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	<title>QuebraSafra &#8211; Atomic Agro &#8211; O Aplicativo que te dá Informações confiáveis de Produtor para Produtor</title>
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	<description>Atomic Agro é muito mais do que um Aplicativo, nele você tem acesso frequente a informações confiáveis de Produtor para Produtor e ainda tem muitas vantagens para Compra e Venda, Conheça!</description>
	<lastBuildDate>Thu, 22 Jul 2021 17:53:02 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Quebra de safra de milho demandará importações para suprir abastecimento em 2022</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/quebra-de-safra-de-milho-demandara-importacoes-para-suprir-abastecimento-em-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jul 2021 11:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Milho]]></category>
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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Produção nacional do cereal deve ficar abaixo de 56,7 milhões de t na segunda safra.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_472" aria-describedby="caption-attachment-472" style="width: 760px" class="wp-caption alignnone"><img class="size-full wp-image-472" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/07/paranagua05_003.jpg" alt="" width="760" height="468" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/07/paranagua05_003.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/07/paranagua05_003-300x185.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/07/paranagua05_003-350x216.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /><figcaption id="caption-attachment-472" class="wp-caption-text">Foto: Ivan Bueno/ APPA</figcaption></figure>
<p>A <a href="https://www.conab.gov.br/"><strong>Companhia Nacional de Abastecimento (Conab)</strong></a> vem estimando a produção de 66,9 milhões de toneladas nesta segunda safra de milho. Porém, durante a Abertura Nacional da Colheita do Milho 2021, os analistas de mercado Paulo Molinari, da <a href="https://news.safras.com.br/"><strong>Safras &amp; Mercado</strong></a>, e Anderson Galvão, da <a href="http://www.celeres.com.br/"><strong>Céleres Consultoria</strong></a>, pontuaram que, na prática, os resultados devem ser menos otimistas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Considerando os problemas climáticos e a cigarrinha que afetaram as plantações, é muito difícil acreditar que nesta safra de inverno o Brasil alcance 60 milhões de toneladas”, afirmou Galvão, em transmissão ao vivo. “A não ser que a gente tenha criado um ‘milho ciborgue’, capaz de sobreviver a um plantio 70% feito em março, a 60 dias de seca, a quatro geadas em junho e duas geadas nesta semana”, completou Molinari.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Nosso número já é de 56,7 milhões de toneladas, e eu diria que talvez a gente até reduza esse número nas próximas estimativas”, revelou o analista da Safras &amp; Mercado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como exceções, Molinari cita o Matopiba e boa parte de Mato Grosso, que escaparam de uma situação mais crítica. Já as médias de “Goiás para baixo” estariam bastante reduzidas, em sua avaliação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Próxima safra de milho</strong></p>
<p>De acordo com os dois analistas, essa quebra de safra somada aos montantes já negociados para exportação tornam a importação uma necessidade em 2022. “Temos 5 milhões de toneladas comprometidas com embarques até o começo de agosto e 15 milhões de toneladas para entregar até janeiro. Precisamos abastecer o mercado brasileiro”, reforçou Molinari.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo ele, por mais que se tenha o <em>washout</em>, que vai acontecendo com 3 milhões de toneladas, isso não é suficiente para garantir nosso abastecimento até 2022.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Diante de um cenário que apresenta desafios para o abastecimento nacional, mas evidencia a boa recepção dos produtos brasileiros, Galvão alerta para a importância deste período de “preços excepcionais” para que se façam melhorias para o setor.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/sites-e-especiais/mais-milho/quebra-safra-milho-importacoes-2022/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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		<item>
		<title>Cigarrinha causa quebra de 50% na produtividade do milho</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/cigarrinha-causa-quebra-de-50-na-produtividade-do-milho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Feb 2021 11:30:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Pragas]]></category>
		<category><![CDATA[Cigarrinha]]></category>
