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	<title>Pragas &#8211; Atomic Agro &#8211; O Aplicativo que te dá Informações confiáveis de Produtor para Produtor</title>
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	<description>Atomic Agro é muito mais do que um Aplicativo, nele você tem acesso frequente a informações confiáveis de Produtor para Produtor e ainda tem muitas vantagens para Compra e Venda, Conheça!</description>
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		<title>Milho pode ter vazio sanitário para controlar cigarrinha e enfezamento</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/milho-pode-ter-vazio-sanitario-para-controlar-cigarrinha-e-enfezamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Apr 2021 11:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Produtores cogitam uma regulamentação nacional para tentar evitar a chamada ponte verde.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-3889" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2021/02/CigarrinhaMilho_G.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2021/02/CigarrinhaMilho_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2021/02/CigarrinhaMilho_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2021/02/CigarrinhaMilho_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>O aumento de casos de enfezamento nas lavouras de milho acende um sinal de alerta no campo. A doença pode causar perdas de produtividade superiores a 90%, principalmente quando não são usadas cultivares resistentes. Diante disso, agricultores, pesquisadores e entidades de Mato Grosso estudam medidas para conter a presença da praga responsável pela doença nas plantações, a cigarrinha.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Atualmente, a cigarrinha é considerada um dos insetos mais nocivos para a agricultura na América Latina. O inseto de cor branco-palha tem apenas meio centímetro de comprimento, alimenta-se exclusivamente de milho e coloca ovos na epiderme, preferencialmente na nervura central de folhas do cartucho da planta. O ciclo da espécie está completo em 27 dias, mas a longevidade média chega a 45 dias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por apresentar o hábito sugador, além de causar danos, pode transmitir patógenos para a planta. “São doenças sistêmicas que reduzem a quantidade de nutrientes absorvidos pelas plantas, e isso pode causar uma redução de produtividade”, explica a entomologista da <a href="https://www.fundacaomt.com.br/"><strong>Fundação MT</strong></a>, Lucia Vivan.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com a <a href="http://www.aprosoja.com.br/"><strong>Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT)</strong></a>, a praga está presente nas lavouras do estado há aproximadamente três safras. “Porém, ela ainda não estava transmitindo o enfezamento, que é a doença que preocupa. Este ano, já vimos áreas contaminadas. O problema maior é que ela é uma doença silenciosa, o produtor só vai perceber quando já for tarde”, diz Lucer Beber, vice-presidente da entidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cientes que depois de instalada, a cigarrinha é difícil de ser controlada, o presidente da Aprosoja-MT, Fernando Cadore, pede cautela por parte dos produtores e empresas. “Faça suas pulverizações e faça o monitoramento. Obviamente, medidas têm que ser muito bem pensadas, e o momento agora é de estudo da praga e de planejamento para se saber de que maneira atuar com relação a essa praga”, defende.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A entomologista Lucia Vivan faz algumas recomendações que podem ajudar a reduzir a população da cigarrinha nas lavouras: verificar as áreas de milho verão para saber se há presença da praga. Caso haja, o produtor precisa realizar o controle para que o inseto não se desloque para as lavouras da segunda safra. Além disso, áreas de braquiária também merecer atenção redobrada, segundo a cientista, porque as cigarrinhas podem sobreviver nessas plantas e depois retornar ao milho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>A cigarrinha não está tirando o sono apenas do produtor de Mato Grosso</strong></h3>
<p>A presença da praga em lavouras da Bahia é mais antiga e mais grave, tanto que alguns produtores estão desistindo de plantar milho. É o caso do agricultor Celito Bredas. Esta é a primeira safra sem milho nas áreas de pivô da propriedade, que fica em Luís Eduardo Magalhães (BA). Segundo ele, o enfezamento inviabilizou o cultivo, que tinha potencial de mais de 200 sacas por hectare.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Em 2016, começamos uma batalha contra a cigarrinha do milho, que é vetor dos enfezamentos e molicutes no milho. Parei de plantar devido a esse problema, porque é muito grave. Baixamos, em pouco tempo, de 180 para 100 sacas por hectare, e aí fica inviável. Em alguns pivôs com materiais tolerantes, conseguimos 140 sacas. Mesmo assim, a gente não se anima a plantar milho”, conta Celito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para os agricultores baianos, a solução para o problema seria a regulamentação nacional de um calendário de vazio sanitário para o milho. O pedido já foi encaminhado ao Ministério da Agricultura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“É muito importante e fundamental para a nossa região. Nós temos que voltar a plantar milho. Eu diria até que o Brasil precisaria plantar mais milho do que soja daqui 5 ou 10 anos. É necessário para a sustentabilidade de toda a cadeia de alimentos do Brasil”, frisa Celito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O pesquisador e fitopatologista Lucas Fantin, da <a href="https://fundacaochapadao.com.br/"><strong>Fundação Chapadão</strong></a>, em Mato Grosso do Sul, também apoia o vazio sanitário para o milho. “O manejo de enfezamentos está relacionado muito à ponte verde: uma área de milho verão, plantas tigueras e o milho safrinha promovem a perpetuação dos enfezamentos”, lembra.