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	<title>Drone &#8211; Atomic Agro &#8211; O Aplicativo que te dá Informações confiáveis de Produtor para Produtor</title>
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	<description>Atomic Agro é muito mais do que um Aplicativo, nele você tem acesso frequente a informações confiáveis de Produtor para Produtor e ainda tem muitas vantagens para Compra e Venda, Conheça!</description>
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		<title>Uso de drones em pulverização será debatido nesta segunda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2020 12:44:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Instrução normativa que regulamenta o uso de aparelhos remotos em aplicações aéreas foi colocado em consulta pública na sexta-feira, 10, pelo Ministério da Agricultura.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1142" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/drone-1.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/drone-1.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/drone-1-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/drone-1-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>A regulamentação do uso de drones em aplicações aéreas nas lavouras é tema de videoconferência na próxima segunda, 13, promovida pelo Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag) com suas associadas. A ideia é discutir com as associadas de todo o país o projeto de instrução normativa que regulamenta o uso de aparelhos remotos em aplicações aéreas nas lavouras. O documento foi colocado em consulta pública nessa sexta-feira, 10, pela <a href="http://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-n-112-de-8-de-julho-de-2020-266121514" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-n-112-de-8-de-julho-de-2020-266121514&amp;source=gmail&amp;ust=1594655963387000&amp;usg=AFQjCNFaXW3b8adb39TwiWfNrmkglJrs_g">portaria 112/20</a>, do Ministério da Agricultura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A consulta pública segue por 60 dias (até 8 de setembro). Até lá, qualquer cidadão pode acessar a minuta da instrução e apresentar críticas e sugestões pelo <em><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeAUXQQRhi9y0m4SzTCOI4TRjS7u6usvPD8ZwoqNnXarFKxTQ/viewform?vc=0&amp;c=0&amp;w=1" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeAUXQQRhi9y0m4SzTCOI4TRjS7u6usvPD8ZwoqNnXarFKxTQ/viewform?vc%3D0%26c%3D0%26w%3D1&amp;source=gmail&amp;ust=1594655963388000&amp;usg=AFQjCNFkiG9kS_5nLE-M-HABLh0QVfGkkw">formulário. </a></em>Segundo a chefe da divisão de aviação agrícola do Ministério, Uéllen Lisoski Duarte Colatto, a expectativa é de que a norma entre em vigor ainda no segundo semestre.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Queremos colher opiniões e sugestões dos empresários e pilotos e, se for o caso, enriquecer a proposta ou corrigir eventuais falhas”, adianta o presidente do Sindag, Thiago Magalhães Silva. A reunião de segunda terá a participação também de associados do Instituto Brasileiro da Aviação Agrícola (Ibravag), incluindo duas empresas de tecnologias de drones (associadas uma a cada entidade).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Classes</strong></h2>
<p>Os drones ou aeronaves remotamente pilotadas (RPAs, na sigla em inglês) são regulamentados desde 2017 <a href="https://www.anac.gov.br/assuntos/legislacao/legislacao-1/rbha-e-rbac/rbac/rbac-e-94" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.anac.gov.br/assuntos/legislacao/legislacao-1/rbha-e-rbac/rbac/rbac-e-94&amp;source=gmail&amp;ust=1594655963388000&amp;usg=AFQjCNF9UWM0k4sI1ykvd08qrSOrffxKnw">pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac)</a>. Por isso, o esboço da regulamentação do Ministério da Agricultura considera a classificação dos drones nas três categorias previstas pela Anac, segundo o peso dos aparelhos. Porém, o esboço da nova regulamentação será apenas para drones pertencentes às classes dois (de mais de 25 quilos até 150 quilos de peso total) e três (até 25 quilos de peso total).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Isso quando no caso de aparelhos utilizados para aplicações de defensivos, adjuvantes, fertilizantes, inoculantes, corretivos e sementes. No caso de levantamentos por imagens – como não se trata de pulverizações aéreas, os operadores precisam observar as regras da Anac e outras agências como o <a href="https://www.decea.gov.br/drone/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.decea.gov.br/drone/&amp;source=gmail&amp;ust=1594655963388000&amp;usg=AFQjCNEThZD-r3g9JiFSPxcxfJqHdkZIxg">Departamento de Controle de Espaço Aérea – Decea.