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	<title>Fertilizante &#8211; Atomic Agro &#8211; O Aplicativo que te dá Informações confiáveis de Produtor para Produtor</title>
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	<description>Atomic Agro é muito mais do que um Aplicativo, nele você tem acesso frequente a informações confiáveis de Produtor para Produtor e ainda tem muitas vantagens para Compra e Venda, Conheça!</description>
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		<title>Gigante agro vai construir fábrica de fertilizantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jul 2021 12:59:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com capacidade para 200 mil toneladas ao ano e armazém de retaguarda de 40 mil toneladas.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-915" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/09/fertilizantes-para-plantas-759x500.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/09/fertilizantes-para-plantas-759x500.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/09/fertilizantes-para-plantas-759x500-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/09/fertilizantes-para-plantas-759x500-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>A trading brasileira AMAGGI anunciou que vai construir uma nova fábrica misturadora de fertilizantes no complexo do terminal de Portochuelo, em Porto Velho (RO). Uma das líderes do agronegócio brasileiro, a empresa anunciou recentemente investimento total na ordem de R$ 102 milhões destinado a elevar a capacidade de recebimento, armazenagem, mistura e distribuição de fertilizantes na região Norte do País.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com o presidente executivo da AMAGGI, Judiney Carvalho, a nova unidade misturadora de fertilizantes terá capacidade para 200 mil toneladas ao ano e terá obras simultâneas às da construção de um armazém de retaguarda – com capacidade estática para 40 mil toneladas. Conforme o cronograma da companhia, as estruturas deverão estar prontas em até um ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“A AMAGGI atua em Rondônia desde 1997, nas instalações do Porto Público. E, no ano de 2014, foi a vez da construção da Estação de Transbordo, em Portochuelo. Desde o início de 2020 estamos realizando investimentos voltados à operação com fertilizantes, com foco em atender à demanda dos produtores agrícolas, em sintonia com a economia da região. Apenas no segmento de fertilizantes, os investimentos serão na ordem de R$ 102 milhões e facilitarão o acesso a produtos de qualidade para agricultores de todas as culturas no entorno – não só milho, soja e algodão, mas também cacau, arroz, café e outros, em Rondônia e estados vizinhos, como Acre, Amazonas e Mato Grosso”, afirmou Carvalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O terminal de Portochuelo tem atualmente uma estrutura de descarga de fertilizantes recebidos via balsas pelo Rio Madeira, com logística e armazenagem em terra. A fábrica misturadora a ser construída no terminal de Portochuelo deverá ser a segunda unidade da AMAGGI desta natureza com potencial para atender aos produtores rurais de Rondônia. A primeira unidade foi a fábrica misturadora de Comodoro (MT), localizada a apenas 100 quilômetros de Vilhena (RO).</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.agrolink.com.br/noticias/gigante-agro-vai-construir-fabrica-de-fertilizantes_452597.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agrolink</a></p>
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		<title>‘Relação de troca positiva entre grãos e fertilizantes antecipou negócios da safra 21/22’</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/relacao-de-troca-positiva-entre-graos-e-fertilizantes-antecipou-negocios-da-safra-21-22/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2020 11:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A relação de troca positiva entre grãos e fertilizantes antecipou os negócios para a Safra 2021/2022.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-3208" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Fertilizante_G.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Fertilizante_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Fertilizante_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Fertilizante_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>A indústria projeta crescimento de 3,5% para o mercado de fertilizantes em 2020 de acordo com Eduardo Monteiro, presidente da Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda) e Diretor Comercial da Mosaic Fertilizantes. Segundo ele, a relação de troca positiva entre grãos e fertilizantes antecipou os negócios para a Safra 2021/2022.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Monteiro projeta que as entregas de fertilizantes no mercado brasileiro passem de 36,2 milhões em 2019 para 37,5 milhões em 2020. Segundo ele, o ano de 2020 tem passado por constantes revisões para cima das projeções. Sendo que os fatores que impulsionam os resultados são o cenário favorável para commodities e dos custos logísticos, além de aumento da área plantada e da tecnologia. Com isso, há sucessivos aumentos da demanda por fertilizantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>Comercialização antecipada</b></h3>