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/programas/informacao/mercado-e-cia/milho-vazio-sanitario-cigarrinha-enfezamento/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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		<title>Cigarrinha causa quebra de 50% na produtividade do milho</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/cigarrinha-causa-quebra-de-50-na-produtividade-do-milho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Feb 2021 11:30:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Produtores de milho do Sul sofrem com ataque da praga e temem não cumprir contratos.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-3889" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2021/02/CigarrinhaMilho_G.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2021/02/CigarrinhaMilho_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2021/02/CigarrinhaMilho_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2021/02/CigarrinhaMilho_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>Produtores de milho do Sul do país estimam quebra de mais de 50% na produtividade da safra verão 2020/21. O dano foi causado pelo ataque da cigarrinha, que afetou vários estados da região.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em uma lavoura de milho em Castro (PR), entre os 800 hectares plantados, mais de 40% da área foi atacada pela praga. Na área mais afetada, a estimativa é que a produtividade caia de 186 para 116 sacas por hectare. “Essa lavoura, se for colhida, corre da qualidade do grão cair bastante. Uma das alternativas para esse milho é fazer silagem ou correr o risco de tentar colher ele um pouco mais úmido”, relata o produtor rural Paulo Bertolini.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para Sandero Leffers, que compra milho para silagem desde 2009 e adquiriu uma área de 180 hectares para o plantio grão, a expectativa é vender 25% a mais de silagem do que na temporada passada. “Nós estamos com uma lavoura que a princípio foi condenada para a colheita de grãos. Mas produtores nos procuraram para ver a possibilidade de fazer uma silagem de milho porque o ponto que o dano é feito pela cigarrinha ainda não é tão grande”, explica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pela primeira vez sofrendo com o ataque de cigarrinhas, a região também teve impactos com a falta de chuva. “A propagação da cigarrinha foi favorecida devido à condição climática, quando em setembro tivemos uma das maiores secas dos últimos 60 anos dentro da nossa região e com temperaturas elevadas”, aponta o engenheiro agrônomo Mauricio Zanon.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E mesmo usando sementes mais resistentes, os produtores de Santa Catarina também esperam grande prejuízo. Em uma propriedade em São Domingos, a produtividade deve cair de 250 para 39 sacas por hectare. “Isso vai abalar bastante o agronegócio e a cadeia produtiva. Nós, como produtores, estamos perdendo e a agroindústria vai sentir a necessidade desse milho que não vai entrar no mercado”, afirma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Produtores de Xanxerê, no oeste do estado, produtores estão preocupados em não cumprir os contratos negociados. “A situação é bastante preocupante porque não se tem muitas opções que podem ser empreendidas para minimizar o prejuízo, além de colher o milho com muito mais umidade. Pedimos até uma atenção das empresas fornecedoras de híbridos para que no próximo ano procure nos oferecer sementes com nota mais elevadas, no sentido de serem tolerantes a essa praga”, conta o engenheiro agrônomo, Otacílio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No município de Abelardo Luz, a estimativa é de quebra de 50% na comparação com a safra anterior. “Para que a gente consiga reverter esse 70% de ataque e os 50% de quebra nas lavouras, é muito importante fazer o controle químico associado ao controle biológico de acordo com a divulgação das universidades e instituições de pesquisa para que não venha acontecer essa quebra novamente”, esclarece Vinicius Bodanese Demarch, engenheiro agrônomo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para prevenir o ataque das cigarrinhas, além do produtor usar cultivares tolerantes, é indicado ao produtor não fazer o plantio em datas específicas, assim como ter atenção no manejo com as plantas tigueras. “As tigueras são plantas de milho que nascem espontaneamente de grãos perdidos da última colheita e servem de abrigo para a cigarrinha e a própria doença, ou seja, plantas tigueras são a ponte para levar a cigarrinha para a lavoura”, esclarece o pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo, Walter Meireles.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“As plantas mais novas são mais sensíveis ao ataque da cigarrinha, enquanto que as plantas mais adultas, pós-florescimento, são menos sensíveis, por isso, medidas preventivas são importantes, antes do plantio e logo após a emergência das plantas”, completa.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/sites-e-especiais/mais-milho/cigarrinha-causa-quebra-de-50-na-produtividade-do-milho/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Entenda como o percevejo barriga-verde causa danos no milho</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/entenda-como-o-percevejo-barriga-verde-causa-danos-no-milho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2021 11:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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		<category><![CDATA[Milho]]></category>