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já para os drones classe um (aparelhos com mais de 150 quilos), no âmbito do Ministério da Agricultura, vale a mesma norma dos aviões, exigindo, por exemplo, licença de piloto agrícola para o operador e pátio de descontaminação (com sistema de tratamento de resíduos) para a limpeza dos aparelhos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Porém, outra regra dos aviões que valerá também para todos os drones de aplicações em lavouras, como a necessidade do relatório completo de cada operações, indicando localização e tamanho da lavoura tratada, produto utilizado, vazão, condições atmosféricas e outros itens. Além disso, cada operador precisará ter um engenheiro agrônomo como responsável técnico e quem pilotar os aparelhos de classe dois ou três precisará o curso de piloto agrícola remoto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os requisitos abrangem ainda plano de destinação de resíduos (sobras de defensivos e a água da limpeza dos equipamentos); o registro de entidades de ensino para ministrarem curso de piloto agrícola remoto; e os requisitos operacionais e de segurança operacional – envolvendo também as distâncias mínimas a serem respeitadas nas aplicações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Esforço conjunto</strong></p>
<p>O projeto da instrução normativa dos drones (ou RPAs) vinha sendo construído pelo Ministério da Agricultura desde o início do ano passado, com a participação do Sindag, Ibravag, Embrapa e outras entidades do setor agrícola. Além de ajustar a legislação à nova tecnologia – já que a operação com drones também é classificada como pulverização aérea, foco é a profissionalização do setor. Garantindo tanto a segurança das operações e a própria segurança jurídica dos operadores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Conforma o diretor-executivo do Sindag, Gabriel Colle, no Brasil os drones são considerados ferramentas importantes para o trabalho das próprias empresas de aviação. “Alguns operadores aeroagrícolas já estão incorporando aparelhos remotos a suas frotas, para arremates em áreas ambientalmente sensíveis ou com muitos obstáculos. Ou mesmo para alguma aplicação pontual nas lavouras”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Conforme o CEO a SkyDrones Tecnologia Aviônica, de Porto Alegre, Ulf Bogdawa, há uma tendência dos drones facilitarem a vida também dos pequenos produtores, normalmente não atendidos pela aviação. “Principalmente substituindo os pulverizadores costais (com operadores a pé) nas lavouras. O que representa um ganho muito grande em segurança”.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/noticias/agricultura/uso-drones-lavouras/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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		<title>Conheça tecnologia que gera economia de 61% no manejo de plantas daninhas</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/conheca-tecnologia-que-gera-economia-de-61-no-manejo-de-plantas-daninhas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2020 13:53:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cada ano o número de espécies resistentes aumenta, dificultando o manejo e requerendo um investimento maior por parte dos agricultores.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1142" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/drone-1.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/drone-1.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/drone-1-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/drone-1-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>Os mapas gerados pela Xarvio, marca da Basf focada em agricultura digital, levaram produtores a economizarem 61% do herbicida aplicado no combate a plantas daninhas. Na safra 2019/2020, a tecnologia foi usada em 200 mil hectares de soja, divididos entre Bahia, Goiás e Mato Grosso.</p>
<h3></h3>
<p>De acordo com o gerente de Agricultura Digital da empresa, Fabrisio Resende, a cada ano o número de espécies resistentes aumenta, dificultando o manejo e requerendo um investimento maior por parte dos agricultores. Assim, o objetivo da companhia é auxiliar o produtor na tomada de decisão, para que ele aplique o insumo apenas nos locais necessários.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“A planta daninha não está espalhada completamente. Então conseguimos isolar as manchas e gerar mapas de aplicação. Fazemos uma varredura da área, geramos imagens por drones e devolvemos ao agricultor o mapa em até 48 horas. Esse é o grande diferencial”, comenta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quem comparece à 21ª Expodireto Cotrijal, realizada em Não-Me-Toque (RS) até sexta-feira, 6, pode conferir a tecnologia na Arena Agrodigital, novidade nesta edição da feira.</p>
<h3></h3>
