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	<title>PlantasDaninhas &#8211; Atomic Agro &#8211; O Aplicativo que te dá Informações confiáveis de Produtor para Produtor</title>
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	<description>Atomic Agro é muito mais do que um Aplicativo, nele você tem acesso frequente a informações confiáveis de Produtor para Produtor e ainda tem muitas vantagens para Compra e Venda, Conheça!</description>
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		<title>Plantas daninhas: problema que brota nos campos e derruba a produtividade</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/plantas-daninhas-problema-que-brota-nos-campos-e-derruba-a-produtividade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2020 13:44:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Plantas Daninhas]]></category>
		<category><![CDATA[PlantasDaninhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A resistência que as plantas daninhas estão desenvolvendo acabam causando um problema no controle.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-3398" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/10/PlantasDaninhasMilho_G.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/10/PlantasDaninhasMilho_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/10/PlantasDaninhasMilho_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/10/PlantasDaninhasMilho_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>As plantas daninhas hoje representam um dos principais problemas na plantação de grãos. Segundo dados da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) Soja, as perdas podem chegar a 90% nas lavouras em casos extremos de infestação. &#8220;A resistência que as plantas daninhas estão desenvolvendo acabam causando um problema no controle, uma vez que isso reduz as opções para combatê-las&#8221;, explica o Pesquisador da Embrapa de Passo Fundo, Leandro Vargas.  Segundo o pesquisador, as culturas estão sofrendo com a ação de espécies específicas de plantas daninhas, que estão cada vez mais difíceis de combater.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para evitar prejuízos e tornar o controle ainda mais eficaz na produção de grãos, o uso de herbicidas pré-emergentes é uma tendência em crescimento, uma vez que permite o cultivo no limpo, eliminando o problema antes mesmo dele começar. &#8220;Além de melhorar o desempenho no pré-cultivo, o uso de pré-emergentes garante alta seletividade e aprimora as chances de um bom controle em pós&#8221;, observa Anderson Cavenaghi, Professor da Univag.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Começar um cultivo com a lavoura no limpo é um sonho para os produtores, que buscam orientações de manejo que atendam às necessidades de sua produção, levando em conta a presença de plantas resistentes ao glifosato, como azevém, capim-amargoso, capim-pé-de-galinha e buva, principais ameaças ao plantio de grãos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com diversas espécies cada vez mais, há uma necessidade de um herbicida com mecanismo de ação diferenciado, que seja eficaz em várias plantas. &#8220;Hoje nos perguntamos: qual a estratégia para controlar as daninhas? Temos plantas que já não respondem aos produtos disponíveis. O mercado precisa de uma ferramenta eficiente, que ajude no combate em diversas culturas e controle plantas de folhas largas e estreitas. Tudo isso com um custo que caiba no bolso no produtor&#8221;, diz Robinson Osipe, Professor e Pesquisador na UENP/FFALM.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Estima-se que mais de 14 milhões de hectares brasileiros sofram com as plantas daninhas, então os pré-emergentes fazem parte de uma estratégia de manejo&#8221;, fala Luís Henrique Penckowsi, Gerente Técnico da Fundação ABC. Enquanto o problema aumenta e as plantas daninhas se tornam cada vez mais fortes, o produtor aguarda uma solução que acabe com esta ameaça, um herbicida que seja o portador de eficiência e bons resultados.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.agrolink.com.br/noticias/plantas-daninhas--problema-que-brota-nos-campos-e-derruba-a-produtividade_441115.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agrolink</a></p>
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		<item>
		<title>Governo identifica plantas daninhas, fungos e bactérias em sementes clandestinas</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/governo-identifica-plantas-daninhas-fungos-e-bacterias-em-sementes-clandestinas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2020 11:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Sementes]]></category>
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		<category><![CDATA[Fungos]]></category>
		<category><![CDATA[Mapa]]></category>
		<category><![CDATA[PlantasDaninhas]]></category>