		<category><![CDATA[Percevejo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Adoção de inseticidas no momento correto da cultura é a chave do sucesso.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1832" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Percevejo_G.jpg" alt="" width="760" height="492" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Percevejo_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Percevejo_G-300x194.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Percevejo_G-350x227.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>Os percevejos estão entre as principais pragas em diferentes cultivos no Brasil, podendo causar perdas de até 60% na produtividade quando o ataque intenso se dá em plântulas de milho. Pensando principalmente em milho safrinha, que sofre ataque de populações mais altas, é importante falarmos sobre o manejo do percevejo barriga-verde, de forma a proteger as plantas para que elas tenham condições de expressar todo seu potencial produtivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O percevejo barriga-verde (<em>Dichelops melacanthus e Dichelops furcatus</em>) é extremamente agressivo para a cultura do milho. Ao se alimentar de plântulas, o inseto causa danos físicos pela introdução e movimentação do estilete, e, danos fisiológicos, ao inserir toxinas participantes do processo de digestão extraoral, que causam distúrbios de crescimento na planta. Dependendo da intensidade desse dano, a planta pode apresentar espigas reduzidas e com menor carga ou, em danos severos, ter seu desenvolvimento completamente afetado – o que chamamos de plantas dominadas, promovendo perda de estande na lavoura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O primeiro relato sobre o ataque do percevejo barriga-verde no milho foi registrado em 1995; as espécies possuem maior predominância na região Centro-Sul do Brasil. Há muito tempo, o produtor de milho esperava um aliado inovador para ajudá-lo neste desafio. “Após nove anos de pesquisa, a Corteva Agriscience apresenta o inseticida Expedition®, uma ferramenta fundamental para um bom manejo de percevejos na cultura do milho, formulado a partir da nova molécula Isoclast® Active e com um modo de ação diferenciado em relação aos produtos já disponíveis no mercado”, afirma Cristiane Muller, pesquisadora da Corteva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A nova molécula Isoclast® é pertencente ao novo grupo químico das Sulfoxaminas. O modo de ação de Expedition® auxilia os agricultores no manejo da resistência, uma vez que permite uma nova possibilidade para a rotação de modos de ação. Ele oferece efeito de choque e residual, que protege a cultura imediatamente após a aplicação e por mais tempo. O produto também é uma importante ferramenta para o Manejo Integrado de Pragas (MIP). O princípio ativo do Expedition® já está aprovado em mais de 80 países, a exemplo do Canadá, Austrália, Japão, Índia, China, Argentina e a União Europeia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com estudo da FAPA (Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária) em milho verão na safra 2019/20, com a utilização de tratamento de sementes e duas aplicações de Expedition® foi possível aumentar em 935 quilos a produtividade em comparação com a área testemunha. A combinação de monitoramento correto, conhecimento do histórico da área a ser cultivada e aplicação na fase inicial, logo após a emergência das plantas, é fundamental para um controle efetivo da praga.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.agrolink.com.br/noticias/entenda-como-o-percevejo-barriga-verde-causa-danos-no-milho_445602.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agrolink</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Gafanhotos já alcançam sete municípios</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/gafanhotos-ja-alcancam-sete-municipios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2020 12:40:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Pragas]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Gafanhotos]]></category>
		<category><![CDATA[NotíciasAgro]]></category>
		<category><![CDATA[RioGrandeDoSul]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rio Grande do Sul mantém o monitoramento dos gafanhotos no noroeste do estado.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-3642" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Gafanhoto_1_G.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Gafanhoto_1_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Gafanhoto_1_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Gafanhoto_1_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>O Rio Grande do Sul mantém o monitoramento dos gafanhotos no noroeste do estado. Desde o dia 30 de novembro os levantamentos são feitos diariamente para verificar a situação da infestação pela praga.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o último boletim da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) os insetos já alcançam sete municípios sendo 10 municípios em observação, com incidência em 32 pontos. O que mais concentra os insetos é São Valério do Sul, com 13 focos. Em segundo vem Santo Augusto com sete. Bom Progresso tem cinco focos; Chiapeta está com três focos; Campo Novo tem dois; Coronel Bicaco e Redentora tem um foco cada. Ainda estão sendo monitoradas as cidades de Braga, Nova Ramada e São Martinho, que por enquanto não têm nenhum foco.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<div id="google_ads_iframe_/316485075/agk_14000_pos_4_conteudo_desktop_0__container__">Outros 12 municípios ainda serão vistoriados de acordo com o plano traçado pelos fiscais de observar um raio de 30 km ao redor do primeiro foco. Inclusive foi realizado sobrevoo a fim de estimar os impactos na mata nativa e culturas adjacentes. Com as chuvas ocorridas na região, houve diminuição na mobilidade dos gafanhotos. A situação exige monitoramento constante”, alerta o chefe da Divisão de Defesa Sanitária Vegetal da Seapdr, Ricardo Felicetti.</div>
<div></div>
</div>
<p><strong>Prejuízos na agricultura</strong></p>
