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	<title>Paraquate &#8211; Atomic Agro &#8211; O Aplicativo que te dá Informações confiáveis de Produtor para Produtor</title>
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	<description>Atomic Agro é muito mais do que um Aplicativo, nele você tem acesso frequente a informações confiáveis de Produtor para Produtor e ainda tem muitas vantagens para Compra e Venda, Conheça!</description>
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		<title>Veto ao paraquate no país gera ‘corrida’ no mercado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2020 13:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Produto foi utilizado em 17 milhões de hectares no ano passado.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1036" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/09/defensivos-2-1.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/09/defensivos-2-1.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/09/defensivos-2-1-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/09/defensivos-2-1-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>Com a efetiva proibição do herbicida paraquate no Brasil, as empresas do ramo de agroquímicos se organizam para preencher uma importante lacuna no mercado. Em 2019, o produto foi utilizado em 17 milhões de hectares, tratados com 34 milhões de litros, conforme estimativas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Desse total, o pesquisador Fernando Adegas, da Embrapa Soja, estima que em torno de 65% eram destinados à dessecação pré-colheita da soja; 2% ao combate de ervas daninhas em culturas perenes; e 33% ao manejo pré-plantio da oleaginosa. E, se de um lado o diquat &#8211; também fabricado pela suíça Syngenta, dominante no mercado de paraquate &#8211; resolve bem o primeiro problema, não há substitutos com custo-benefício relativamente equiparável para resolver a questão do preparo do solo para plantio da soja.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assim, Adegas afirma que a tendência é que se desenvolva um manejo mais complexo nessa frente, que dê conta de controlar ervas daninhas resistentes como o paraquate. No centro da estratégia, que deve ser turbinada por outros produtos, promete estar o glufosinato de amônio. Três vezes mais caro que o paraquate no tratamento por hectare, ele é considerado eficiente no manejo de plantas como buva e capim amargoso &#8211; e, como não tem mais patente, pode ser explorado por empresas de genéricos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De olho no novo cenário, a indiana UPL é uma das companhias que acreditam que sua receita com o glufosinato de amônio &#8211; que já representa 5% dos US$ 5 bilhões que fatura globalmente &#8211; poderá crescer. “O difícil é dizer quanto”, segundo Marcelo Zanchi, diretor de marketing da UPL Brasil, “porque com a saída do paraquate do mercado a expectativa é que haja uma rotação maior de princípios ativos no campo, até por questões de manejo da resistência”. Até por isso a UPL planeja lançar quatro produtos com misturas simples e tríplices de glufosinato até 2025, sendo que a primeira já deve chegar ao mercado em 2020/21.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A fim de melhor atender à demanda brasileira, a empresa já considera também instalar fábricas do produto no país. Hoje, a maioria está na Índia e há uma nos EUA. Além do glufosinato, a UPL também conta com outras moléculas substitutas do paraquate: o cletodim, do qual detém cerca de 50% do mercado, e o triclopir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para a alemã Basf, líder em vendas de glufosinato de amônio no Brasil, seu segundo herbicida em geração de receita no país, a expectativa também é de crescimento na comercialização, embora a múlti não divulgue números por questões estratégicas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No sentido da rotação de moléculas, Ademar De Geroni Junior, vice-presidente de Marketing Estratégico da Basf para América Latina, afirma que um dos herbicidas da empresa à base do glufosinato de amônio, registrado sob a marca Finale, tem compatibilidade maior com outros produtos que o paraquate, além de menor restrição na tecnologia de aplicação, sendo uma aposta relevante em misturas para melhor controle de ervas resistentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao Valor, a brasileira Ourofino Agrociência informou que tem pleitos junto aos órgãos reguladores para registrar produtos substitutos do paraquate e que trabalha com outras opções além do glufosinato de amônio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No campo e na indústria, a angústia é sobre o que fazer com os estoques de paraquate. A determinação da Anvisa é que os fabricantes recolham e deem destinação correta aos produtos em até 30 dias. Mas a Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil) espera que o herbicida ainda possa ser usado na safra 2020/21, com autorização prévia. A decisão caberá à Anvisa, que, pressionada, poderá discutir o tema ainda durante esta semana.</p>
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<p>Fonte: <a href="https://valor.globo.com/agronegocios/noticia/2020/09/23/veto-ao-paraquate-no-pais-gera-corrida-no-mercado.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Valor</a></p>
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