<p>O presidente da Anda confirma a tendência de comercialização antecipada também no mercado de fertilizantes. “Sim. Observamos essa tendência. Os preços estão favoráveis quando se olha a relação de troca. Vimos nos últimos dias um aumento nos preços dos fertilizantes. E isso tem provocado como efeito colateral um aquecimento maior pensando na safrinha do próximo ano”, analisa.</p>
<p>Eduardo Monteiro cita o caso de Mato Grosso que já está com 87% do fertilizante da safrinha comercializado ante uma média de 55% no mesmo período do ano passado. No caso da soja, inclusive, a relação é a mesma. Para a próxima safra, o mercado já comercializou cerca de 17% do fertilizante a ser utilizado. Sendo que, este mesmo número no ano passado era de cerca de 2%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>Tendência dos preços</b></h3>
<p>Monteiro projeta que o cenário é positivo para os preços, pois a alta das cotações dos grãos deve ser acompanhada de incremento também nos fertilizantes. “Há uma perspectiva real de aumento nos preços dos fertilizantes. Substancialmente em virtude da boa rentabilidade dos grãos. A relação de troca. Pois, para manter esta relação de troca que se mantém muito favorável, o preço do fertilizante tende acompanhar esse acréscimo nas cotações dos grãos”, finaliza.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/programas/informacao/mercado-e-cia/relacao-de-troca-positiva-entre-graos-e-fertilizantes-antecipou-negocios-da-safra-21-22/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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		<item>
		<title>‘Relação de troca entre soja e fertilizantes é a melhor em 10 anos’</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/relacao-de-troca-entre-soja-e-fertilizantes-e-a-melhor-em-10-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2020 13:49:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O produtor de soja do Brasil alcançou a melhor relação de troca para aquisição de fertilizantes dos últimos dez anos.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1430" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/11/soja222-1.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/11/soja222-1.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/11/soja222-1-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/11/soja222-1-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p dir="ltr">O produtor de soja do Brasil alcançou a melhor relação de troca para aquisição de fertilizantes dos últimos dez anos, segundo dados da Yara Fertilizantes. Isso porque, apesar da alta do dólar, as cotações da soja também subiram e contribuíram para a troca entre os produtos.</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr">Sobre este assunto, conversamos com o vice-presidente de vendas e marketing da empresa, Cleiton Vargas, que explica como o cenário econômico contribuiu para este cenário. “Tivemos uma combinação muito favorável para o agricultor, na altura que os grãos de valorizaram. Com um bom preço em dólar”, disse.</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr">Segundo ele, no início do ano o preço do fertilizante caiu e a relação de troca se tornou muito vantajosa. “Na praça de Rondonópolis, o produtor precisava de 22 sacos de soja para comprar uma tonelada de fertilizante. Agora, essa relação caiu abaixo de 16 sacos”, explicou.</p>
<p dir="ltr"><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p dir="ltr">Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/noticias/agricultura/soja/relacao-de-troca-entre-soja-e-fertilizantes-e-a-melhor-em-10-anos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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		<item>