<p>No total foram vistoriados 6.777,5 ha, destes 3.432,5 ha (50,65%) de área agrícola e 3.345 ha (49,35%) de área de mata nativa.  O total da área agrícola com incidência foi de 26,47% (1794 ha), enquanto que na mata nativa este percentual representa 46,14% (3.127 ha).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em relação à área agrícola vistoriada, observou-se que 52,27% do total apresenta incidência, enquanto que na mata nativa notou-se um percentual maior, de 93,48% (3.127 ha) do total de área de mata nativa. Considerando a média no período de levantamentos tem-se uma incidência média de 39,97% e uma severidade média de 7,92%, apontou o levantamento oficial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A chuva diminuiu a mobilidade dos gafanhotos. Os adultos estão se alimentando, em sua maioria, de folhas de Timbó (<em>Ateleia glazioveana</em>), e as ninfas preferencialmente de Fumo-Bravo (<em>Solanum mauritianum</em>). Observa-se uma concentração de indivíduos adultos nas mesmas árvores, em atividade reprodutiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nas áreas agrícolas eles se encontram na bordadura das matas, sem danos expressivos. O maior impacto se deu em 5 hectares de soja, junto ao ponto do foco inicial (Reserva Indígena do Inhacorá &#8211; São Valério do Sul) com intensidade de desfolha em cerca de 5%, sendo que na bordadura da mata apresentava cerca de 15% dos folíolos de soja cortados. No total da área de soja vistoriada (2483 ha), nota-se uma incidência média de 33,37 % e uma intensidade de desfolha média de 0,41%. Nas áreas de milho observa-se uma incidência de 20,45% e uma intensidade de desfolha de 0%. Já nas áreas de mata Nativa (3345 ha) a incidência média foi de 56,53% e a intensidade de desfolha 30,81%.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.agrolink.com.br/noticias/gafanhotos-ja-alcancam-sete-municipios_443500.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agrolink</a></p>
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		<title>Gafanhotos desfolharam 30 hectares de mata</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/gafanhotos-desfolharam-30-hectares-de-mata/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Dec 2020 13:03:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Pragas]]></category>
		<category><![CDATA[Gafanhotos]]></category>
		<category><![CDATA[NotíciasAgro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os gafanhotos já causam grande desfolhamento na mata nativa da região.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2861" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Gafanhotos_G.jpg" alt="" width="760" height="506" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Gafanhotos_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Gafanhotos_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Gafanhotos_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>Os gafanhotos que estão sobre quatro municípios do Noroeste do Rio Grande do Sul já causam grande desfolhamento na mata nativa da região. Fiscais agropecuários, que monitoram os insetos, sobrevoaram a área na última sexta-feira (4) e puderam verificar os danos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<div id="google_ads_iframe_/316485075/agk_14000_pos_4_conteudo_desktop_0__container__">“A estimativa é de 20 a 30 hectares de mata nativa com severos danos, inserida na Reserva Indígena Inhacorá. Notamos que os danos se concentram na mata contínua, não sendo observados em outros remanescentes devido à interrupção ocasionada pelas áreas de lavoura”, explica o fiscal estadual agropecuário, André Ebone.</div>
<div></div>
</div>
<p>As equipes em terra verificaram que também há alguma presença da praga em áreas agrícolas, porém com pouca mobilidade e poucos danos. No momento, o caso está sendo tratado como um surto da espécie, onde os mais jovens tendem a sair mais da mata nativa, mas não se deslocam para longe, ficando ao redor do seu habitat.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com a chuva deste final de semana os insetos não avançaram. A umidade dificulta a mobilidade e causa doenças e fungos nos insetos que preferem calor e seca. As equipes seguem no local e pede que os produtores não façam o controle químico para não gerar desequilíbrio ambiental. A região é grande produtora de soja.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.agrolink.com.br/noticias/gafanhotos-desfolharam-30-hectares-de-mata_443369.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agrolink</a></p>
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		<title>Monitoramento e manejo de lagartas demandam atenção com seca prolongada e chuvas irregulares</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/monitoramento-e-manejo-de-lagartas-demandam-atencao-com-seca-prolongada-e-chuvas-irregulares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Dec 2020 11:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Pragas]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Lagartas]]></category>
		<category><![CDATA[NotíciasAgro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estiagem e chuvas irregulares causam pressão de lagartas tende a se intensificar nas lavouras.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1770" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Helicoverpa_G.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Helicoverpa_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Helicoverpa_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Helicoverpa_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>O atraso do plantio da oleaginosa ocorrido em algumas das importantes regiões produtivas do Brasil, além da prevalência do clima seco alternado a chuvas irregulares, tende a aumentar nas lavouras a pressão de lagartas com relevância econômica à cultura. É o que afirmam especialistas ouvidos nos últimos dias. O engenheiro agrônomo Marcelo Lima, gerente de Pesquisa &amp; Desenvolvimento da AgBiTech, lembra, por exemplo, que a ausência de chuvas acelera o metabolismo de espécies de lagartas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Tempo seco potencializa aumento mais rápido de gerações de lagartas da soja, ao mesmo tempo que prejudica o desenvolvimento de inimigos naturais dessas pragas”, resume Lima. “Esse cenário dificulta a boa cobertura na aplicação dos inseticidas nas lavouras, em virtude da baixa umidade e alta temperatura, e reduz o nível de controle das pragas.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para o engenheiro agrônomo Guilherme Ohl, sócio da Ceres Consultoria Agronômica, empresa com forte atuação da região do cerrado, as principais recomendações de momento ao produtor de soja são o monitoramento da presença de lagartas nas lavouras e a correta avaliação do nível de dano associado a esse quadro. “Infelizmente nem todo produtor faz o monitoramento, apesar dos vários recursos disponíveis para isso hoje em dia.