ano passado, em média. Esse cenário continua a preocupar a indústria de aves e suínos &#8211; dependente do cereal para a produção de rações para os animais -, que pressiona o governo por mais medidas para baratear o insumo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em Chicago, os contratos futuros do milho estão em trajetória descendente desde o fim da primeira quinzena deste mês. “O clima é favorável nos Estados Unidos, e o plantio da nova safra [2021/22] está praticamente finalizado dentro da janela ideal, o que deixa a situação confortável”, diz Vlamir Brandalizze, analista da Brandalizze Consulting.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Embora já tenham recuado 14,85% em maio, para US$ 5,7325 por bushel, os contratos de segunda posição de entrega do milho ainda acumula valorizações de 18,62% neste ano e de 77,48% nos últimos 12 meses até sexta-feira &#8211; na semana anterior, a alta em 12 meses chegou a superar 100%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Em três anos, este pode ser o primeiro em que exista mais oferta que consumo. Por isso que o patamar caiu de US$ 7 o bushel, e a tendência é ficar entre US$ 5 e US$ 6”, afirma Brandalizze, reforçando que qualquer evento climático pode alterar este cenário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esse arrefecimento da alta no exterior, contudo, foi limitado no Brasil. O dólar em torno de R$ 5 mantém a paridade de importação muito alta. Um exemplo é o Indicador Esalq/BM&amp;FBovespa, que subiu mais de 4% em um mês, com a saca de 60 quilos cotada a R$ 101,93 &#8211; no dia 18 de maio, o índice atingiu o maior valor da história (R$ 103,23 por saca). Nas praças monitoradas pela consultoria StoneX, o cereal mostra tendência de queda em maio, sendo a mais expressiva em Maringá (PR), de 8,4%, de R$ 107 para R$ 98 por saca de 60 quilos na última sexta-feira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>João Pedro Lopes, analista da StoneX, disse que a baixa deve continuar limitada pelo câmbio. Atualmente, segundo operadores, o cereal brasileiro é o mais caro do mercado, se considerado só o custo por tonelada. Isso sinaliza que indústrias e criadores pagam mais para manter o milho no Brasil, e importar não tem sido opção. “O custo logístico é alto e, às vezes, nem é possível”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Neste cenário, compradores se retraem à espera da segunda safra brasileira. Porém, esta sofre seguidos cortes nas estimativas de produção em função do atraso da semeadura e do tempo seco em importantes áreas produtoras. “O atraso no plantio alongou a entressafra e criou um ambiente de preocupação”, diz Paulo Molinari, analista da Safras &amp; Mercado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ademais, mais da metade da safrinha já foi negociada, segundo a StoneX, e o produtor está confortável para negociar o que resta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com margens apertadas e temendo serem considerados “vilões” da inflação, produtores de aves e suínos pedem ao governo federal medidas que deixem o milho mais barato. A única veio em abril, com a retirada da Tarifa Externa Comum (TEC) para o cereal importado de fora do Mercosul. A intenção era que a notícia segurasse as cotações, mas Ricardo Santin, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), reconhece que a iniciativa não surtiu efeito. “O cenário piorou”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O dirigente diz que o segmento pediu um pacote de medidas que ainda não foi atendido pelo governo, como isenção de PIS/Cofins e do Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) sobre o cereal que vem de fora do país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A ABPA quer também a liberação da importação de variedades transgênicas dos EUA que não são autorizadas no país, para que possam vir exclusivamente para ração &#8211; demanda que existe desde 2016 junto à Comissão Técnica Nacional de Biotecnologia (CTNBio). “Precisa haver uma ação governamental, senão essa alta vai acabar na mesa do consumidor”, conclui Santin.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://valor.globo.com/agronegocios/noticia/2021/05/24/milho-em-baixa-em-chicago-nao-alivia-os-custos-de-producao-de-aves-e-suinos.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Valor</a></p>
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		<item>
		<title>Custo de produção de frangos e suínos recua pela primeira vez em 2021</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/custo-de-producao-de-frangos-e-suinos-recua-pela-primeira-vez-em-2021/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Apr 2021 11:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
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		<category><![CDATA[NotíciasAgro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os custos para produzir frangos de corte diminuíram 0,70%, enquanto os para produção de suínos caíram 0,06%.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-3515" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Frango_G.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Frango_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Frango_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Frango_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>Os custos de produção de suínos e de frangos de corte caíram pela primeira vez em 2021 segundo o estudo mensal publicado pela Central de Inteligência de Aves e Suínos da <a href="https://www.embrapa.br/suinos-e-aves"><strong>Embrapa</strong></a>. Em março, os custos para produzir frangos de corte diminuíram 0,70%, enquanto os para produção de suínos caíram 0,06% em relação a fevereiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Observa-se, contudo, que apesar de o preço do milho continuar em alta no mercado interno, o farelo e o óleo de soja tendem a equilibrar os preços finais das rações. Sabe-se, previamente, que a nutrição é o item de maior impacto nos custos totais de produção, tanto de suínos quanto de frangos de corte”, diz o analista da área de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves, Ari Jarbas Sandi.