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	<title>FebreAftosa &#8211; Atomic Agro &#8211; O Aplicativo que te dá Informações confiáveis de Produtor para Produtor</title>
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	<description>Atomic Agro é muito mais do que um Aplicativo, nele você tem acesso frequente a informações confiáveis de Produtor para Produtor e ainda tem muitas vantagens para Compra e Venda, Conheça!</description>
	<lastBuildDate>Mon, 31 May 2021 17:57:03 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Livre de aftosa, Paraná pode acessar mercados que pagam até 50% mais</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/livre-de-aftosa-parana-pode-acessar-mercados-que-pagam-ate-50-mais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jun 2021 11:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Boi]]></category>
		<category><![CDATA[Febre Aftosa]]></category>
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		<category><![CDATA[NotíciasAgro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A suinocultura no estado deixava de exportar para 65% apenas por vacinar o seu rebanho bovino contra aftosa.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-4315" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Vacinacao_G.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Vacinacao_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Vacinacao_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Vacinacao_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>O reconhecimento internacional como área livre de febre aftosa sem vacinação coloca o Paraná em um outro patamar, que permite acessar mercados que pagam mais pelos produtos com essa chancela de qualidade. Segundo a Federação da Agricultura do Paraná (<a href="https://sistemafaep.org.br/"><strong>Faep</strong></a>), o novo status sanitário, mesmo tendo relação direta com o plantel bovino, permite o acesso aos mercados considerados mais ‘nobres’, que pagam mais pelo quilo da carne suína brasileira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Usando como referência o preço pago por quilo de suíno exportado de Santa Catarina para o Japão, um mercado nobre, e para outros países da chamada Lista Aberta, como Chile e China, é possível notar a diferença. Os japoneses pagam até 50% a mais .</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O mais difícil é abrir os mercados”, lembra Enori Barbieri, vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Santa Catarina (Faesc). “Tem que conquistar os países compradores. Os mercados demoraram para abrir. Os primeiros apenas em 2012, cinco anos após a conquista da certificação”, complementa.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<div id="google_ads_iframe_/21692678505/Canal_Rural_Display/BALCAO_RURAL_DESK_0__container__">Além de valorizar a produção, a expansão do mercado por si só é extremamente positiva neste momento, de modo que vem animando os agentes da cadeia da suinocultura. “O Paraná estava fora de 65% do mercado mundial de carne suína porque vacinava o seu rebanho bovino. Agora poderemos acessar todos esses mercados”, diz Valter Vanzella, presidente da cooperativa Frimesa,</div>
<div></div>
</div>
<p>Atualmente, a Frimesa exporta 20% da sua produção para os países da Lista Aberta, como Hong Kong, Angola, Vietnã e Uruguai, que aceitam o produto de regiões com vacinação. “Hoje, o Brasil está exportando como nunca, mas os preços entre um mercado e outro são bem diferentes”, observa Vanzella.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O dirigente da Frimesa sabe que o ingresso nestes mercados também não se dará automaticamente. “Alguém já está fornecendo para eles, então não vamos simplesmente anunciar e vender. Vai ser uma luta”, pondera.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A expectativa do presidente da Associação Paranaense de Suinocultores (APS), Jacir Dariva, também é grande, a ponto de que, futuramente, o mercado internacional absorva quase a totalidade da produção paranaense. “Não é tanto a questão financeira, mas o leque de novos mercados que vai se abrir. Como estamos expandindo a produção no Paraná, precisamos de mercados que comprem”, revela.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Status livre de aftosa é bom para o boi no Paraná?</h3>
<p>Apesar da importância estratégica desta cadeia no processo de certificação internacional do estado, trata-se de um setor que não deve colher imediatamente os frutos dessa conquista. “A principal consequência desse status sanitário não é para o bovino de corte, mas para os suínos, e ajuda outros setores também, seja aves ou grãos”, observa o produtor Rodolpho Botelho, presidente da Comissão Técnica de Bovinocultura de Corte da Faep e do Sindicato Rural de Guarapuava.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O Paraná nunca vai ser grande produtor de boi gordo, isso em função do seu tamanho que é apenas 2,3% do território nacional. Não tem como competir com outros estados. Temos que trabalhar com carnes diferenciadas, nichos específicos, para agregar valor à nossa produção”, observa o dirigente.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/noticias/livre-de-aftosa-parana-pode-acessar-mercados-que-pagam-ate-50-mais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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		<title>OIE reconhece mais áreas do Brasil como livres de aftosa sem vacinação</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/oie-reconhece-mais-areas-do-brasil-como-livres-de-aftosa-sem-vacinacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 May 2021 12:51:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Febre Aftosa]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[FebreAftosa]]></category>