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		<category><![CDATA[Safra20/21]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Produtores de milho do Sul sofrem com ataque da praga e temem não cumprir contratos.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-3889" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2021/02/CigarrinhaMilho_G.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2021/02/CigarrinhaMilho_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2021/02/CigarrinhaMilho_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2021/02/CigarrinhaMilho_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>Produtores de milho do Sul do país estimam quebra de mais de 50% na produtividade da safra verão 2020/21. O dano foi causado pelo ataque da cigarrinha, que afetou vários estados da região.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em uma lavoura de milho em Castro (PR), entre os 800 hectares plantados, mais de 40% da área foi atacada pela praga. Na área mais afetada, a estimativa é que a produtividade caia de 186 para 116 sacas por hectare. “Essa lavoura, se for colhida, corre da qualidade do grão cair bastante. Uma das alternativas para esse milho é fazer silagem ou correr o risco de tentar colher ele um pouco mais úmido”, relata o produtor rural Paulo Bertolini.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para Sandero Leffers, que compra milho para silagem desde 2009 e adquiriu uma área de 180 hectares para o plantio grão, a expectativa é vender 25% a mais de silagem do que na temporada passada. “Nós estamos com uma lavoura que a princípio foi condenada para a colheita de grãos. Mas produtores nos procuraram para ver a possibilidade de fazer uma silagem de milho porque o ponto que o dano é feito pela cigarrinha ainda não é tão grande”, explica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pela primeira vez sofrendo com o ataque de cigarrinhas, a região também teve impactos com a falta de chuva. “A propagação da cigarrinha foi favorecida devido à condição climática, quando em setembro tivemos uma das maiores secas dos últimos 60 anos dentro da nossa região e com temperaturas elevadas”, aponta o engenheiro agrônomo Mauricio Zanon.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E mesmo usando sementes mais resistentes, os produtores de Santa Catarina também esperam grande prejuízo. Em uma propriedade em São Domingos, a produtividade deve cair de 250 para 39 sacas por hectare. “Isso vai abalar bastante o agronegócio e a cadeia produtiva. Nós, como produtores, estamos perdendo e a agroindústria vai sentir a necessidade desse milho que não vai entrar no mercado”, afirma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Produtores de Xanxerê, no oeste do estado, produtores estão preocupados em não cumprir os contratos negociados. “A situação é bastante preocupante porque não se tem muitas opções que podem ser empreendidas para minimizar o prejuízo, além de colher o milho com muito mais umidade. Pedimos até uma atenção das empresas fornecedoras de híbridos para que no próximo ano procure nos oferecer sementes com nota mais elevadas, no sentido de serem tolerantes a essa praga”, conta o engenheiro agrônomo, Otacílio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No município de Abelardo Luz, a estimativa é de quebra de 50% na comparação com a safra anterior. “Para que a gente consiga reverter esse 70% de ataque e os 50% de quebra nas lavouras, é muito importante fazer o controle químico associado ao controle biológico de acordo com a divulgação das universidades e instituições de pesquisa para que não venha acontecer essa quebra novamente”, esclarece Vinicius Bodanese Demarch, engenheiro agrônomo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para prevenir o ataque das cigarrinhas, além do produtor usar cultivares tolerantes, é indicado ao produtor não fazer o plantio em datas específicas, assim como ter atenção no manejo com as plantas tigueras. “As tigueras são plantas de milho que nascem espontaneamente de grãos perdidos da última colheita e servem de abrigo para a cigarrinha e a própria doença, ou seja, plantas tigueras são a ponte para levar a cigarrinha para a lavoura”, esclarece o pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo, Walter Meireles.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“As plantas mais novas são mais sensíveis ao ataque da cigarrinha, enquanto que as plantas mais adultas, pós-florescimento, são menos sensíveis, por isso, medidas preventivas são importantes, antes do plantio e logo após a emergência das plantas”, completa.