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	<title>RioGrandeDoSul &#8211; Atomic Agro &#8211; O Aplicativo que te dá Informações confiáveis de Produtor para Produtor</title>
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	<description>Atomic Agro é muito mais do que um Aplicativo, nele você tem acesso frequente a informações confiáveis de Produtor para Produtor e ainda tem muitas vantagens para Compra e Venda, Conheça!</description>
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		<title>RS: estiagem severa castiga de novo</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/rs-estiagem-severa-castiga-de-novo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2021 13:28:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lavouras ao sul do Estado nem emergiram.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1981" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/02/LavouraMilhoSeco_G.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/02/LavouraMilhoSeco_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/02/LavouraMilhoSeco_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/02/LavouraMilhoSeco_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>Voltou a chover no Rio Grande do Sul depois de semanas. Um temporal na madrugada desta terça-feira (12) assustou moradores da Zona Sul do Estado com forte chuva acompanhada de ventos. Nesta segunda-feira (11) as temperaturas ultrapassaram os 40ºC em vários municípios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No entanto a chuva tão esperada não foi volumosa, o que agrava a situação das lavouras, especialmente na metade Sul. Muitas lavouras de tabaco não conseguiram se desenvolver e outras estão secando antes mesmo da colheita. As folhas amareladas, ressecadas e manchadas não têm valor comercial. O tabaco é a base da economia dos municípios da região e a estiagem castiga pelo segundo ano consecutivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outra lavoura que preocupa é a de milho. Se na porção Norte as lavouras seguem em bom estado, mais ao Sul muitas nem emergiram ou também estão secando nas lavouras. No último levantamento feito pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) já havia previsão de redução de 9,3% na primeira safra do grão, com colheita de 3.5 milhões de toneladas. Em novembro a companhia projetava alta de 44% e esperava mais de 5.6 milhões de toneladas. Um novo balanço será divulgado nesta semana e há expectativa de mais baixa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No Estado, segundo o último levantamento da Defesa Civil, datado de 5 de janeiro, 112 municípios já haviam decretado situação de emergência mas outros já se somaram a esta situação. E as previsões não são animadoras. As chuvas devem retornar mesmo somente no inverno. Ainda entre março e maio os volumes devem ficar abaixo da média.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.agrolink.com.br/noticias/rs--estiagem-severa-castiga-de-novo_444724.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agrolink</a></p>
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		<item>
		<title>Gafanhotos já alcançam sete municípios</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/gafanhotos-ja-alcancam-sete-municipios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2020 12:40:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Pragas]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Gafanhotos]]></category>
		<category><![CDATA[NotíciasAgro]]></category>
		<category><![CDATA[RioGrandeDoSul]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rio Grande do Sul mantém o monitoramento dos gafanhotos no noroeste do estado.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-3642" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Gafanhoto_1_G.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Gafanhoto_1_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Gafanhoto_1_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Gafanhoto_1_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>O Rio Grande do Sul mantém o monitoramento dos gafanhotos no noroeste do estado. Desde o dia 30 de novembro os levantamentos são feitos diariamente para verificar a situação da infestação pela praga.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o último boletim da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) os insetos já alcançam sete municípios sendo 10 municípios em observação, com incidência em 32 pontos. O que mais concentra os insetos é São Valério do Sul, com 13 focos. Em segundo vem Santo Augusto com sete. Bom Progresso tem cinco focos; Chiapeta está com três focos; Campo Novo tem dois; Coronel Bicaco e Redentora tem um foco cada. Ainda estão sendo monitoradas as cidades de Braga, Nova Ramada e São Martinho, que por enquanto não têm nenhum foco.