		<title>‘Covid-19 nos portos pode levar à falta de fertilizantes no interior’</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/covid-19-nos-portos-pode-levar-a-falta-de-fertilizantes-no-interior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2020 11:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Qualquer impedimento ou restrição no funcionamento de portos deve atrasar as compras de fertilizantes.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1055" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Porto-1.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Porto-1.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Porto-1-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Porto-1-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>O risco de que as operações nos portos brasileiros sejam prejudicadas por medidas de combate à covid-19 está no radar do mercado, destaca o <a href="https://www.rabobank.com.br/pt/content/index.html"><strong>Rabobank</strong></a>. Em relação às importações de insumos, levantamento do banco aponta que qualquer impedimento ou restrição no funcionamento de portos deve atrasar as compras de fertilizantes, aumentar os custos na operação e até mesmo resultar na falta de oferta do produto em várias regiões do interior.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Rabobank lembra que as compras brasileiras de fertilizantes começam a aumentar a partir de maio, ganhando força no terceiro trimestre do ano, quando começa o plantio da safra de soja.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O porto que recebe o maior volume dessas importações é o de Paranaguá, que no ano passado concentrou 28% das compras de fertilizantes. Os outros dois portos de importância na logística destes produtos são: Santos (19%) e Rio Grande (14%).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Situação no RS</strong></h3>
<p>O superintendente dos portos do Rio Grande do Sul, Fernando Estima, afirma que os índices de contaminação no estado estão muito baixos, principalmente nas cidades portuárias. “Não temos um cenário de grande contaminação previsto, mas estamos com protocolos acima da média da Anvisa prontos. Há um alinhamento muito grande com a classe trabalhadora e terminais para continuarmos rodando”, diz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o superintendente, as equipes foram reduzidas a 75%, mas os resultados são surpreendentes. “Nos quatro primeiros meses, a soja em grão aumentou mais de 67% em relação ao quadrimestre do ano passado. O farelo de soja, 24%. Realmente estão de parabéns os trabalhadores e terminais por sua eficiência”, afirma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fernando Estima afirma que os portos gaúchos não registraram nenhuma contaminação na estrutura portuária até o momento. “Acredito que a gente consiga, mesmo que eventualmente venha a subir mais [o número de casos], manter as operações. O tempo dirá! Manteremos a concentração para que consigamos receber os insumos que dependem desse porto”, diz.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/programas/informacao/mercado-e-cia/covid-19-nos-portos-pode-levar-a-falta-de-fertilizantes-no-interior/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>MT: preço da soja sobe e insumos se valorizam ainda mais, mas troca vale a pena</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/mt-preco-da-soja-sobe-e-insumos-se-valorizam-ainda-mais-mas-troca-vale-a-pena/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2020 11:15:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo levantamento do Imea, a relação de troca atual está melhor do que a média dos últimos cinco anos.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-621" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Depositphotos_9511750_xl-2015.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Depositphotos_9511750_xl-2015.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Depositphotos_9511750_xl-2015-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Depositphotos_9511750_xl-2015-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>Se existe uma informação no qual todo o produtor de soja deve ficar atento é sobre a relação de troca do grão pelo insumo. Afinal, com base nisso, são definidos os custos de produção e a perspectiva de necessidade do preço futuro, para se conseguir a famosa rentabilidade. Em Mato Grosso (em fevereiro) o preço da soja caiu, ao mesmo tempo que o valor do principal insumo subiu. Ainda assim a relação de troca é compensadora, afirma o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com base nos dados da entidade, o preço médio comercializado da soja em fevereiro para a safra 2020/2021 foi de R$ 74,45 por saca, o que demonstra uma alta de 3,46% em relação ao mês anterior.