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com isso, o  índice da Embrapa, que mede o custo de produção do frango, o ICPFrango, recuou para os 375,92 pontos (estava em 378,56 em fevereiro). Ainda assim, apenas em 2021 o índice da Embrapa acumula alta de 11,32%, chegando a 43,43% de aumento nos últimos 12 meses. O custo de produção do quilo do frango de corte vivo no Paraná, produzido em aviário tipo climatizado em pressão positiva, passou dos R$ 4,89 em fevereiro para R$4,86 em março.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já o ICPSuíno teve pouca variação, passando de 393,48 pontos em fevereiro para 393,25 pontos em março. No ano, o índice acumula 4,78% de alta. Nos últimos 12 meses, a variação alcança os 45,72%. O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina baixou R$ 0,01 entre fevereiro e março, passando de R$ 6,88 para R$ 6,87.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os estados de Santa Catarina e Paraná são usados como referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/noticias/custo-producao-frangos-suinos-recua/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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		<item>
		<title>Milho: nova variante de peste suína africana pode impactar os preços</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/milho-nova-variante-de-peste-suina-africana-pode-impactar-os-precos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2021 12:51:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Milho]]></category>
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		<category><![CDATA[PesteSuina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O fato aconteceu na China, principal consumidor do grão.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2021" aria-describedby="caption-attachment-2021" style="width: 760px" class="wp-caption alignnone"><img class="size-full wp-image-2021" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Milho_GKarine.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Milho_GKarine.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Milho_GKarine-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Milho_GKarine-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /><figcaption id="caption-attachment-2021" class="wp-caption-text"> Condor- RS</figcaption></figure>
<p>A semana começa com os produtores atentos a notícia de uma nova variante de peste suína africana na China. O mercado acompanha com detalhes os desdobramentos do fato que podem colocar em xeque a demanda de milho no principal consumidor mundial do grão.</p>
<p>Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de milho na próxima semana. As dicas são do analista da Safras Consultoria Fernando Henrique Iglesias.</p>
<p>– O elemento principal que justifica o movimento de queda na Bolsa de Chicago (CBOT) é a notícia de uma nova cepa de peste suína africana na China;</p>
<p>– Um eventual avanço da doença coloca em xeque o consumo de grãos no principal consumidor em escala mundial;</p>
<p>– Importante considerar que dados recentes apontavam para um processo de recomposição mais rápido do que o esperado do plantel de suínos na China, o que teoricamente levaria a uma maior demanda por grãos;</p>
<p>– Fundos asiáticos carregavam uma posição comprada e com a notícia saíram simultaneamente do mercado resultando em um efeito manada;</p>
<p>– Importante observar os desdobramentos na próxima semana, e principalmente a posição da OIE a respeito da gravidade da situação, o que pode tranquilizar ou gerar ainda mais pressão vendedora sobre mercado;</p>
<p>– O mercado segue atento a situação climática na América do Sul, com relatos  de chuvas mais regulares para a Argentina nos próximos dias;</p>
<p>– O mercado brasileiro de milho apresenta alguns sinais de mudança na curva de preços, a começar por uma maior fixação de oferta em algumas regiões do país;</p>
<p>– O preço de balcão também cedeu em algumas cooperativas. Alguns consumidores  sinalizam para uma posição de relativo conforto em seus estoques;</p>
<p>– Logicamente essa dinâmica pode mudar conforme avança a colheita de soja resultando no aumento do custo de frete;</p>
<p>– No Oeste do Paraná houve aumento do volume ofertado, com indicação de oferta a R$ 80;</p>
<p>– Referencial Campinas segue posicionado entre R$ 87/88 CIF.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/noticias/agricultura/milho/milho-peste-suina-precos-semana/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Queda nos preços do suíno</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/queda-nos-precos-do-suino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jan 2021 11:30:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Cotações]]></category>
		<category><![CDATA[Suínos]]></category>
		<category><![CDATA[Suinocultura]]></category>