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Conforme Guilherme Ohl, o monitoramento bem-feito possibilita a adoção eficaz do manejo integrado de lagartas como falsa-medideira (Chrysodeixis includens), Spodopteras e Helicoverpa armígera, conforme o tipo de semente cultivada (soja Bt ou soja convencional).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Com as ferramentas de que dispomos hoje, o MIP ou manejo integrado de pragas é a melhor estratégia a recomendar. A diversidade de produtos químicos, biológicos, baculovírus, nos dá diferentes opções de estratégia para combater lagartas com eficácia”, acrescenta Ohl. “Temos ainda a oportunidade de fazer uma lavoura mais limpa, mais sustentável, com inseticidas biológicos específicos. Estou muito satisfeito com o desempenho dos baculovírus, eles vieram realmente para ficar na agricultura brasileira.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em relação ao clima no cerrado mato-grossense, o consultor reforça que a safra passada (2019-20) já se apresentou mais seca do que a anterior (2018-19). Na safra em andamento (2020-21), diz ele, “o mês de setembro último foi o mais quente que já vivi no Mato Grosso”. Ohl atua no Estado há 21 anos, sendo os últimos 17 na posição de sócio da Ceres Consultoria Agronômica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tendências climáticas – Especialista em agrometeorologia e sócio da Rural Clima, o engenheiro agrônomo Marco Antonio dos Santos atribui o atraso das chuvas em regiões produtoras de soja, como Mato Grosso e Goiás, ao fenômeno La Niña. “As chuvas atrasaram mais do que o esperado.” Conforme o agrometeorologista, a tendência para os próximos meses é a de que as chuvas sejam mais frequentes. Contudo, ainda irregulares em áreas importantes da oleaginosa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O agrônomo Marcelo Lima, da AgBiTech, adianta que a prevalecer o clima seco e chuvas irregulares, o produtor de soja poderá ter mais dificuldade no manejo químico de lagartas, sobretudo aquelas de controle mais difícil, como elasmo, lagarta-rosca e Spodoptera, conhecidas por causar a redução do estande da cultura. “Se consolidado, esse quadro climático torna os baculovírus uma alternativa mais estratégica ao manejo de lagartas. Estes produtos são menos sensíveis ao clima na comparação com outros biológicos.”</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/soja/275128-monitoramento-e-manejo-de-lagartas-demandam-atencao-do-produtor-ante-seca-prolongada-e-chuvas-irregulares.html#.X8k6-81KjIU" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Notícias Agrícolas</a></p>
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		<title>Confira 22 dicas da Embrapa para controle de pragas e plantas daninhas na soja</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/confira-22-dicas-da-embrapa-para-controle-de-pragas-e-plantas-daninhas-na-soja/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2020 11:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Pragas]]></category>
		<category><![CDATA[Controle]]></category>
		<category><![CDATA[PragasEDoenças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A falta de chuvas tem favorecido a proliferação de pragas e plantas daninhas nas lavouras.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1832" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Percevejo_G.jpg" alt="" width="760" height="492" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Percevejo_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Percevejo_G-300x194.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Percevejo_G-350x227.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>O plantio da soja ainda não terminou no país devido a falta de chuvas em muitos estados. Essa condição climática tem sido um entrave não só para o término dos trabalhos, mas também a proliferação de pragas e plantas daninhas na soja.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para tentar ajudar o produtor a Embrapa preparou um manual completo, a pedido do Soja Brasil, para garantir resultados melhores nas lavouras de soja.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nesta reportagem separamos 22 dias da Embrapa para controle de pragas e plantas daninhas:</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Pragas</strong></h3>
<p><strong>1 –</strong> Antes de semear a soja, verifique o histórico de pragas iniciais da área, além disso, vistorie a vegetação de cobertura para verificar a presença de pragas, e faça pequenas trincheiras (de no mínimo 0,5 m de comprimento por 0,4 m de largura e 0,5 de profundidade) para avaliar a existência de corós, tamanduás da soja, ou percevejos-castanho na área (principalmente em área com histórico dessas pragas). Caso essas pragas estejam presentes em grande quantidade, algum tratamento fitossanitário pode ser recomendado antes do plantio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2 –</strong> Antes de plantar a soja, caso haja pragas na vegetação de cobertura (principalmente lagartas ou percevejos com potencial de atacar a soja recém-germinada), o ideal é antecipar a dessecação de pré-plantio. Uma ou duas semanas sem vegetação verde mata essas pragas de fome, não havendo, portanto, necessidade de aplicar inseticida na dessecação de plantio não causando assim maiores desequilíbrios na lavoura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3 –</strong> Nunca use inseticidas para controlar percevejos no período vegetativo da soja. Sua presença nessa fase da cultura não causa danos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4 –</strong> Não controle pragas preventivamente. Apenas inicie o controle de percevejos quando tiver vagens na lavoura e os percevejos estiverem em populações que ultrapassem os níveis de ação (2 percevejos maiores que 0,4 cm por metro para lavouras produtoras de grãos ou, 1 percevejo por metro para lavouras produtoras de sementes). Para desfolhadores (lagartas), utilize inseticidas apenas quando houver 30% ou mais de desfolha na fase vegetativa ou 15% ou mais de desfolha na fase reprodutiva da lavoura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5 –</strong> Uso indiscriminado de agrotóxicos pode afetar a ação dos inimigos naturais das pragas da soja e outros insetos benéficos. Inimigos naturais são organismos que controlam as pragas, alimentando-se delas. Utilizar os inseticidas no contexto do manejo integrado de pragas (MIP). Utilizar o MIP-soja pode reduzir o gasto com inseticidas em até 50%. MIP preconiza a integração de diferentes estratégias de controle.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>6 –</strong> O controle biológico das pragas é inócuo ao homem, preservar os inimigos naturais das pragas e prejudica menos o ambiente. Quando possível, priorizá-lo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Plantas daninhas</strong></h3>
