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	<title>Grãos &#8211; Atomic Agro &#8211; O Aplicativo que te dá Informações confiáveis de Produtor para Produtor</title>
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	<description>Atomic Agro é muito mais do que um Aplicativo, nele você tem acesso frequente a informações confiáveis de Produtor para Produtor e ainda tem muitas vantagens para Compra e Venda, Conheça!</description>
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		<title>Produção brasileira de grãos pode crescer 27% nos próximos 10 anos</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/producao-brasileira-de-graos-pode-crescer-27-nos-proximos-10-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jul 2021 11:30:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[NotíciasAgro]]></category>
		<category><![CDATA[Safra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A safra poderá atingir 333,1 milhões de t em 2030/31. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-3657" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Graos_G.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Graos_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Graos_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Graos_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>O Brasil pode aumentar em 71 milhões de toneladas a produção de grãos nos próximos dez anos. Com isso, a safra poderá atingir 333,1 milhões de t em 2030/31. Em relação ao que o país produziu na temporada de 2020/2021 (cerca de 262 milhões de t, dado mais recente da Companhia Nacional de Abastecimento &#8211; Conab), encerrada no mês passado, o acréscimo representa alta de 27,1%, a uma taxa de crescimento de 2,4% ao ano. Soja, milho de segunda safra e algodão devem continuar puxando o crescimento da produção de grãos, mostram os números são do estudo &#8220;Projeções do Agronegócio, Brasil 2020/21 a 2030/31&#8221;, realizado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, pela Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Sire/Embrapa) e pelo Departamento de Estatística da Universidade de Brasília (UnB).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Conforme o estudo, o mercado interno, as exportações e os ganhos de produtividade, deverão ser os principais fatores de crescimento na próxima década. O avanço de inovações deve continuar permeando as atividades no campo, pois há grande atrativo para novas tecnologias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A produção de carnes (bovina, suína e aves), entre 2020/21 e 2030/31, deverá aumentar em 6,6 milhões de toneladas, o que representa um acréscimo de 24,1%. As carnes de frango e de suínos são as que devem apresentar maior crescimento nos próximos anos: carne de frango (27,7%), suína (25,8%). A produção de carne bovina deve crescer 17% entre o ano base e o final das projeções. &#8220;Esses porcentuais podem situar-se em níveis maiores, considerando o aumento da procura por proteína animal&#8221;, alerta José Garcia, coordenador-geral de Avaliação de Políticas e Informação do ministério e um dos pesquisadores das projeções.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Regiões</b> &#8211; As regiões Centro-Oeste e Norte são as que deverão ter os maiores aumentos relativos de produção e área. Entre os Estados do Norte, Tocantins e Rondônia deverão liderar a expansão da produção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre os grandes produtores, Mato Grosso continua liderando a expansão da produção de milho e soja no país. O acréscimo da produção de milho deve ocorrer especialmente pela expansão do milho de segunda safra. Mas a soja deve apresentar forte expansão em estados do Norte, como, Tocantins, Rondônia e Pará. No Pará, a produção deve crescer a 4,8% ao ano, em Rondônia, 4,3%, e Tocantins, 3,2%. Contribuem para isso, a atração que a cultura apresenta e a abertura de novos modais de transporte com a saída para os portos do Norte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A região denominada Matopiba &#8211; região formada por áreas majoritariamente de cerrado nos Estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia &#8211; deverá apresentar aumento elevado da produção de grãos. As projeções indicam que deverá produzir cerca de 36 milhões de toneladas de grãos no próximo decênio, numa área plantada de grãos de 9,3 milhões de hectares ao final do período das projeções.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Área plantada</b> &#8211; A área plantada de grãos deve passar dos atuais 68,7 milhões de hectares para 80,8 milhões de hectares em 2030/31, acréscimo de 12,1 milhões de hectares ou 17,6% em termos relativos. A área plantada com todas as lavouras analisadas, além dos grãos, incluindo cana de açúcar, café, cacau e frutas, deve passar de 80,8 milhões de hectares, em 2020/21 para 92,3 milhões, em 2030/31.