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<div id="google_ads_iframe_/316485075/agk_14000_pos_4_conteudo_desktop_0__container__">Outros 12 municípios ainda serão vistoriados de acordo com o plano traçado pelos fiscais de observar um raio de 30 km ao redor do primeiro foco. Inclusive foi realizado sobrevoo a fim de estimar os impactos na mata nativa e culturas adjacentes. Com as chuvas ocorridas na região, houve diminuição na mobilidade dos gafanhotos. A situação exige monitoramento constante”, alerta o chefe da Divisão de Defesa Sanitária Vegetal da Seapdr, Ricardo Felicetti.</div>
<div></div>
</div>
<p><strong>Prejuízos na agricultura</strong></p>
<p>No total foram vistoriados 6.777,5 ha, destes 3.432,5 ha (50,65%) de área agrícola e 3.345 ha (49,35%) de área de mata nativa.  O total da área agrícola com incidência foi de 26,47% (1794 ha), enquanto que na mata nativa este percentual representa 46,14% (3.127 ha).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em relação à área agrícola vistoriada, observou-se que 52,27% do total apresenta incidência, enquanto que na mata nativa notou-se um percentual maior, de 93,48% (3.127 ha) do total de área de mata nativa. Considerando a média no período de levantamentos tem-se uma incidência média de 39,97% e uma severidade média de 7,92%, apontou o levantamento oficial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A chuva diminuiu a mobilidade dos gafanhotos. Os adultos estão se alimentando, em sua maioria, de folhas de Timbó (<em>Ateleia glazioveana</em>), e as ninfas preferencialmente de Fumo-Bravo (<em>Solanum mauritianum</em>). Observa-se uma concentração de indivíduos adultos nas mesmas árvores, em atividade reprodutiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nas áreas agrícolas eles se encontram na bordadura das matas, sem danos expressivos. O maior impacto se deu em 5 hectares de soja, junto ao ponto do foco inicial (Reserva Indígena do Inhacorá &#8211; São Valério do Sul) com intensidade de desfolha em cerca de 5%, sendo que na bordadura da mata apresentava cerca de 15% dos folíolos de soja cortados. No total da área de soja vistoriada (2483 ha), nota-se uma incidência média de 33,37 % e uma intensidade de desfolha média de 0,41%. Nas áreas de milho observa-se uma incidência de 20,45% e uma intensidade de desfolha de 0%. Já nas áreas de mata Nativa (3345 ha) a incidência média foi de 56,53% e a intensidade de desfolha 30,81%.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.agrolink.com.br/noticias/gafanhotos-ja-alcancam-sete-municipios_443500.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agrolink</a></p>
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		<item>
		<title>Gaúchos continuam se abastecendo de milho do MS</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/gauchos-continuam-se-abastecendo-de-milho-do-ms/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2020 13:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cotação]]></category>
		<category><![CDATA[Milho]]></category>
		<category><![CDATA[Cotações]]></category>
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		<category><![CDATA[Safra20/21]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“O milho local fechou o dia em R$ 90,00 em Ibirubá".</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-535" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/07/16043-an-ear-of-corn-with-husk-or.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/07/16043-an-ear-of-corn-with-husk-or.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/07/16043-an-ear-of-corn-with-husk-or-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/07/16043-an-ear-of-corn-with-husk-or-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>Continua a tentativa dos compradores gaúchos de se abastecer no Mato Grosso do Sul, com pouco sucesso, por  enquanto, apenas lotes esporádicos, mas que deverão aumentar  à medida que faltar matéria-prima, antes do início da colheita. As informações foram divulgadas pela TF Agroeconômica.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<div id="google_ads_iframe_/316485075/agk_14000_pos_4_conteudo_desktop_0__container__">“O milho local fechou o dia em R$ 90,00 em Ibirubá, R$ 89,50 em Vacaria, R$ 89,00 em Ijuí e Santa Rosa, R$ 87,00 em Passo Fundo e R$ 86,0 em Carazinho. As demais localidades estão entre R$ R$ 84,00 e R$ 86,00. O preço de exportação não teve indicação novamente, mas os vendedores estão buscando wash-out, porque, mesmo pagando prêmios, os preços compensam”, comenta.</div>