<p><strong>1 –</strong> As invasoras competem com a soja por água, luz e nutrientes, podendo, ainda, ser hospedeiras de pragas e doenças.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2 –</strong> A fase mais crítica da competição situa-se da emergência ao fechamento do dossel.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3 –</strong> Além de usar herbicidas, valer-se de tratos culturais (época semeadura, cultivares, espaçamento/densidade, cobertura do solo, entre outros).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4 –</strong> Evitar que sementes de invasoras estejam presentes nos fertilizantes ou nas sementes da soja. Embrapa</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5 –</strong> O manejo das plantas daninhas na cultura da soja começa na entressafra, principalmente na dessecação em pré-semeadura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>6 –</strong> Dessecar a vegetação da área onde será estabelecida a futura lavoura com a devida antecipação ao plantio. Isso será benéfico não para as plantas daninhas, mas também para pragas subterrâneas (corós, percevejo castanho, entre outros).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>7 –</strong> Semear a soja somente quando a vegetação estiver dessecada completamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>8 –</strong> Cultivares de soja com crescimento inicial mais rápido são menos prejudicadas pelas invasoras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>9 –</strong> Utilização do Plantio Direto com formação de abundante palhada inibe o desenvolvimento das invasoras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>10 –</strong> Rotação de culturas favorece ou desfavorece diferentes espécies de invasoras. Informar-se sobre quais fazem o quê.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>11 –</strong> Segundo a Embrapa, cultura de cobertura, cultivo de milheto, aveia ou azevém na entressafra da soja são eficientes na supressão das invasoras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>12 –</strong> Existem palhadas com efeito alelopático sobre algumas espécies de invasoras. Informe-se.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>13 –</strong> Monitoramento das áreas é fundamental para um bom planejamento de controle de invasoras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>14 –</strong> O uso de um único herbicida, ou de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação, resulta em seleção de plantas resistentes, o que dificulta o controle e o torna mais oneroso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>15 –</strong> Rotação e diversificação de herbicidas utilizados no controle químico são fundamentais no manejo da resistência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1<strong>6 –</strong> Umidade baixa (menos de 60%), temperatura alta (superior a 30°C), e vento prejudicam a ação dos herbicidas</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/projeto-soja-brasil/confira-22-dicas-da-embrapa-para-controle-de-pragas-e-plantas-daninhas-na-soja/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Café: estudo comprova eficácia de marimbondos no controle da praga ‘bicho mineiro’</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/cafe-estudo-comprova-eficacia-de-marimbondos-no-controle-da-praga-bicho-mineiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2020 11:15:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Café]]></category>
		<category><![CDATA[Pragas]]></category>
		<category><![CDATA[BichoMineiro]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Controle]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://atomicagro.com.br/?p=3131</guid>

					<description><![CDATA[<p>O pesquisador alerta para importância de manter os ninhos dos insetos para proteger a plantação.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-3134" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/08/CafeGrao1_G.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/08/CafeGrao1_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/08/CafeGrao1_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/08/CafeGrao1_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>Em estudos feitos em lavouras de café de Minas Gerais, o professor e pesquisador do Instituto Federal Sul de Minas, Marcos Magalhães, constatou que em locais onde o habitat natural é preservado existem mais ninhos de marimbondos e com isso a incidência da praga bicho mineiro é menor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com base nos estudos, o pesquisador alerta para importância de manter os ninhos dos insetos nas lavouras para proteger a plantação. “É  muito importante, que não seja a feita a remoção dos ninhos de marimbondos das plantações. O inseto consegue prestar um serviço ambiental de forma natural para o cafezal, que é controle biológico. Se o produtor optar por retirar os ninhos, ele vai gastar mais com produtos e corre o risco de perdas na produção”, enfatiza Magalhães.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/programas/informacao/mercado-e-cia/cafe-estudo-comprova-eficacia-de-marimbondos-no-controle-da-praga-bicho-mineiro/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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		<title>Saiba mais sobre a cigarrinha-das-raízes e veja como controlar essa praga da cana-de-açúcar</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/saiba-mais-sobre-a-cigarrinha-das-raizes-e-veja-como-controlar-essa-praga-da-cana-de-acucar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2020 11:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Cana de Açúcar]]></category>