<p>Segundo o especialista, o produtor começa cadastrando os talhões em uma plataforma digital com mapas por satélite, semelhante ao Google Maps. A partir daí, ele gera um pedido de voo, que é atendido por uma equipe da Basf. Atualmente, a empresa alemã conta com 35 drones fazendo este trabalho. “Um engenheiro agrônomo vai até a fazenda e a gera esse plano de voo no computador, que inicia automaticamente a aeronave”, diz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O drone tira diversas fotos do local que são sobrepostas na nuvem e processadas de tal forma que é possível diferenciar o que é chão, palhada e planta daninha. “Com essa tecnologia, conseguimos trabalhar de forma mais precisa. O produtor pode jogar somente no alvo, podendo assim usar o melhor produto disponível”, comenta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além de diminuir a aplicação de herbicida, a tecnologia também permite ao agricultor aproveitar a tecnologia já embarcada na maioria dos pulverizadores autopropelidos. “Ele pode aplicar por taxas variáveis ou ligando e desligando. Faltava apenas o mapa para aplicação de forma localizada”, afirma.</p>
<h3></h3>
<h3><strong>É só o começo!</strong></h3>
<p>Resende destaca que este é o primeiro serviço oferecido pela marca no Brasil. Em cada país, o foco é diferente: na China, por exemplo, os alvos são as doenças do arroz. “Nosso desafio é tropicalizar essa tecnologia, porque o nosso desafio é muito maior. Tem um monte de características. Para isso temos outras ferramentas, como um algoritmo de previsão de doenças no milho. Esse é o próximo produto que estamos próximos de lançar”, diz.</p>
<h3></h3>
<p>Outra tecnologia que deve ser testada, em um futuro mais distante, é segunda geração de mapas de aplicação, que teria precisão de centímetros, segundo o gerente da Basf. No lugar de drones, teríamos sensores direto no pulverizadores. “Conseguiríamos diferenciar as plantas daninhas e aplicar herbicidas diversos”, diz.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1190" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-01.png" alt="" width="750" height="201" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-01.png 750w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-01-300x80.png 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Snippet-01-350x94.png 350w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/noticias/feiras-e-eventos/tecnologia-economia-plantas-daninhas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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		<item>
		<title>Drones na agricultura: possibilidade de economia de tempo chama atenção de produtores</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/drones-na-agricultura-possibilidade-de-economia-de-tempo-chama-atencao-de-produtores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Nov 2019 11:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agilidade, segurança e praticidade são alguns dos aspectos benéficos do uso de drone na agricultura &#160; Com o avanço das tecnologias pelos campos do Brasil, tem ficado cada vez mais comum se deparar com drones sobrevoando áreas cultivadas, não é mesmo? &#160; Esse fato tem explicação! Os drones têm possibilitado ao produtor uma otimização do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1142" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/drone-1.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/drone-1.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/drone-1-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/drone-1-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p><strong>Agilidade, segurança e praticidade são alguns dos aspectos benéficos do uso de drone na agricultura</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com o avanço das tecnologias pelos campos do Brasil, tem ficado cada vez mais comum se deparar com drones sobrevoando áreas cultivadas, não é mesmo?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esse fato tem explicação! Os drones têm possibilitado ao produtor uma otimização do trabalho e uma economia no que diz respeito aos custos de produção. Os drones facilitam o levantamento de dados, fornece aos agricultores informações estratégicas e tem seu uso favorecido pelo avanço tecnológico e redução dos custos de equipamentos e softwares.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As imagens geradas pelo drone possibilitam que o produtor conheça sua área e identifique possíveis falhas no plantio, reboleiras que podem ser causadas por nematoides, por exemplo, e isso facilita o manejo e os diagnósticos, partindo do princípio que os profissionais responsáveis pela área já serão previamente direcionados para o ponto que apresenta problemas. Outra possibilidade é que a identificação desse problema já seja feita pelo uso de softwares que interpretam os ortomosaicos gerados pelo drone.