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/sites-e-especiais/mais-milho/cigarrinha-causa-quebra-de-50-na-produtividade-do-milho/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://atomicagro.com.br/cigarrinha-causa-quebra-de-50-na-produtividade-do-milho/">Cigarrinha causa quebra de 50% na produtividade do milho</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://atomicagro.com.br">Atomic Agro - O Aplicativo que te dá Informações confiáveis de Produtor para Produtor</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Soja: quebra no RS faz consultoria diminuir perspectiva para safra do Brasil</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/soja-quebra-no-rs-faz-consultoria-diminuir-perspectiva-para-safra-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2020 11:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ainda assim, outros estados devem ajudar a diminuir a redução, como Mato Grosso do Sul que deve registrar o maior aumento de safra do país.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2189" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Sojadesfocada_G.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Sojadesfocada_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Sojadesfocada_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Sojadesfocada_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>Com a colheita da soja chegando a aproximadamente 80% no Brasil, a consultoria Safras &amp; Mercado acredita que a partir de agora já dá para notar mais claramente o potencial produtivo da safra na temporada 2019/2020. Segundo levantamento da consultoria o país pode atingir o recorde de 124,1 milhões de toneladas, alta de 4,1% ante as 119,3 milhões de toneladas do ano anterior.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o analista da Safras Luiz Fernando Gutierrez, foram feitos ajustes importantes nas estimativas de produtividades médias dos principais estados produtores do país, em relação a fevereiro, quando a safra estimada era de 124,5 milhões de toneladas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Começando pelo Rio Grande do Sul, que irá confirmar uma das piores quebras de safra de sua história e colher apenas 13,9 milhões de toneladas, quase 32% a menor que a safra 2018/2019, quando conseguiram a marca histórica de 20,4 milhões de toneladas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“A maior parte das lavouras gaúchas não recebeu umidade suficiente em momentos importantes do desenvolvimento, o que derrubou o potencial produtivo das plantas do Noroeste ao Sul do estado. Salvo exceções, apenas a região Norte do estado registrou produtividades satisfatórias”, diz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar disso, os demais estados da região Sul, assim com os estados das regiões Sudeste e Centro-Oeste registram grandes produtividades médias, superando as expectativas iniciais e compensando a quebra da safra gaúcha.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Paraná, por exemplo deve produzir 20,9 milhões de toneladas nesta safra (+23,8%), recuperando em grande estilo as perdas da última temporada quando colheram apenas 16,8 milhões de toneladas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O Paraná já tinha a perspectiva de produzir bem, mas com o avanço da colheita parece que conseguirão uma safra ainda maior que a prevista inicialmente.”</p>
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<h3></h3>
</div>
</div>
<p>Mato Grosso segue disparado como maior produtor do grão e deve colher mais uma safra recorde de soja, chegando a 34,3 milhões de toneladas nesta temporada, 6,4% a mais que a anterior, que foi de 32,3 milhões de toneladas, segundo dados da consultoria.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mato Grosso do Sul deve registrar o maior aumento de produção do país com a produção de 11,2 milhões de toneladas, surpreendentes 31,1% a mais que as 8,5 milhões de toneladas da safra do ano passado. “O estado deve conseguir uma super produtividade este ano, com um baita aumento na produção”, diz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Ou seja, no fim das contas o Brasil deve mesmo fechar com outra safra recorde no país e se consolidando na posição de maior produtor mundial”, afirma Gutierrez.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1198" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-02-1-1.png" alt="" width="750" height="201" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-02-1-1.png 750w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-02-1-1-300x80.png 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-02-1-1-350x94.png 350w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/sites-e-especiais/projeto-soja-brasil/soja-quebra-no-rs-faz-consultoria-diminuir-perspectiva-para-safra-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Estiagem preocupa e seguros devem ser insuficientes no RS</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/estiagem-preocupa-e-seguros-devem-ser-insuficientes-no-rs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2020 13:12:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicativo]]></category>