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já o preço médio do fertilizante 00.18.18, muito utilizado no manejo da cultura, aumentou 4,83% no período. Com isso, a relação de troca a prazo safra (barter) ficou menos atrativa ao produtor neste mês, mas ainda se mantém abaixo (- 11,32%) das relações percebidas em 2019 para o mesmo período, quando os fertilizantes estavam muito caros internacionalmente e a soja estava precificada a R$ 66,94 por saca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Dessa forma, com todas as dúvidas em relação à oferta e demanda mundial do próximo ano e aos impactos do coronavírus na economia mundial, as relações de troca mais favoráveis neste momento podem trazer ao sojicultor mato-grossense uma oportunidade de avançar nas negociações e fixar seu custo de produção da safra 2020/2021”, diz o Imea.</p>
<h3></h3>
<h3><strong>Preços seguem subindo</strong></h3>
<p>O preço da soja em Mato Grosso continua subindo em Mato Grosso. Na última semana o valor da saca subiu 3,21%, chegando a R$ 86,36 por saca. Apesar da queda no contrato corrente na Bolsa de Chicago, o dólar continuou sustentando os preços.</p>
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<p>A colheita de soja no estado de MT está quase finalizada, registrando 99,83% de sua área prevista colhida. No ano de 2019, para este mesmo período, o número era de 99,77%.</p>
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<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/sites-e-especiais/projeto-soja-brasil/mt-preco-da-soja-sobe-e-insumos-se-valorizam-ainda-mais-mas-troca-vale-a-pena/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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		<title>Produtores rurais buscam bioinsumos para reduzir custo da produção e aumentar rentabilidade</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/produtores-rurais-buscam-bioinsumos-para-reduzir-custo-da-producao-e-aumentar-rentabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2019 17:30:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Milho]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[Agrominerais]]></category>
		<category><![CDATA[Bioinsumos]]></category>
		<category><![CDATA[Fertilizante]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É crescente no Brasil a adesão de produtores rurais a práticas de agricultura sustentável e econômica, que utilizam mais bioinsumos e organismos biológicos.</p>
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<p>É crescente no Brasil a adesão de produtores rurais a práticas de agricultura sustentável e econômica, que utilizam mais bioinsumos e organismos biológicos. Para melhorar a fertilidade das plantas e reduzir os custos de produção, milhares de agricultores do país passaram a usar os chamados remineralizadores de solo em diferentes tipos de plantios.</p>
<p>Especialistas apontam que este movimento tem possibilitado a busca por fontes naturais de nutrientes, como rochas e pedras, que contêm minerais com o potencial de recuperar solos em regiões mais áridas.</p>
<p>Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), estima-se que a área plantada no Brasil com os agrominerais já ultrapasse dois milhões de hectares. Só em Goiás, estado pioneiro no uso dos novos insumos, há registro de pelo menos 250 mil hectares plantados com adubação mineral ou biológica.</p>
<p>O objetivo dos produtores, principalmente pequenos e médios, é reduzir a dependência de insumos químicos de preço elevado e garantir a rentabilidade da lavoura. No entanto, a principal queixa deles é a baixa oferta de insumos nacionais eficientes no mercado. Cerca de 95% do cloreto de potássio, por exemplo, um dos fertilizantes mais utilizados no Brasil, são importados.</p>
<p>“A gente quer praticar uma agricultura que seja feita com insumos regionais, para que o dinheiro fique na região. Então, trabalhamos com pó de rocha, fosfato natural, plantas de cobertura da nossa natureza, algumas exóticas, que coloquem fertilidade no solo, e com os bioinsumos, que são bactérias, fungos, microorganismos eficientes para recolonizar o solo”, explica Rogério Vian, produtor rural de Mineiros, município do sudoeste de Goiás.</p>
<p>Vian preside o Grupo de Agricultura Sustentável, conhecido como GAS, que foi criado com o objetivo de mudar os paradigmas de produção agrícola e defender a liberdade dos produtores na escolha dos insumos considerando o contexto regional das propriedades.</p>
<p>Em parceria com a Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja), o grupo já mobiliza mais de 2.300 agricultores de todo o país que praticam diferentes métodos de adubação, manejos e buscam novos tipos de insumos de origem biológica.</p>