		<category><![CDATA[Pragas]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[CanaDeAçucar]]></category>
		<category><![CDATA[Cigarrinha]]></category>
		<category><![CDATA[Cigarrinha-das-raízes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dentre as diversas pragas da cana, a cigarrinha-das-raízes (Mahanarva fimbriolata) é uma da mais importantes, prejudicando seriamente a produtividade da cultura.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2495" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Canavial_G-1.jpg" alt="" width="709" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Canavial_G-1.jpg 709w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Canavial_G-1-300x215.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Canavial_G-1-350x250.jpg 350w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></p>
<p>Elevar a produtividade. Esse é o objetivo de 10 entre 10 participantes do setor sucroenergético. E os números mostram que estamos no caminho certo. Segundo dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), na safra 2019/2020, a produção nacional foi de 642 milhões de toneladas de cana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entretanto, para atingir essa produtividade a preocupação com o controle de pragas da cana-de-açúcar é fundamental. E, dentre as diversas pragas da cana, a cigarrinha-das-raízes (<em>Mahanarva fimbriolata</em>) é uma da mais importantes, prejudicando seriamente a produtividade da cultura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="teads-inread sm-screen">
<div>
<div class="teads-player teads-compensation-div">O nome da praga está ligado ao seu hábito alimentar: quando jovens, se alimentam das raízes e radicelas das plantas de cana; entretanto, os danos são causados tanto pelas ninfas (formas jovens) quanto pelas formas adultas.</div>
<div></div>
</div>
</div>
<p>A espécie apresenta maior incidência em cana soca (onde tende a causar maiores danos). Porém, em regiões com alta pressão populacional ou em áreas próximas às pastagens, é possível encontrar a espécie até mesmo em cana planta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A praga tem grande ocorrência nas regiões do Centro-Sul, caso do estado de São Paulo, e na região Nordeste do Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando presente na cultura, essa praga provoca perdas que variam de 25% a 60% na produtividade da cana soca e 11% na cana planta. Por isso, é essencial que o setor adote medidas de controle e combate a essa praga na cultura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>A colheita mecanizada fez a população de cigarrinhas aumentar</strong></h3>
<p>A mudança do sistema de colheita manual da cana queimada para a colheita da cana crua, mediante a mecanização, se caracteriza por manter uma camada densa de palhada na área agrícola. Tal consequência gera um microclima ideal para o desenvolvimento da cigarrinha.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assim, desde início da colheita mecanizada na década de 1990, essa praga é, a cada nova safra, motivo de grande preocupação, principalmente em virtude das significativas reduções na produtividade da cana, redução dos rendimentos industriais e perda na qualidade do produto final, o açúcar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Ciclo de vida da cigarrinha e a alta influência do clima</strong></h3>
<p>O ciclo biológico da cigarrinha-das-raízes apresenta duração média de 60 dias, podendo chegar a até 80 dias. Isso possibilita a presença de cerca de três gerações da praga a cada safra da cana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nesse período, a fêmea gera, em média, 340 ovos nas bainhas secas ou sobre o solo, próximo ao colmo da planta. Na sua forma jovem (forma ninfal) as cigarrinhas fixam-se nas raízes, onde sugam a seiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Essa espécie de cigarrinha tem sua população elevada em períodos mais úmidos do ano. Por isso, o clima é um dos fatores que exercem grande influência na dinâmica populacional da praga, com início da eclosão dos ovos durante a estação chuvosa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Estratégias de manejo da cigarrinha-das-raízes</strong></h3>
<p>Como já foi citado, a cigarrinha-das-raízes é um sério problema em algumas regiões do Centro-Sul e Nordeste, principalmente onde a maioria da cana já é colhida mecanicamente e crua. Assim, a estratégia de controle da praga deve ser muito bem planejada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O manejo do inseto deve iniciar-se com um eficiente monitoramento da praga. Isso deverá ser realizado no início do período chuvoso e seguir durante todo o período de infestação, para que se possa acompanhar a evolução ou o controle da praga.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O nível de dano econômico (NDE) da cigarrinha é de 20 ninfas/metro linear de sulco e 1 adulto/cana. Já o nível de controle (NC) é de duas a quatro ninfas/metro linear e 0,5 a 0,75 adulto/cana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para grandes áreas, o controle químico, via uso de inseticidas, é o mais adotado, devido à sua boa eficiência. Porém, hoje em dia, com os produtos atuais, há áreas que exigem duas ou até três aplicações, devido ao aumento da resistência da população de cigarrinhas a estes inseticidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dessa forma, para manter a produtividade da cana-de-açúcar e fugir da resistência em certas áreas é muito importante que novas moléculas sejam introduzidas para melhor controlar a cigarrinha e reduzir o risco de evolução da resistência nas populações. E é isso que aconteceu recentemente, como veremos a seguir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Nova estratégia de controle da cigarrinha-das-raízes</strong></h3>