		<category><![CDATA[SementesClandestinas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foram encontrados fungos, bactérias que não existem no Brasil em pacotes de sementes não solicitados.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-3319" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/10/China-sementes_G.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/10/China-sementes_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/10/China-sementes_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/10/China-sementes_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>A <a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br"><strong>Secretaria de Defesa Agropecuária, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)</strong></a>, informou nesta terça-feira, 6, que foram encontrados fungos, bactérias e possibilidade de espécies vegetais quarentenárias (que não existem no Brasil) em pacotes de sementes não solicitados que chegaram ao país e foram encaminhados ao Ministério.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Após análises laboratoriais, foi identificada a presença de ácaro vivo em uma amostra; de três fungos diferentes em 25 amostras; de bactéria em duas amostras; e possibilidade de espécie de planta quarentenária em quatro amostras. Toda a análise é feita no Laboratório Federal de Defesa Agropecuária em Goiás, que é referência no país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Até o momento, foram confirmados 258 pacotes de sementes não solicitados em 24 estados e no Distrito Federal. Os únicos estados que ainda não registraram o recebimento do material foram Maranhão e Amazonas. A expectativa é que em 30 dias haja um detalhamento maior desses resultados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em entrevista coletiva virtual, o secretário de Defesa Agropecuária, José Guilherme Leal, destacou que o material não tem certificação, por isso está sendo feita uma “pesquisa do zero” para identificar os micro-organismos presentes nas sementes. Ele ressaltou que estão sendo tomadas todas as medidas para impedir a introdução de novas pragas no país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Alertas e orientações</strong></h3>
<p>As pessoas que receberem os pacotes devem encaminhá-los a uma unidade do Mapa ou entidade estadual de agricultura, sem medo de ser penalizado. O secretário alerta que o material não deve ser manuseado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O cidadão que receber esse material pode entregar para o órgão de agricultura que ele não vai ser de forma alguma penalizado. Ele está fazendo uma colaboração da proteção da agropecuária do Brasil e também evitando o contato com um material que possa ter um risco até para a saúde”, disse na coletiva de imprensa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O secretário reforçou a importância de a população não abrir os pacotes nem manusear as sementes. “Estamos falando de material não solicitado, que não tem controle e não sabemos a origem nem o que está carregando. Apesar da pequena quantidade, podem trazer pragas para a nossa agricultura, como plantas daninhas, fungos, outras doenças como bactérias, vírus”, disse Leal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além disso, as sementes podem ter sido tratadas com algum elemento químico ou ser um produto tóxico, por isso não devem ser manuseados pelas pessoas, plantados ou descartados no lixo (para evitar uma possível germinação).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O diretor do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas, Carlos Goulart, disse que as sementes são os insumos que mais têm carga regulatória no mundo, porque o risco iminente é o mais alto que existe. Segundo ele, o recebimento desse material não solicitado nessa quantidade é inédito no mundo. “Essa importação de material, solicitado ou não sem a certificação, sempre foi proibida no Brasil e no mundo. O que chamou a atenção foram usuários terem recebido os pacotes sem terem sido solicitados”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O secretário e o diretor pedem ainda que as pessoas não descartem a embalagem original dos pacotes. As informações contidas na embalagem são fundamentais para rastrear a origem do material.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Apreensões</strong></h3>
<p>Do ano passado para este ano, houve um aumento de cerca de 150% (passando de 2 mil por mês para 5 mil por mês) no número de apreensões desse tipo de material na central de distribuições dos Correios em Curitiba, onde é centralizada a inspeção de pacotes de menor peso (até 2 kg). O diretor do Departamento de Serviços Técnicos, José Luís Vargas, explicou que todos os pacotes passam por escaneamento e também pelo cão farejador Thor, treinado no centro de detecção do Mapa. Quando identificada alguma suspeita, o material é encaminhado para o Ministério da Agricultura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O risco é desconhecido, então o alerta é máximo. Quando fazemos viagens internacionais também não devemos trazer esses produtos. Isso coloca nossa agropecuária em risco, todo o nosso bioma, pois não sabemos o potencial de danos desse material ao Brasil”, ressaltou Vargas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No primeiro semestre deste ano, a fiscalização interceptou 33.734 caixas ou envelopes contendo partes de vegetais (folha, flores e caules), material de propagação vegetal (mudas, bulbos), produtos vegetais que apresentam risco, sementes e outros na central em Curitiba. Do total, 26.111 foram destruídos, 2.383 foram devolvidos ao local de origem e 5.240 liberados após checagem da documentação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Investigação</strong></h3>