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Agricultura de precisão a favor do produtor</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O drone é a ponta de uma cadeia que pode colaborar muito para ganhos em produtividade e economia na lavoura. Dessa forma, é também possível unir informações de drones que geram mapas, colocando-as no GPS da própria máquina e possibilitar o uso, por exemplo, de aplicação de insumos por taxa variável. Desta forma, é possível economizar uma aplicação em uma área que não teria necessidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outras tecnologias que são parte das próprias máquinas, como GPS sofisticado e desligamento automático de seções, por exemplo, podem oferecer maior aproveitamento e otimização do tempo e do dinheiro do produtor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A tecnologia na prática</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um exemplo de jovem do campo que tem investido em tecnologia para assessorar os produtores rurais com prestação de serviço é Pedro Henrique Silva que mora na região de Orizona, interior do estado de Goiás. Para ele, “a agricultura de precisão tem início com o mapeamento feito pelo drone, mas vai muito além de fazer esse levantamento do problema. É preciso solucioná-lo. E isso leva tempo. Ao longo de duas ou três safras, o produtor deve corrigir os problemas a fim de chegar ao aproveitamento desejado”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma dessas formas de correção é, por exemplo, fazer manutenção nas semeadoras caso seja identificado grande número de falhas no plantio ou avaliar a possível má qualidade da semente. Pode ser também identificado pelo drone na safra atual, por exemplo, um problema na correção do solo e isso leva tempo para ser corrigido, ano após ano até chegar ao desejado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além disso, Pedro defende que uma das maiores vantagens do uso do drone é a economia de tempo. Em janelas de plantio cada vez mais curtas, o produtor precisa de algo que otimize o trabalho e possa ser eficiente no trabalho. “Tempo é dinheiro e o produtor gosta de ver resultados. Quem adere, dificilmente deixa de usar essa tecnologia”, destaca o jovem empreendedor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cenário brasileiro</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o último registro de dados feito pelo ANAC, no Brasil existem 76.823 drones registrados, sendo 28.523 para uso profissional. Em regiões do Brasil onde a agricultura de precisão já é mais avançada, como nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, a presença de drones já é mais comum, sendo registrados, 26.244, 9.470 e 7.108, respectivamente. Por outro lado, em muitas regiões que possuem muitos produtores pouco tecnificados, essa adesão ainda é pequena. No geral, os produtores costumam terceirizar esse serviço, uma vez que o equipamento é caro e demanda um treinamento/qualificação do operador, o que acarretaria mais custos ao produtor no caso da aquisição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com a expansão de áreas e avanço das tecnologias, a tendência é que em pouco tempo os drones estejam ainda mais presentes nas lavouras a fim de viabilizar e facilitar o trabalho de profissionais como engenheiros agrônomos na avaliação de determinadas áreas de grande extensão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os novos profissionais chegam ao campo mais “antenados” sobre o funcionamento desse tipo de tecnologia no geoprocessamento e isso fará com que o uso do drone se torne mais popular.  Pedro Henrique, que há 1 ano trabalha com drone, tem aprendido cada dia mais sobre esse novo ramo tecnológico que pode ser tão útil ao agricultor. Para ele, o drone “é uma tecnologia que vem para ficar, somar e expandir as possibilidades no mercado”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Regulamentação de drones</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O novo regulamento da ANAC, publicado no Diário Oficial da União em 03 de maio de 2017, dividiu as aeronaves não tripuladas em aeromodelos (drones usados para fins recreativos) e aeronaves remotamente pilotadas (RPA) que são drones utilizados para operações comerciais, corporativas ou experimentais. Dentro dos RPA existe uma classificação a depender do peso máximo de decolagem do equipamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O cadastro dos drones (aeromodelos ou RPA Classe 3) com peso máximo de decolagem superior a 250g é obrigatório e deve ser feito pelo Sistema de Aeronaves Não Tripuladas (SISANT) da ANAC. O número de identificação gerado na certidão de cadastro deve estar acessível na aeronave ou em local que possa ser facilmente acessado e de forma legível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sobre os registros de voos também existem algumas regras. Os voos com aeromodelo e RPA Classe 3 não precisam ser registrados. O voos com as demais aeronaves não tripuladas devem ser registrados. Nesse registro de voo é preciso constar a altura de trabalho do voo, o raio e demais informações que são importantes para autorização ou não do voo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É de extrema importância essa regulamentação dos drones e de seus planos de voo, uma vez que essas aeronaves podem causar riscos se manipuladas de forma irresponsável e inconsequente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://agromulher.com.br/drones-na-agricultura-possibilidade-de-economia-de-tempo-chama-atencao-de-produtores/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agromulher</a></p>
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