<p>Com o objetivo de acompanhar as demandas do campo, acaba de chegar ao Brasil um <a href="http://www.ihara.com.br/produtos/inseticidas/maxsan/189/"><strong>novo produto</strong></a>, desenvolvido com base na molécula inseticida inédita e exclusiva para o combate à <a href="http://www.ihara.com.br/produtos/inseticidas/maxsan/189/"><strong>cigarrinha da cana-de-açúcar</strong></a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Este <a href="http://www.ihara.com.br/produtos/inseticidas/maxsan/189/"><strong>inseticida</strong> </a>permite que o produtor de cana atinja um novo patamar de produtividade da sua lavoura, além de elevar a produção total de açúcar/ha, como foi comprovado por diversos estudos comparativos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Este excelente produto de <a href="http://www.ihara.com.br/produtos/inseticidas/maxsan/189/"><strong>controle da cigarrinha</strong> </a>apresenta ainda maior efeito de choque e maior residual para o controle de todas as fases da cigarrinha na cana-de-açúcar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Recomenda-se aplicar este produto durante a fase da cultura com maior potencial de ocorrência e dano da praga, que pode ser entre a fase de brotação até a fase de crescimento dos colmos. Além disso, o produtor deve realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/ihara/cana-cigarrinha-das-raizes-como-controlar-praga-cana-de-acucar/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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		<title>Pragas desafiam a produtividade da agricultura</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/pragas-desafiam-a-produtividade-da-agricultura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2020 11:15:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Defensivos]]></category>
		<category><![CDATA[Pragas]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No 1º semestre de 2020, as pragas estiveram mais agressivas do que nunca.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1832" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Percevejo_G.jpg" alt="" width="760" height="492" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Percevejo_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Percevejo_G-300x194.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Percevejo_G-350x227.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>No 1º semestre de 2020, as pragas estiveram mais agressivas do que nunca. A soja exigiu diferentes mecanismos de defesa para combater uma doença muito agressiva de difícil controle: a ferrugem asiática – o principal desafio fitossanitário da cultura. Percevejos e ácaros foram os insetos que mais necessitaram de tratamentos e, no caso de ervas daninhas, capim amargoso e buva exigiram modos de ação diferenciados para combatê-los.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em relação ao milho safrinha, foi preciso aumentar o uso de inseticidas para combater cigarrinhas e percevejos, e manchas foliares e ferrugem demandaram mais aplicações de fungicidas. Quanto ao algodão, a doença mais agressiva continua sendo a ramulária, levando os agricultores a usar mais fungicidas. O manejo de resistência também foi intensificado na primeira metade do ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com o levantamento realizado pelo Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg), o uso de defensivos agrícolas é, assim, um investimento necessário para os agricultores, sendo utilizados exclusivamente porque representam uma potente ferramenta contra pragas, doenças e ervas daninhas, que são implacáveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O momento da agricultura é muito positivo, porém sempre depende de uma série de fatores. Começa pela preparação da terra, envolve a escolha de sementes selecionadas, tem o fator climático, que pode ou não ser favorável e o próprio mercado interfere na disposição do produtor em investir mais ou menos em determinado cultivo. Decisão de plantio tomada, há inimigos terríveis a combater. Os desafios das pragas, doenças e ervas daninhas são cada vez maiores, exigindo a ação de soluções mais complexas e inovadoras para proteção das plantas. Os defensivos agrícolas têm, assim, um papel extremamente importante para a agricultura: evitar a ação dos agentes nocivos, mais resistentes aos agroquímicos, mais agressivos e seletivos. Importante enfatizar a relevância do ambiente tropical, extremamente desafiador devido ao clima úmido e quente e à produção o ano inteiro. O cenário é perfeito para as pragas. Sem os defensivos, a produtividade seria, em média, 40% menor, ceifando 100 milhões de toneladas de alimentos todos os anos”, ressalta Julio Borges Garcia, presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O uso de defensivos agrícolas é, assim, um investimento necessário para os agricultores, sendo utilizados exclusivamente porque representam uma potente ferramenta contra pragas, doenças e ervas daninhas, que são implacáveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo informações divulgadas pelo Sindiveg, os agricultores demandaram mais tecnologia dos defensivos agrícolas para o sucesso da agricultura. E tiveram de usar estratégias diferenciadas com produtos fitossanitários no manejo para a proteção dos seus cultivos. No cenário de doenças resistentes, o aumento de produtos de multisítio ou chamados de fungicidas protetores foram os mais utilizados. Essa crescente exigência de defensivos fez com que no 2º trimestre (abril a junho) a área tratada com defensivos crescesse 9,8%, atingindo 142,4 milhões de hectares – contra 129,8 milhões ha no mesmo período de 2019.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.agrolink.com.br/noticias/pragas-desafiam-a-produtividade-da-agricultura_438106.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agrolink</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://atomicagro.com.br/pragas-desafiam-a-produtividade-da-agricultura/">Pragas desafiam a produtividade da agricultura</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://atomicagro.com.br">Atomic Agro - O Aplicativo que te dá Informações confiáveis de Produtor para Produtor</a>.</p>
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