		<category><![CDATA[OIE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nenhum dos membros da organização internacional se opôs à solicitação brasileira.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2506" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Bois_G.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Bois_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Bois_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Bois_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE, na sigla em inglês) reconheceu Paraná, Rio Grande do Sul, Acre, Rondônia e partes do Amazonas e de Mato Grosso como zonas livres de febre aftosa sem vacinação. Com 129 votos a favor e 1 abstenção, essas áreas foram aprovadas nesta quinta-feira, 27.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A coordenadora de Produção Animal da <a href="https://www.cnabrasil.org.br/"><strong>Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)</strong></a>, Lilian Figueiredo, destacou que a retirada da vacina permitirá o aumento das exportações e a abertura de novos mercados para a carne brasileira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Temos visado mercados diferenciados. Hoje apenas Santa Catarina tem acesso a esses mercados que tem exigência sanitária mais restrita”, diz Lilian. Segundo ela, alguns países exigem que o Brasil seja sem vacinação para aceitar exportações do país, como Japão e Coreia do Sul, por exemplo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<div id="google_ads_iframe_/21692678505/Canal_Rural_Display/BALCAO_RURAL_DESK_0__container__">Segundo o presidente da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Gedeão Pereira, o estado livre de aftosa sem vacinação é um avanço muito forte no status sanitário, o que leva o Rio Grande do Sul a uma situação ímpar na América do Sul.</div>
<div></div>
</div>
<p>“Isto atesta a qualidade dos serviço veterinário oficial brasileiro, como também o avanço para os produtores que passam a ser os guardiões deste status. Quem está dentro da propriedade é o primeiro fiscal”, diz Pereira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O presidente da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do estado de Rondônia, Júlio Peres, afirma que a notícia é de grande importância para o estado. “Essa é uma conquista ímpar para o nosso estado que fez o dever de casa, tem uma consolidação de parceria público/privada com competência e determinação do pecuarista”, afirma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já o presidente da Federação da Agricultura do Estado do Acre (Faeac), Assuero Veronez, a pecuária é a principal atividade do estado e isso já é suficiente para comemorar o status. Segundo ele, isso abre um novo cenário para a carne do Acre. “Agora, estão abertos mercados promissores para a carne do Acre. Temos logística para sonhar com exportação para mercados muito especiais, principalmente na Ásia”.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/noticias/pecuaria/boi/oie-areas-brasil-livres-aftosa-sem-vacinacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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		<item>
		<title>Mapa coordena última etapa técnica para o reconhecimento de três novas áreas livres de febre aftosa sem vacinação</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/mapa-coordena-ultima-etapa-tecnica-para-o-reconhecimento-de-tres-novas-areas-livres-de-febre-aftosa-sem-vacinacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2020 11:15:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O trabalho é coordenado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e está previsto no plano estratégico.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2506" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Bois_G.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Bois_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Bois_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Bois_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>O Rio Grande do Sul, Paraná e os estados que compõem o Bloco I do Plano Estratégico (PE) 2017-2026 do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA) Rondônia, Acre, 13 municípios do sul do Amazonas e cinco municípios do oeste de Mato Grosso) iniciaram o estudo soro epidemiológico para febre aftosa, etapa necessária para que possam pleitear à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) o reconhecimento como zonas livres de febre aftosa sem vacinação. O trabalho é coordenado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e está previsto no plano estratégico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A etapa consiste na coleta de amostras de sangue e inspeção clínica dos animais, além da aplicação de um questionário que deve ser respondido pelo produtor rural. O objetivo do estudo é comprovar que não existe a transmissão do vírus da febre aftosa nessas regiões. A metodologia utilizada e os resultados obtidos irão compor o relatório que será enviado à OIE. A seleção das propriedades foi feita por amostragem e abrangerá 995 estabelecimentos rurais, com cerca de 50 mil bovinos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para a execução desse trabalho, 120 médicos veterinários dos serviços veterinários dos estados lideram as equipes de campo. As amostras serão enviadas e processadas nos Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária (LFDA) do Ministério, situados em Porto Alegre (RS), Recife (PE)  e Belém (PA). A previsão é concluir os estudos até julho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o chefe da Divisão de Febre Aftosa do Mapa, Diego Viali dos Santos, estão sendo tomados todos os cuidados para a prevenção da Covid-19, seguindo as normas sanitárias definidas pela área de saúde. “Os médicos veterinários são profissionais da saúde, possuem conhecimento e capacitação para tomar todas as medidas que mitiguem o risco da disseminação da Covid-19, realizando o trabalho a campo com segurança para os produtores, trabalhadores rurais e dos próprios servidores do serviço veterinário oficial”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o diretor do Departamento de Saúde Animal (DSA), Geraldo Moraes, o resultado do trabalho será encaminhado, junto com outras informações, em agosto ao Grupo ad hoc de febre aftosa do Comitê Científico da OIE, que irá avaliar o atendimento das condições necessárias para reconhecimento internacional das áreas como livres de aftosa sem vacinação. Caso o comitê recomende o pleito do Brasil, a proposta é enviada à Assembleia Geral da OIE, prevista para ocorrer em maio de 2021, quando os países-membros irão votar o reconhecimento.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/politica-agricola/259664-mapa-coordena-ultima-etapa-tecnica-para-o-reconhecimento-de-tres-novas-areas-livres-de-febre-aftosa-sem.html#.XsbGCGhKjIU" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Notícias Agrícolas</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://atomicagro.com.br/mapa-coordena-ultima-etapa-tecnica-para-o-reconhecimento-de-tres-novas-areas-livres-de-febre-aftosa-sem-vacinacao/">Mapa coordena última etapa técnica para o reconhecimento de três novas áreas livres de febre aftosa sem vacinação</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://atomicagro.com.br">Atomic Agro - O Aplicativo que te dá Informações confiáveis de Produtor para Produtor</a>.</p>
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