<div></div>
</div>
<p>Em Santa Catarina, a safra atingida pela estiagem e os compradores estão tentando se abastecer fora do estado. “Os  preços  do  milho  local  continuam  a  R$  91,00/saca em Campos Novos  e  a  R$  89,00  em  Concórdia,  Joaçaba  e  Mafra.  A  seguir  os preços  de  R$  86,00  no  Alto  Vale  do  Itajaí,  que  subiram  um real/saca. Em Chapecó a semana fechou a R$ 84,00/saca.  Os preços para o produtor fecharam a R$ 78,00/saca no Alto Vale do Itajaí, R$ 76,50 em Campos Novos, R$ 76,00 Concórdia e Joaçaba, R$ 74,00 em Pinhalzinho, R$ 70,25 em Xanxerê”, indica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No Paraná, a nova queda do dólar aumentou a oferta. “Pedidas de R$ 80/saca no geral, mas o mercado comprador devagar essa semana. Negócios apenas em volumes regionais, menores. Preços negociados a R$ 78 FOB no Sudoeste. Compradores indicando abaixo  disso, por volta de R$ 76,00/saca como ideia para tentar negócio”, conclui a consultoria.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.agrolink.com.br/noticias/gauchos-continuam-se-abastecendo-de-milho-do-ms_442703.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Após eliminar 15% dos gafanhotos, combate na Argentina continua</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/apos-eliminar-15-dos-gafanhotos-combate-na-argentina-continua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2020 13:01:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Gafanhotos]]></category>
		<category><![CDATA[RioGrandeDoSul]]></category>
		<category><![CDATA[Uruguaiana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estimativa é de que os insetos pousaram no final da tarde do domingo, 5, em uma área em Curuzu Quatiá, a cerca de 180 quilômetros de Uruguaiana (RS)</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2861" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Gafanhotos_G.jpg" alt="" width="760" height="506" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Gafanhotos_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Gafanhotos_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Gafanhotos_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>Assim como nos dias anteriores, o domingo foi de caça aos gafanhotos para as equipes do Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar da Argentina (Senasa) na província de Corrientes. Conforme o boletim do órgão, os técnicos visualizaram os insetos se deslocando no sentido norte/noroeste, na região do município de Sauce. A estimativa das equipes é de que os insetos pousaram no final da tarde em uma área em Curuzu Quatiá, a cerca de 180 quilômetros de Uruguaiana (RS).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Na tarde do domingo, os técnicos avistaram os insetos mas horas depois perderam contato visual com os gafanhotos nessa região. A busca havia começado pela manhã, ao norte de Sauce. Quando terminaram as estradas secundárias, o grupo começou a seguir para norte pela Ruta 23. No caminho, eles ainda cruzaram por alguns insetos que provavelmente se desgarraram da nuvem. A região é inóspita e de difícil deslocamento – pela falta de estradas e muitas regiões de vegetação fechada e banhados se revezando com campos”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mesmo com os insetos tendo se deslocado no fim de semana em direção oposta, segue o alerta na fronteira gaúcha com a Argentina. Conforme o fiscal agropecuário Juliano Ritter, da Secretaria de Agricultura do Estado, com a chegada de uma frente fria, o tempo deve esfriar no Rio Grande do Sul nesta semana – o que seria pouco convidativo para gafanhotos. Embora o vento possa mudar em direção ao estado na quarta-feira, 8.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Fim de semana</strong></h2>
<p>Os gafanhotos voltaram a se deslocar depois de uma<strong> aplicação aérea realizada na manhã de quinta-feira, 2</strong>, que eliminou cerca de 15% da nuvem. Embora o Senasa não tenha divulgado uma avaliação precisa do resultado, a estimativa foi informada pelo representante local das Confederações Rurais Argentinas (CRA) Martin Rapetti. Com o frio, os gafanhotos estão se deslocando em voos curtos desde sexta e sendo rastreados pelos técnicos do governo argentino.