		<category><![CDATA[Suinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o avanço da segunda quinzena do mês, a demanda final por carne suína está se enfraquecendo.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2948" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Suino_G.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Suino_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Suino_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Suino_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>Com o avanço da segunda quinzena do mês, a demanda final por carne suína está se enfraquecendo no mercado brasileiro, o que tem pressionado os valores da proteína e também do animal vivo na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dados do informativo do Cepea mostram que, além da menor procura doméstica, o recuo nos embarques da carne suína nesta parcial de janeiro também reforçou o movimento de queda nos preços internos do setor.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.agrolink.com.br/noticias/queda-nos-precos-do-suino_445135.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agrolink</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>China vai retomar as importações de carne suína do frigorífico da BRF no RS</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/china-vai-retomar-as-importacoes-de-carne-suina-do-frigorifico-da-brf-no-rs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2020 11:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Importações]]></category>
		<category><![CDATA[Suínos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://atomicagro.com.br/?p=3602</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por causa de preocupações de Pequim com a covid-19, unidade estava barrada desde o início de julho.</p>
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<p>A China vai retomar as importações de carne suína do frigorífico da BRF em Lajeado (RS) a partir desta segunda-feira. A planta estava com as exportações ao país asiático suspensas desde 4 de julho. O Ministério da Agricultura foi informado da decisão, mas o sistema do Serviço de Inspeção Federal (SIF) ainda não foi atualizado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Alegando preocupação em relação ao novo coronavírus, os chineses bloquearam temporariamente as importações de carnes de plantas de diversos países nos últimos meses. A unidade gaúcha da BRF, que registrou diversos casos de covid-19 entre funcionários, foi uma das barradas &#8211; a planta chegou a ser interditada por decisão judicial, por um breve período.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além da fábrica brasileira, a China também restaurou o registro de um frigorífico dinamarquês de carne suína. Ao mesmo tempo, Pequim informou a suspensão, por uma semana, da aceitação da declaração de importação de produtos bovinos da empresa argentina Ecocarnes S.A a partir de amanhã, 1º de dezembro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No mês passado, a China já havia autorizado a retomada das importações de produtos de outros dois frigoríficos do Brasil, um da BRF e outro da Marfrig. Mas quatro plantas continuam com as exportações suspensas.</p>
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		<title>Paraná acompanha caso de H1N2 de suíno para humano</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/parana-acompanha-caso-de-h1n2-de-suino-para-humano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2020 11:15:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[H1N2]]></category>
		<category><![CDATA[NotíciasAgro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) está acompanhando de perto um caso do vírus Influenza H1N2 que teria surgido em Ibiporã, na região de Londrina.</p>
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<p>A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) está acompanhando de perto um caso do vírus Influenza H1N2 que teria surgido em Ibiporã, na região de Londrina. Uma mulher, de 22 anos, funcionária de um abatedouro de suínos teria contraído a doença. Ela já está recuperada. O caso aconteceu em abril mas só foi divulgado agora pela OMS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por meio de nota o órgão diz que monitorou as 34 propriedades que enviaram suínos para abate no período de contágio da doença e nada foi constatado. Foram observadas 22 propriedades no Paraná e 12 em outros estados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cuidados</strong></p>
<p>Nas propriedades os criadores devem observar funcionários  e caso apresentem sintomas, encaminhar às Unidades de Saúde e, no caso de aparecimento de sinais clínicos nos animais, notificar as unidades da Adapar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para os profissionais do setor a orientação é fazer a limpeza e desinfecção das instalações antes da entrada de novos lotes; o vazio sanitário que, somado à desinfecção, permite a destruição dos patógenos; um sistema de desinfecção para a introdução de materiais e equipamentos na granja; métodos de pulverização ou arcos de desinfecção, com uso de desinfetantes; troca de calçados e roupas para as pessoas que precisarem entrar na granja.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre a doença</strong></p>
<p>A influenza A (H1N2) é uma doença respiratória viral aguda que afeta humanos e animais, como os suínos. É transmitida de porcos para humanos e não há evidência de contágio de pessoa para pessoa. Os sintomas são semelhantes aos da gripe sazonal humana comum. Estes incluem febre, letargia, falta de apetite e tosse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Este é o segundo caso no Paraná, sendo que o primeiro ocorreu em 2015, no município de Castro. Um segundo indivíduo, que também esteve no local da provável contaminação da jovem, desenvolveu sintomas respiratórios no mesmo período do caso confirmados, porém não foi realizada coleta de amostra.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.agrolink.com.br/noticias/parana-acompanha-caso-de-h1n2-de-suino-para-humano_436636.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agrolink</a></p>