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		<category><![CDATA[NotíciasAgro]]></category>
		<category><![CDATA[QuebraSafra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As perdas de produção por causa da estiagem estão avaliadas em 18,9% para a soja e 30% para o milho.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-977" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/09/vazio-sanitario.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/09/vazio-sanitario.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/09/vazio-sanitario-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/09/vazio-sanitario-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>As perdas de produção por causa da estiagem estão avaliadas em 18,9% para a soja e 30% para o milho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Atualmente, 86 cidades do Rio Grande do Sul estão em situação de emergência por causa da estiagem. Em algumas culturas, perdas de aproximadamente 30% já estão confirmadas, o que deixa produtores preocupados com o endividamento.</p>
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<h3></h3>
</div>
</div>
<p>Para amenizar esta situação, o governo federal estuda formas de apoiar agricultores e pecuaristas afetados pela estiagem.Segundo o Ministério da Agricultura, apenas 41% da área plantada de milho no Rio Grande do Sul e metade da área da soja estão asseguradas pelo Proagro. No entanto, o presidente da Aprosoja do Rio Grande do Sul, Luís Fernando Marasca, acredita que os seguros não sejam suficientes, mesmo somando os contratos particulares.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Os seguros são muito básicos e mal cobrem o custo de produção. Então, neste evento climático de dezembro e janeiro, uma quebra de 20% não atinge o valor capaz de dar uma perda de produção que gere restituição no seguro. Salvo algumas situações mais graves, a maioria não vai ter acesso ao seguro”, disse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A rede técnica cooperativa do Rio Grande do Sul analisou, nesta segunda quinzena de janeiro, mais de 3 milhões de hectares de soja e 337 mil hectares de milho atendidos por 22 cooperativas. As perdas de produção por causa da estiagem estão avaliadas em 18,9% para a soja e 30% para o milho.</p>
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<h3></h3>
</div>
</div>
<p>No caso da soja, esse número pode aumentar se as condições climáticas continuarem desfavoráveis nos próximos dias. Diante desse cenário, o prejuízo começa a bater na porta de muitos produtores não só de soja e milho, como de frutas, leite e fumo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na opinião do consultor jurídico José Carlos Vaz, é chegada a hora de o governo federal mostrar apoio ao pecuarista. “O primeiro estágio é fazer uma força-tarefa para agilizar a análise da situação, o recebimento dos pedidos de cobertura do Proagro e do seguro agrícola. Neste momento, ainda é importante que o governo sinalize que vai dar sustentação aos produtores e uma boa medida seria autorizar uma prorrogação, um prazo de espera para os financiamentos de crédito rural que vencem agora no primeiro semestre.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Então, autorizar os bancos a prorrogarem de forma automática até 31 de julho todas as operações nesses municípios abrangidos por decretação de emergência”, analisou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sobre os financiamentos de crédito agrícola, o Banco do Brasil e a Sicredi já trabalham com a renegociação e prorrogação de dívidas. Mas a criação de uma linha de crédito emergencial para agricultores segue indefinida.</p>
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<p>“Poderia dar crédito para os produtores fazerem retenção de animais, para os pecuaristas conseguirem recursos. Poderia aumentar  a liquidez do produtor, aumentar crédito, colocar dinheiro para comercialização e capital de giro do produtor com recursos do crédito rural”, completou o consultor jurídico.</p>
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<p>Bancos públicos e privados já possuem o sinal verde do BNDES para contratar até R$ 5 bilhões a serem utilizados no financiamento de diferentes tipos de dívidas de produtores rurais. Para a próxima safra, o Ministério da Agricultura já adiantou que vai custear os seguros em R$ 1 bilhão. Quem está em contato direto com o produtor garante que não é suficiente.</p>
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<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/programas/informacao/rural-noticias/estiagem-preocupa-e-seguros-devem-ser-insuficientes-no-rs/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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