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A operação aérea do dia 2 foi a segunda contra os gafanhotos. Ela cobriu uma área de 115 hectares no norte de Sauce, onde os insetos permaneceram pousados desde a segunda-feira, dia 29. A operação aérea anterior havia ocorrido no dia 26 de junho, quando a nuvem estava pousada em uma área de 70 hectares no interior do município de Curuzú Quatiá – mais a leste na província. A estimativa é de que, na ocasião, outros 15% dos gafanhotos haviam sido eliminados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Também no último dia 2, representantes do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag), do Ministério da Agricultura, da Secretaria de Agricultura do Rio Grande do Sul e de outras entidades brasileiras participaram de uma videoconferência com as entidades de aviação agrícola da Argentina e Uruguai, além de autoridades do ministérios da Agricultura dos dois países. O objetivo foi nivelar as informações entre os técnicos, autoridades e operadores aeroagrícolas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um dos destaques foi a apresentação do chefe do Programa Nacional de Gafanhotos e Ticuras da Argentina, Hector Emílio Medina. Ele relatou o histórico das ações de combate a gafanhotos em seu país desde a fundação do programa, em 1891. E ressaltou o aumento, desde 2015, na incidência de grandes nuvens de gafanhotos na região entre o norte argentino, o Paraguai e a Bolívia. A nuvem que atualmente está na província de Corrientes havia sido detectada pela primeira vez em 11 de maio, quando o Serviço de Qualidade e Sanidade Vegetal do Paraguai (Senave) alertou o governo argentino de que uma nuvem de gafanhotos estava se deslocando pela região do Chaco rumo sul.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A partir daí, os insetos seguiram por mais de mil quilômetros, com as correntes de vento e temperaturas altas para essa época, até próximo à fronteira com o Rio Grande do Sul e o Uruguai. Foi a primeira vez em mais de 70 anos que uma nuvem tão grande chegava à região. Por conta disso, o <a href="https://www.canalrural.com.br/noticias/gafanhotos-governo-declara-estado-emergencia/"><strong>Ministério da Agricultura do Brasil decretou emergência fitossanitária</strong></a> para se preparar para o combate à praga e as empresas associadas ao Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag) no estado entraram em alerta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao mesmo tempo, o sindicato aeroagrícola elaborou o texto preliminar de um plano para um programa permanente para enfretamento da praga no Brasil. Isso a partir dos protocolos do Senasa e da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). O documento segue sendo avaliado pela pasta e abrange dados sobre as características dos insetos e sua voracidade, as formas de combate em cada estágio e a tecnologia disponível no país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O estudo reforça ainda os requisitos legais para as empresas aeroagrícolas operarem, desde registros e licenças ambientais até a formação mínima da equipe. A elaboração do plano ficou a cargo de uma equipe de agrônomos, todos com doutorados abrangendo áreas de Bioquímica, Fisiologia, Entomologia e Tecnologias de Aplicação.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/noticias/gafanhoto-combate-argentina-continua/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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		<item>
		<title>RS: 8 mil laudos de Proagro foram elaborados por conta da estiagem, diz Emater</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/rs-8-mil-laudos-de-proagro-foram-elaborados-por-conta-da-estiagem-diz-emater/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2020 11:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Atomic Agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os laudos periciais são necessários para avaliar e quantificar as perdas, fundamentais para calcular o valor da indenização que o produtor tem direito a receber.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1979" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/02/MilhoSeco_G.jpg" alt="" width="760" height="503" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/02/MilhoSeco_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/02/MilhoSeco_G-300x199.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/02/MilhoSeco_G-350x232.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>A Emater informa que o número de laudos de Proagro que elaborou no Rio Grande do Sul ultrapassou a marca dos 8 mil. Desde dezembro, técnicos realizam perícias, especialmente em lavouras de milho e soja, as mais castigadas pela estiagem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Mudamos nossa rotina (por causa do coronavírus), mas estamos a postos para os atendimentos e serviços essenciais, como os laudos de Proagro, as ações de enfrentamento à estiagem e o atendimento ao público em vulnerabilidade social”, disse o diretor técnico da Emater/RS, Alencar Rugeri.