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		<title>Previsões climáticas reforçam riscos para a produção de milho</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/previsoes-climaticas-reforcam-riscos-para-a-producao-de-milho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2020 13:24:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Atomic Agro]]></category>
		<category><![CDATA[Avicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
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		<category><![CDATA[Suínos]]></category>
		<category><![CDATA[EvoluçãoSafra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A previsão de chuvas abundantes nas regiões produtoras de soja do Centro-Oeste nas próximas semanas acendeu o alerta para os riscos à safrinha de milho, que é cultivada assim que a oleaginosa é retirada do campo.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-551" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/AF_DOW003319_Subproduto_Etanol_Milho_Como_Fonte_Proteina_867x323.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/AF_DOW003319_Subproduto_Etanol_Milho_Como_Fonte_Proteina_867x323.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/AF_DOW003319_Subproduto_Etanol_Milho_Como_Fonte_Proteina_867x323-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/AF_DOW003319_Subproduto_Etanol_Milho_Como_Fonte_Proteina_867x323-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>Agroindústrias de aves, suínos e etanol contam com a chegada do cereal para aliviar os custos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A previsão de chuvas abundantes nas regiões produtoras de soja do Centro-Oeste nas próximas semanas acendeu o alerta para os riscos à safrinha de milho, que é cultivada assim que a oleaginosa é retirada do campo. Se as chuvas retardarem ainda mais a colheita de soja, a produção de milho de inverno pode ficar mais exposta aos riscos climáticos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para as agroindústrias de aves e suínos, um eventual problema na safrinha tornaria ainda mais difícil a estratégia de suprimento de milho, principal insumo da ração. Para este começo de ano, grande parte da indústria já está abastecida de milho, mas o setor conta com a chegada da safrinha, que começa a ser colhida em maio, para conseguir um alívio nos custos de produção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Desde agosto do ano passado, o preço do milho vem subindo no mercado doméstico &#8211; em parte devido à forte demanda externa pelo grão brasileiro -, o que obrigou companhias como a JBS a importar milho de países do Mercosul. Em Mato Grosso, maior Estado produtor de milho do país, o preço está próximo do recorde nominal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao Valor, o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, ressaltou ter recomendado que as indústrias associadas antecipassem a compra de milho para evitar problemas de abastecimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“A preocupação no momento é como a colheita da soja vai evoluir diante dessa perspectiva de chuvas”, afirmou a analista da MBAgro, Ana Laura Menegatti. Para ela, no momento, há condições para o plantio de milho em um período aceitável, ainda que numa janela mais curta, devido ao atraso no plantio da soja.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na avaliação de Alaide Ziemmer, da consultoria AgRural, o grande problema é se as chuvas forem constantes. “Caso elas cheguem sem intervalos, poderá ter impacto para o milho”, disse. Até 16 de janeiro, 1,8% da área de soja havia sido colhida, abaixo dos 6% registrados no mesmo período do ano passado, de acordo com a consultoria.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para o agrometeorologista Marco Antonio Santos, da Rural Clima, ainda é prematuro dizer que as chuvas podem provocar um atraso ainda maior no plantio. “A capacidade dos produtores de recuperar as interrupções nos trabalhos no campo é alta”, afirmou. A janela ideal de plantio da safrinha é até 22 de fevereiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nesse cenário de incertezas em relação à safrinha, as indústrias de aves e suínos e também das de etanol de milho vêm acompanhando a situação junto ao governo. Na última terça-feira, representantes da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e de associações de produtores e indústrias se reuniram para discutir o abastecimento do grão. A reunião fez parte do grupo de monitoramento da oferta da commodity.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No caso das carnes &#8211; cujos preços estão começando a arrefecer neste início de ano, após um pico estimulado pela demanda chinesa no fim do ano passado &#8211; a avaliação é que a alta do milho terá de ser repassada em alguma medida ao atacado e ao varejo, dando suporte aos preços, afirmou o analista Gustavo Rezende Machado, da consultoria Agrifatto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar do possível repasse da alta do milho aos consumidores, a avaliação de Menegatti, da MBAgro, é que a inflação deve ser menor daqui para frente. “Há pouco espaço para novas altas expressivas. Vale lembrar que o consumidor tem limite para alta de preço, tanto no mercado interno como no externo, e que a oferta de carne vermelha deve aumentar em breve à medida que termina a entressafra”, disse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O encarecimento do milho ainda não afeta as usinas de etanol, que têm, em média, grão em seus estoques suficiente para abastecer seis meses de produção, segundo Guilherme Nolasco, presidente da União Nacional do Etanol de Milho (Unem). “Para o período crítico de março a junho, até o início da colheita da safra, as usinas já estão compradas”, afirmou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nolasco estima que o milho estocado nas usinas