<p>Inicialmente, a investigação está sendo feita apenas na esfera administrativa pelo Mapa. Segundo o secretário José Guilherme Leal, após o recolhimento de todas as informações, será feita interação com as autoridades fitossanitárias dos países que supostamente fizeram o envio do material. Caso seja necessário, outros órgãos, como autoridades policiais, poderão ser acionados. Ele informou que “ainda não há elementos para afirmar se é uma ação intencional” para introdução de uma praga no Brasil. <strong><br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O diretor Carlos Goulart afirmou que nenhum país relatou ter recebido material proveniente do Brasil.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/programas/informacao/mercado-e-cia/governo-identifica-plantas-daninhas-fungos-e-bacterias-em-sementes-clandestinas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Conheça tecnologia que gera economia de 61% no manejo de plantas daninhas</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/conheca-tecnologia-que-gera-economia-de-61-no-manejo-de-plantas-daninhas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2020 13:53:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Atomic Agro]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cada ano o número de espécies resistentes aumenta, dificultando o manejo e requerendo um investimento maior por parte dos agricultores.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1142" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/drone-1.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/drone-1.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/drone-1-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/drone-1-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>Os mapas gerados pela Xarvio, marca da Basf focada em agricultura digital, levaram produtores a economizarem 61% do herbicida aplicado no combate a plantas daninhas. Na safra 2019/2020, a tecnologia foi usada em 200 mil hectares de soja, divididos entre Bahia, Goiás e Mato Grosso.</p>
<h3></h3>
<p>De acordo com o gerente de Agricultura Digital da empresa, Fabrisio Resende, a cada ano o número de espécies resistentes aumenta, dificultando o manejo e requerendo um investimento maior por parte dos agricultores. Assim, o objetivo da companhia é auxiliar o produtor na tomada de decisão, para que ele aplique o insumo apenas nos locais necessários.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“A planta daninha não está espalhada completamente. Então conseguimos isolar as manchas e gerar mapas de aplicação. Fazemos uma varredura da área, geramos imagens por drones e devolvemos ao agricultor o mapa em até 48 horas. Esse é o grande diferencial”, comenta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quem comparece à 21ª Expodireto Cotrijal, realizada em Não-Me-Toque (RS) até sexta-feira, 6, pode conferir a tecnologia na Arena Agrodigital, novidade nesta edição da feira.</p>
<h3></h3>
<p>Segundo o especialista, o produtor começa cadastrando os talhões em uma plataforma digital com mapas por satélite, semelhante ao Google Maps. A partir daí, ele gera um pedido de voo, que é atendido por uma equipe da Basf. Atualmente, a empresa alemã conta com 35 drones fazendo este trabalho. “Um engenheiro agrônomo vai até a fazenda e a gera esse plano de voo no computador, que inicia automaticamente a aeronave”, diz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O drone tira diversas fotos do local que são sobrepostas na nuvem e processadas de tal forma que é possível diferenciar o que é chão, palhada e planta daninha. “Com essa tecnologia, conseguimos trabalhar de forma mais precisa. O produtor pode jogar somente no alvo, podendo assim usar o melhor produto disponível”, comenta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além de diminuir a aplicação de herbicida, a tecnologia também permite ao agricultor aproveitar a tecnologia já embarcada na maioria dos pulverizadores autopropelidos. “Ele pode aplicar por taxas variáveis ou ligando e desligando. Faltava apenas o mapa para aplicação de forma localizada”, afirma.</p>
<h3></h3>
<h3><strong>É só o começo!</strong></h3>
<p>Resende destaca que este é o primeiro serviço oferecido pela marca no Brasil. Em cada país, o foco é diferente: na China, por exemplo, os alvos são as doenças do arroz. “Nosso desafio é tropicalizar essa tecnologia, porque o nosso desafio é muito maior. Tem um monte de características. Para isso temos outras ferramentas, como um algoritmo de previsão de doenças no milho. Esse é o próximo produto que estamos próximos de lançar”, diz.</p>
<h3></h3>
<p>Outra tecnologia que deve ser testada, em um futuro mais distante, é segunda geração de mapas de aplicação, que teria precisão de centímetros, segundo o gerente da Basf. No lugar de drones, teríamos sensores direto no pulverizadores. “Conseguiríamos diferenciar as plantas daninhas e aplicar herbicidas diversos”, diz.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1190" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-01.png" alt="" width="750" height="201" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-01.png 750w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-01-300x80.png 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-01-350x94.png 350w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/noticias/feiras-e-eventos/tecnologia-economia-plantas-daninhas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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