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os laudos periciais são necessários para avaliar e quantificar as perdas, fundamentais para calcular o valor da indenização que o produtor tem direito a receber. De acordo com a Diretoria Técnica da Emater/RS, até o momento foram realizadas 3.518 perícias em lavouras de milho e 3.435 nas de soja.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Instituição também tem atendido demandas dos produtores de frutas. Foram concluídos até o momento 260 laudos para uva, 227 para ameixa, 163 para maçã e 157 para pêssego. As maiores perdas na fruticultura estão concentradas na Serra Gaúcha.</p>
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<h3></h3>
</div>
</div>
<p>Os números da Emater/RS-Ascar indicam ainda perdas nas culturas da cebola, com 49 laudos periciais de Proagro realizados até agora, feijão, com 26 laudos, e alho, com 18 laudos, além de outros 189, referentes a culturas de menor impacto econômico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na região de Ijuí, que abrange 44 municípios dos Coredes Celeiro, Noroeste Colonial e Alto Jacuí, até o momento os técnicos da Emater/RS-Ascar concluíram 2.166 perícias de Proagro em lavouras de soja e 372 em lavouras de milho.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/agronegocio/rs-8-mil-laudos-de-proagro-foram-elaborados-por-conta-da-estiagem-diz-emater/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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		<item>
		<title>Soja: quebra no RS faz consultoria diminuir perspectiva para safra do Brasil</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/soja-quebra-no-rs-faz-consultoria-diminuir-perspectiva-para-safra-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2020 11:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Atomic Agro]]></category>
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		<category><![CDATA[Clima]]></category>
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		<category><![CDATA[RioGrandeDoSul]]></category>
		<category><![CDATA[Safra 19/20]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ainda assim, outros estados devem ajudar a diminuir a redução, como Mato Grosso do Sul que deve registrar o maior aumento de safra do país.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2189" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Sojadesfocada_G.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Sojadesfocada_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Sojadesfocada_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Sojadesfocada_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>Com a colheita da soja chegando a aproximadamente 80% no Brasil, a consultoria Safras &amp; Mercado acredita que a partir de agora já dá para notar mais claramente o potencial produtivo da safra na temporada 2019/2020. Segundo levantamento da consultoria o país pode atingir o recorde de 124,1 milhões de toneladas, alta de 4,1% ante as 119,3 milhões de toneladas do ano anterior.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o analista da Safras Luiz Fernando Gutierrez, foram feitos ajustes importantes nas estimativas de produtividades médias dos principais estados produtores do país, em relação a fevereiro, quando a safra estimada era de 124,5 milhões de toneladas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Começando pelo Rio Grande do Sul, que irá confirmar uma das piores quebras de safra de sua história e colher apenas 13,9 milhões de toneladas, quase 32% a menor que a safra 2018/2019, quando conseguiram a marca histórica de 20,4 milhões de toneladas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“A maior parte das lavouras gaúchas não recebeu umidade suficiente em momentos importantes do desenvolvimento, o que derrubou o potencial produtivo das plantas do Noroeste ao Sul do estado. Salvo exceções, apenas a região Norte do estado registrou produtividades satisfatórias”, diz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar disso, os demais estados da região Sul, assim com os estados das regiões Sudeste e Centro-Oeste registram grandes produtividades médias, superando as expectativas iniciais e compensando a quebra da safra gaúcha.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Paraná, por exemplo deve produzir 20,9 milhões de toneladas nesta safra (+23,8%), recuperando em grande estilo as perdas da última temporada quando colheram apenas 16,8 milhões de toneladas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O Paraná já tinha a perspectiva de produzir bem, mas com o avanço da colheita parece que conseguirão uma safra ainda maior que a prevista inicialmente.”</p>