tenha sido adquirido por um preço médio de R$ 24 por saca, abaixo, portanto, dos patamares vigentes em Mato Grosso. Há atualmente 15 usinas de etanol no país que utilizam o grão como matéria-prima e outros 15 projetos em execução ou estudo. Os preços nos atuais patamares “já trazem inviabilidade para para novos investimentos”, disse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No último relatório semanal, divulgado segunda-feira, o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) informou que o preço do milho atingiu R$ 36,39 por saca no Estado, próximo do recorde de R$ 37,43 registrado em maio de 2016. O indicador Esalq/BM&amp;FBovespa ficou ontem em R$ 51,49 por saca, valorização de 33,5% em um ano. “Há pouco milho disponível. A maioria dos produtores esvaziou os armazéns para abrir espaço para a entrada da safra de soja”, argumentou Cleiton Gauer, analista do Imea.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com o analista Victor Ikeda, do banco holandês Rabobank, a valorização do grão reflete também o menor estoque de passagem no país, além da estiagem que prejudica a safra do Rio Grande do Sul. O estoque final está estimado em 9,1 milhões de toneladas pela Conab, na menor relação entre estoque e consumo desde a safra 2012/13. A estatal projeta que a safra será de 98,1 milhões de toneladas, queda de 1,3% ante o ciclo passado.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://valor.globo.com/agronegocios/noticia/2020/01/24/previsoes-climaticas-reforcam-riscos-para-a-producao-de-milho.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Valor</a></p>
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		<title>Alta do milho em Mato Grosso deixa produtores de leite e suínos no vermelho</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/alta-do-milho-em-mato-grosso-deixa-produtores-de-leite-e-suinos-no-vermelho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Dec 2019 11:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Atomic Agro]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
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		<category><![CDATA[Milho]]></category>
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		<category><![CDATA[Suínos]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Suinocultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Mato Grosso, a valorização do milho deixou mais cara a ração animal. Com os custos mais altos, produtores de leite e de suínos estão apreensivos.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-551" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/AF_DOW003319_Subproduto_Etanol_Milho_Como_Fonte_Proteina_867x323.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/AF_DOW003319_Subproduto_Etanol_Milho_Como_Fonte_Proteina_867x323.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/AF_DOW003319_Subproduto_Etanol_Milho_Como_Fonte_Proteina_867x323-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/AF_DOW003319_Subproduto_Etanol_Milho_Como_Fonte_Proteina_867x323-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>Elevação do preço do cereal deixou a ração animal mais cara, exigindo maior eficiência dos criatórios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="p1">Em Mato Grosso, a valorização do milho deixou mais cara a ração animal. Com os custos mais altos, produtores de leite e de suínos estão apreensivos. <b> </b>Para alimentar o rebanho, o produtor Adão Onésio, de Campo Verde (MT), precisa comprar cerca de mil sacos de milho por ano. O cereal é o principal componente da ração fornecida a 40 vacas em lactação, com produção média de 650 litros de leite por dia. Mas a baixa remuneração no preço pago pelo leite não garantiu a compra de todo o estoque necessário. Com quantidade suficiente para mais 60 dias, Onésio vai ter que pagar o dobro para não ficar sem o grão.</p>
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<h3></h3>
</div>
</div>
<p class="p1">A valorização do milho também diminuiu a rentabilidade na fazenda de Rodrigo Mores. Para driblar o aumento dos custos e garantir o alimento de suas 80 vacas, ele intercala pasto e a ração com reforço de outros nutrientes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="p1">Na suinocultura, as consequências da alta do preço do milho também aumentaram os custos de produção. A preocupação do setor é com a futura oferta dos grãos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="p1">Valdair Martinez, técnico da Cooperativa De Produtores de Leite de Juscimeira (Comajul) comentou que neste momento o produtor vai ter que ser mais eficiente na produção, buscando novas estratégias e planejamento para o ano que vem para não passar por esse período de novo. <b> </b></p>
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<h3></h3>
</div>
</div>
<p class="p1">O consultor técnico do Sebrae Fernando Bueno afirma que o pecuarista precisa estar atento a ferramentas que o ajudem a se proteger das altas.  “Ele tem que procurar fazer a produção de forragem ser bastante eficiente, fazer uma silagem de milho com bastante qualidade, e fazer pastagem com bastante qualidade”, diz.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1198" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-02-1-1.png" alt="" width="750" height="201" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-02-1-1.png 750w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-02-1-1-300x80.png 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-02-1-1-350x94.png 350w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/programas/informacao/rural-noticias/alta-do-milho-em-mato-grosso-deixa-produtores-de-leite-e-suinos-no-vermelho/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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