<p>Um dos remineralizadores ou agrominerais regionais que os produtores de Goiás têm priorizado é o pó de rocha, que pode ser aplicado diretamente no solo ou junto com fertilizantes solúveis convencionais.</p>
<p>“A gente recoloniza o solo e coloca biologia, que está sendo perdida com o alto uso de insumos. O pó de rocha reconstrói o solo, porque todo o solo foi formado por rocha, mas com o intemperismo de milhões de anos, o solo foi empobrecendo”, explica Vian.</p>
<p>Levantamento do Instituto para o Fortalecimento da Agropecuária em Goiás (Ifag) aponta que fertilizantes e defensivos compõem praticamente metade dos custos de produção da soja convencional, por exemplo. Nas últimas estimativas da instituição, a rentabilidade dos produtores de soja tem sido negativa, fato que tem gerado endividamento dos agricultores, segundo integrantes do setor.</p>
<p>“Os produtores não têm prazer em usar agrotóxicos. Então, a ideia do grupo de agricultura sustentável é levar uma ferramenta nova para o produtor para que ele possa produzir com um custo menor e no final produzir um alimento mais saudável”, destaca.</p>
<h3><strong>Sustentabilidade econômica e socioambiental</strong></h3>
<p>Um dos principais pesquisadores do tema, o agrogeólogo Eder Martins, que atua na Embrapa Cerrados, ressalta que o sistema alternativo de plantio traz efeitos diretos e indiretos para as plantações e representa uma solução viável para devolver a rentabilidade da agricultura.</p>
<p>“Todo esse movimento está ligado à sustentabilidade da atividade. A viabilidade da agricultura é uma questão crucial hoje. Na realidade, a agricultura sempre foi biológica, mas, ao longo do tempo foi sendo dada ênfase para os insumos químicos. Porém, existe exaustão tecnológica, e quando essa exaustão bate no bolso e não fecha as contas, significa que o modelo não está sendo viável”, ressalta.</p>
<p>Martins alerta que a agricultura baseada em insumos naturais pressupõe uso de fontes minerais de nutrientes, organismos biológicos para controle das pragas e plantas de cobertura para proteger e nutrir o solo, mas não substitui nem elimina os insumos convencionais, como fertilizantes ou defensivos químicos.</p>
<p>“Esse novo modelo é um tipo de agricultura biológica que não é incompatível com o modelo anterior, nem tem preconceito com os insumos tradicionais. Mas não é possível ter solução apenas por um aspecto, é preciso ter associação dos insumos. A gente ainda precisa dos agrotóxicos como uma das ferramentas. E a gente vai continuar utilizando fertilizantes, a diferença é que seremos mais econômicos”, explica Martins.</p>
<p>O especialista destaca que nas áreas onde há verticalização do processo produtivo de aves, por exemplo, os resíduos das agroindústrias, que são muito ricos em nutrientes e microorganismos benéficos para o solo, podem ser melhor aproveitados para fazer compostagem com os minerais de rochas.</p>
<p>“É a busca de sustentabilidade econômica e, neste processo, você vai encontrar também a sustentabilidade ambiental e social, porque vai se estimular o desenvolvimento de novas cadeias produtivas regionais e possibilitar que os recursos circulem nas próprias regiões agrícolas”, afirma.</p>
<p>De acordo com o especialista, os fertilizantes convencionais solúveis, geralmente feitos à base de nitrogênio, fósforo e potássio, têm eficiência baixa se não forem bem aplicados, e a composição com os minerais têm a vantagem de melhor aproveitamento dos nutrientes.</p>
<p>“Quando o processo é bem feito, a gente consegue utilizar efetivamente apenas 50% desses elementos. Temos resultados recentes mostrando que é possível ter aumento de produtividade quando você combina a fertilização solúvel com esses novos agrominerais” .</p>
<h3><strong>Experiências em campo</strong></h3>
<p>Um dos pioneiros no uso de remineralizadores de solo em Goiás foi Giberto Yuki, que produz cereais na região de Cristalina, a cerca de 100 km de Brasília. Em uma área aproximada de 1.200 hectares, Yuki planta soja, feijão, milho e trigo, com adubação à base de pó de rocha.</p>
<p>Natural do interior do Paraná e de origem japonesa, Yuki chegou em Cristalina em 1988 atraído pela segunda etapa do Programa de Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento dos Cerrados (Prodecer), criado na década de 70 para impulsionar a agricultura na região central do país.</p>
<p>O programa foi desenvolvido pelo governo federal em parceria com a Agência Japonesa de Cooperação Internacional (JICA) e previa a oferta de assentamentos e maquinários a colonos selecionados por cooperativas credenciadas para estimular a produção agrícola sem desmatamento de grandes áreas e com baixo impacto ambiental.</p>