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<h3></h3>
</div>
</div>
<p>Mato Grosso segue disparado como maior produtor do grão e deve colher mais uma safra recorde de soja, chegando a 34,3 milhões de toneladas nesta temporada, 6,4% a mais que a anterior, que foi de 32,3 milhões de toneladas, segundo dados da consultoria.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mato Grosso do Sul deve registrar o maior aumento de produção do país com a produção de 11,2 milhões de toneladas, surpreendentes 31,1% a mais que as 8,5 milhões de toneladas da safra do ano passado. “O estado deve conseguir uma super produtividade este ano, com um baita aumento na produção”, diz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Ou seja, no fim das contas o Brasil deve mesmo fechar com outra safra recorde no país e se consolidando na posição de maior produtor mundial”, afirma Gutierrez.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1198" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-02-1-1.png" alt="" width="750" height="201" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-02-1-1.png 750w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-02-1-1-300x80.png 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-02-1-1-350x94.png 350w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/sites-e-especiais/projeto-soja-brasil/soja-quebra-no-rs-faz-consultoria-diminuir-perspectiva-para-safra-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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		<title>RS: colheita da soja avança, mas alguns estão colhendo 30 sacas por hectare</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/rs-colheita-da-soja-avanca-mas-alguns-estao-colhendo-30-sacas-por-hectare/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2020 11:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Atomic Agro]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[RioGrandeDoSul]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As primeiras lavouras começam a ser colhidas no Rio Grande do Sul. As fases são as seguintes: 4% na fase de desenvolvimento vegetativo, 19% em floração, 59% na fase de enchimento de grãos, 16% maduro, e 2% das lavouras foram colhidas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-448" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Depositphotos_38832763_xl-2015.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Depositphotos_38832763_xl-2015.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Depositphotos_38832763_xl-2015-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Depositphotos_38832763_xl-2015-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>As primeiras lavouras começam a ser colhidas. As fases são as seguintes: 4% na fase de desenvolvimento vegetativo, 19% em floração, 59% na fase de enchimento de grãos, 16% maduro, e 2% das lavouras foram colhidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Ijuí</strong></h3>
<p>Por lá, 10% das lavouras estão em floração, 76% em enchimento de grãos, 13% na fase de maturação e 1% colhido. Segundo a entidade, com a baixa umidade no solo, a cultura apresentou aumento de sintomas de déficit hídrico, principalmente nos municípios onde a precipitação vem sendo abaixo do ideal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“A cultura evoluiu rapidamente para o estádio de formação de grãos, com redução do número de vagens. Lavouras com cultivares precoces apresentam perdas elevadas, sem possibilidade de recuperação”, afirma.<br />
Santa Rosa</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na região, 6% das lavouras implantadas estão na fase de desenvolvimento vegetativo, 23% em floração, 65% em enchimento de grãos, 5% das áreas em maturação e 1% foi colhido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo a Emater, as lavouras semeadas no início da época recomendada pelo zoneamento estão finalizando o enchimento de grãos e iniciando a maturação, e algumas com semeadura bem antecipada foram colhidas com produtividade boa, sem reflexo de perdas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O período sem chuvas variou de 15 a 18 dias em determinadas localidades no início de fevereiro, ocasionando inclusive perda de folhas baixeiras e queda de flores e vagens, provocando maiores perdas nessas lavouras. Mas em localidades com chuvas regulares durante o início de fevereiro, as lavouras de soja apresentam bom potencial de produtividade, mesmo com redução da produtividade esperada.”</p>
