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	<title>Bovinocultura &#8211; Atomic Agro &#8211; O Aplicativo que te dá Informações confiáveis de Produtor para Produtor</title>
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	<description>Atomic Agro é muito mais do que um Aplicativo, nele você tem acesso frequente a informações confiáveis de Produtor para Produtor e ainda tem muitas vantagens para Compra e Venda, Conheça!</description>
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		<title>Livre de aftosa, Paraná pode acessar mercados que pagam até 50% mais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jun 2021 11:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A suinocultura no estado deixava de exportar para 65% apenas por vacinar o seu rebanho bovino contra aftosa.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-4315" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Vacinacao_G.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Vacinacao_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Vacinacao_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Vacinacao_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>O reconhecimento internacional como área livre de febre aftosa sem vacinação coloca o Paraná em um outro patamar, que permite acessar mercados que pagam mais pelos produtos com essa chancela de qualidade. Segundo a Federação da Agricultura do Paraná (<a href="https://sistemafaep.org.br/"><strong>Faep</strong></a>), o novo status sanitário, mesmo tendo relação direta com o plantel bovino, permite o acesso aos mercados considerados mais ‘nobres’, que pagam mais pelo quilo da carne suína brasileira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Usando como referência o preço pago por quilo de suíno exportado de Santa Catarina para o Japão, um mercado nobre, e para outros países da chamada Lista Aberta, como Chile e China, é possível notar a diferença. Os japoneses pagam até 50% a mais .</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O mais difícil é abrir os mercados”, lembra Enori Barbieri, vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Santa Catarina (Faesc). “Tem que conquistar os países compradores. Os mercados demoraram para abrir. Os primeiros apenas em 2012, cinco anos após a conquista da certificação”, complementa.</p>
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<div id="google_ads_iframe_/21692678505/Canal_Rural_Display/BALCAO_RURAL_DESK_0__container__">Além de valorizar a produção, a expansão do mercado por si só é extremamente positiva neste momento, de modo que vem animando os agentes da cadeia da suinocultura. “O Paraná estava fora de 65% do mercado mundial de carne suína porque vacinava o seu rebanho bovino. Agora poderemos acessar todos esses mercados”, diz Valter Vanzella, presidente da cooperativa Frimesa,</div>
<div></div>
</div>
<p>Atualmente, a Frimesa exporta 20% da sua produção para os países da Lista Aberta, como Hong Kong, Angola, Vietnã e Uruguai, que aceitam o produto de regiões com vacinação. “Hoje, o Brasil está exportando como nunca, mas os preços entre um mercado e outro são bem diferentes”, observa Vanzella.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O dirigente da Frimesa sabe que o ingresso nestes mercados também não se dará automaticamente. “Alguém já está fornecendo para eles, então não vamos simplesmente anunciar e vender. Vai ser uma luta”, pondera.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A expectativa do presidente da Associação Paranaense de Suinocultores (APS), Jacir Dariva, também é grande, a ponto de que, futuramente, o mercado internacional absorva quase a totalidade da produção paranaense. “Não é tanto a questão financeira, mas o leque de novos mercados que vai se abrir. Como estamos expandindo a produção no Paraná, precisamos de mercados que comprem”, revela.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Status livre de aftosa é bom para o boi no Paraná?</h3>
<p>Apesar da importância estratégica desta cadeia no processo de certificação internacional do estado, trata-se de um setor que não deve colher imediatamente os frutos dessa conquista. “A principal consequência desse status sanitário não é para o bovino de corte, mas para os suínos, e ajuda outros setores também, seja aves ou grãos”, observa o produtor Rodolpho Botelho, presidente da Comissão Técnica de Bovinocultura de Corte da Faep e do Sindicato Rural de Guarapuava.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O Paraná nunca vai ser grande produtor de boi gordo, isso em função do seu tamanho que é apenas 2,3% do território nacional. Não tem como competir com outros estados. Temos que trabalhar com carnes diferenciadas, nichos específicos, para agregar valor à nossa produção”, observa o dirigente.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/noticias/livre-de-aftosa-parana-pode-acessar-mercados-que-pagam-ate-50-mais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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