<p>Seguindo as premissas do programa, Yuki ainda produz em duas áreas de assentamento e em outras que adquiriu ao longo dos anos. Em 2015, o produtor começou a testar os insumos minerais e, desde 2016, utiliza pó de rocha e fosfato natural em toda a extensão plantada.</p>
<p>O produtor também faz rotação de culturas e, para proteger o solo entre as safras, formou áreas de plantio de braquiária com um mix de plantas de cobertura do solo, como milheto, nabo, trigo mourisco e capim sudão, tudo plantado com pó de rocha. Ele explica que a cobertura fornece biodiversidade, traz um quantidade grande de palha e forma raízes de mais de dois metros e meio que atraem substâncias orgânicas e boas espécies de microorganismos.</p>
<p>Os resultados foram percebidos já nos primeiros três anos. Segundo Yuki, só com a redução do uso de fertilizantes convencionais, os custos de produção caíram de 25% a 30%. &#8220;Tem estabilizado a produtividade média boa, na faixa entre 61, 65 sacos, com um custo menor. Atingimos uma produtividade média com uma lucratividade maior, com menor custo&#8221;, disse.</p>
<p>Yuki também percebeu que as plantas estão mais resistentes às pragas e doenças e, com isso, conseguiu reduzir pela metade o uso de defensivos químicos. Ele conta que, no caso do milho por exemplo, no qual eram feitas de três a quatro aplicações de fungicida por ano, na safra do ano passado foi necessária apenas uma aplicação e meia. E em um dos talhões que serão colhidos este ano o controle foi feito apenas com organismos biológicos.</p>
<p>“O pó de rocha proporciona uniformidade da área e melhor resistência a algumas doenças e pragas. Não quer dizer que não precisa usar inseticida, mas dá uma certa redução no ataque”, diz Yuki.</p>
<p>Para fazer o controle biológico das pragas e doenças, o produtor utiliza biodefensivos comerciais e instalou há três anos uma biofábrica onde produz bactérias e outros microorganismos. Recentemente, Yuki também começou a utilizar medicamentos homeopáticos. “A homeopatia é mais para melhorar a força vital da planta e corrigir algum desequilíbrio”, afirma.</p>
<h3><strong>Aumento da qualidade e produtividade</strong></h3>
<p>Os remineralizadores têm sido usados especialmente nos cultivos de grãos, mas há experiências positivas com resultados de melhoria na qualidade da produção e aumento da resistência a pragas em plantios de cana-de-açúcar, eucalipto, seringueira e frutas.</p>
<p>Na propriedade vizinha a de Yuki, o pó de rocha também tem sido utilizado no plantio de alho, cebola e cenoura. Os sócios Guilherme Shiniti Koyama e Henrique Massakatsu Sakamoto, da G9 Agronegócios, decidiram usar pó de rocha depois do incentivo de outros produtores e perceberam mudança na qualidade dos produtos e até na produtividade.</p>
<p>“De um modo geral, as vantagens são qualidade e sanidade. Vi qualidade na pele do alho e no enraizamento. Tendo raiz com sanidade a produção também aumenta. E a cenoura aumentou peso, em média um quilo a mais por caixa”, relata Guilherme Koyama.</p>
<h3><strong>Desafios</strong></h3>
<p>Apesar dos benefícios já percebidos, os produtores alertam para a falta de consultores e técnicos agrícolas especializados neste tipo de bioinsumo. Os agricultores também esperam o aumento da disponibilidade de produtos no mercado certificados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.</p>
<p>“Temos que assumir que falta pesquisa e respostas para essa demanda, porque todas as instituições agora que estão começando a perceber a importância do tema. O agricultor está utilizando e não sabe se a dosagem é correta, se este é o melhor custo benefício, ou seja, a parte agronômica ainda não está bem estudada. E as pesquisas são de longo prazo, então, é preciso criar programas de pesquisas”, sugere Martins.</p>
<p>Esses são temas que o Ministério está trabalhando. De acordo com a Lei 12.890, de 2013, o remineralizador é um material de origem mineral que altera os índices de fertilidade e atividade biológica do solo por meio da adição de nutrientes. O registro e fiscalização deste tipo de insumo foram regulados há três anos pelo Ministério por meio de instruções normativas.</p>
<p>“A gente tem visto uma preocupação com relação ao uso de produtos para manejo de pragas, mas a gente conhece o milagre da soja brasileira que é realizada em grande parte pela questão de insumos biológicos, que é o caso da fixação biológica, o caso do rizóbio. É com esse cenário que o Ministério está trabalhando à luz da necessidade de olhar para o setor com as particularidades que ele tem”, destaca Mariane Vidal, coordenadora do programa Bioinsumos, no Mapa.</p>
<h5>Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA)</h5>
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