<h3></h3>
<h3><strong>Santa Maria</strong></h3>
<p>A maior parte da cultura segue na fase reprodutiva, quando a planta é mais exigente em termos de umidade e nutrientes. Com as precipitações ocorridas na semana em alguns municípios, a umidade no solo ameniza os efeitos da estiagem.</p>
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<h3></h3>
</div>
</div>
<h3><strong>Bagé</strong></h3>
<p>A cultura é plantada mais cedo na Fronteira Oeste, onde 4% das áreas já estão maduras, 86% estão em estádio reprodutivo (floração e enchimento de grãos) e 10% em desenvolvimento vegetativo. Na região da Campanha, estima-se que 30% das lavouras estão em desenvolvimento vegetativo e 70% em floração e enchimento de grãos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Apesar de esparsa e de pouco volume, a ocorrência de precipitações no final da semana na maior parte dos municípios da região trouxe alívio para os agricultores, pois a estiagem já estava causando perdas na parte Sul”, afirma a entidade.</p>
<h3></h3>
<h3><strong>Passo Fundo</strong></h3>
<p>Por lá, 90% das lavouras estão na fase de enchimento de grãos, 8% estão maduras e por colher e 2% das lavouras foram colhidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Apesar das chuvas no feriado de carnaval, em bom nível e de forma generalizada, muitas lavouras não devem reverter o quadro de redução no rendimento.”</p>
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<h3></h3>
</div>
</div>
<h3><strong>Soledade</strong></h3>
<p>Por lá, 1% da cultura encontra-se na fase de desenvolvimento vegetativo, 35% na floração, 63% na fase de enchimento de grãos e 1% em maturação. Segundo a Emater, a ocorrência de chuvas na semana, em grande parte da região, embora irregulares e fracas, amenizou o estresse hídrico da cultura por poucos dias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Com o retorno do tempo seco, associado a ventos ocasionais, os sintomas de deficiência hídrica reaparecem, sobretudo em áreas mais pedregosas. Por conta disso, as perdas começam a aumentar, e muitos agricultores solicitam o Proagro.”</p>
<h3></h3>
<h3><strong>Frederico Westphalen</strong></h3>
<p>Por lá, 9% na fase de desenvolvimento vegetativo, 28% na floração, 49% na fase de enchimento de grãos, 11% em maturação e 3% das lavouras colhidas.</p>
<h3></h3>
<h3><strong>Erechim</strong></h3>
<p>Por lá, 70% da cultura encontra-se em enchimento de grãos, 25% em maturação e 5% delas já foram colhidas. O aspecto geral é muito bom. Porém, nas primeiras lavouras colhidas, a produtividade ficou abaixo do esperado, afirma a entidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Nas variedades precoces houve redução no número de vagens, no de grãos por vagem e no peso dos grãos. As perdas nessas lavouras são significativas em relação à expectativa inicial, mas tais áreas representam menos de 10% da área total cultivada na região. Para as cultivares de ciclo normal e nas tardias, a produtividade poderá ficar comprometida, caso não ocorram precipitações adequadas nos próximos dias.</p>
<h3></h3>
<h3><strong>Caxias do Sul</strong></h3>
<p>A chuva em fevereiro foi muito abaixo da média nos principais municípios produtores de soja da Serra e dos Campos de Cima da Serra, afirma a Emater. Até o dia 23 foram registrados apenas 23,4 mm em Vacaria, 4,6 mm em Pinhal da Serra e 6,2 mm em Serafina Correa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“A grande maioria das lavouras encontra-se em enchimento de grãos. Iniciou a colheita das lavouras mais precoces, que vêm apresentando rendimento muito abaixo do esperado, com média de 1.800 quilos por hectare em Muitos Capões”, diz a Emater.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1198" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-02-1-1.png" alt="" width="750" height="201" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-02-1-1.png 750w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-02-1-1-300x80.png 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-02-1-1-350x94.png 350w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/sites-e-especiais/projeto-soja-brasil/rs-colheita-da-soja-avanca-mas-alguns-estao-colhendo-30-sacas-por-hectare/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://atomicagro.com.br/rs-colheita-da-soja-avanca-mas-alguns-estao-colhendo-30-sacas-por-hectare/">RS: colheita da soja avança, mas alguns estão colhendo 30 sacas por hectare</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://atomicagro.com.br">Atomic Agro - O Aplicativo que te dá Informações confiáveis de Produtor para Produtor</a>.</p>
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