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Essa expansão está concentrada em soja, cana-de-açúcar, e milho de hectares, que totalizam 13,4 milhões de hectares adicionais. Algumas lavouras, como mandioca, café, arroz, laranja e feijão, devem perder área, mas a redução será compensada por ganhos de produtividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com Gasques, “deverá ser realizado um esforço de crescimento que consiste em infraestrutura, investimento em pesquisa e financiamento”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Exportação</b> &#8211; O mercado interno, mais as exportações e os ganhos de produtividade, deverão ser as principais fontes de crescimento na próxima década. Em 2030/31, 33,7% da produção de soja deve ser destinada ao mercado interno, no milho, 71,6%, e no café, 43% da produção deve ser consumida internamente. “Haverá, assim, uma pressão sobre o aumento da produção nacional, devido ao crescimento do mercado interno e das exportações do país”, avalia Gasques.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nas carnes, haverá forte pressão do mercado internacional, especialmente de carne bovina e suína, embora o Brasil continue liderando o mercado internacional do frango. Do aumento previsto na produção de carne de frango, 71,4% da produção de 2030/31 serão destinados ao mercado interno; da carne bovina produzida, 64,0% deverão ir ao mercado interno, e na carne suína 73,8%. Deste modo, embora o Brasil seja, em geral, um grande exportador desses produtos, o consumo doméstico continuará muito relevante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os produtos mais dinâmicos do agronegócio brasileiro deverão ser algodão, soja e milho, carnes suína, bovina, frango e frutas, em especial, a manga. “O mercado interno e a demanda internacional serão os principais fatores de crescimento para a maior parte desses produtos, que têm maior potencial de crescimento da produção nos próximos dez anos”, diz o coordenador da pesquisa.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="http://broadcast.com.br/cadernos/agro/?id=bUswamY0OXBmRy9leVJ1ZUJtdW9hUT09" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Broadcast</a></p>
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		<item>
		<title>Boas chuvas para o Corn Belt pressionam grãos em Chicago</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/boas-chuvas-para-o-corn-belt-pressionam-graos-em-chicago/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jun 2021 11:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[CBOT]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Grãos]]></category>
		<category><![CDATA[CornBelt]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mercado internacional está extremamente sensível ao clima nos Estados Unidos neste momento, como já era esperado. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-605" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Depositphotos_7188674_ds.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Depositphotos_7188674_ds.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Depositphotos_7188674_ds-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Depositphotos_7188674_ds-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<div class="materia">
<p>O mercado internacional está extremamente sensível ao clima nos Estados Unidos neste momento, como já era esperado. Nesta semana, o foco dos traders está sobre os modelos norte-americanos, mesmo que estes não tenham sido os mais precisos nas últimas semanas, e a pressão sobre os preços vem se intensificando.  No entanto, o ponto-chave das questões climáticas agora será se essas condições irão ou não se confirmar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Temos visto os modelos oficiais do governo norte-americano apontarem para temperaturas mais amenas e boas chuvas, e isso importa e conta muito porque temos registrado dias muito secos, principalmente em Iowa, o principal estado produto de milho dos EUA. Então, temos o mercado bastante sensível, diante deste período crítico de desenvolvimento, a mudanças nos modelos como esta desta semana&#8221;, explica o chair para o mercado agrícola da Universidade de Illinois, Scott Irwin, em entrevista à agência internacional de notícias Bloomberg.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os mapas que mais chamaram a atenção do mercado nos últimos dias são os que prevêem volumes melhores de precipitações, inclusive em Iowa e outros estados que também sofrem com a seca como as Dakotas e Minnesota, entre os dias 22 e 28 de junho. Do mesmo modo, apontam ainda para temperaturas não só mais baixas, como abaixo da média para boa parte do cinturão de produção norte-americano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="https://cdn.noticiasagricolas.com.br/dbimagens/efd90f242ac4e1d233de36ee1839867e.jpg" alt="Clima nos EUA de 22 a 28 de junho - Fonte: NOAA" /></p>
<p><em>Previsão de Chuvas para 22 a 28 de junho nos EUA &#8211; Fonte: NOAA</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="https://cdn.noticiasagricolas.com.br/dbimagens/5698be69110040a8c274a2e0624d5ff4.jpg" alt="Clima nos EUA de 22 a 28 de junho - Fonte: NOAA" /></p>
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</div>
<p><em>Previsão de Temperaturas para 22 a 28 de junho nos EUA &#8211; Fonte: NOAA</em></p>
<p>Em contrapartida, outros modelos, como o europeu, trazem chuvas menos intensas e não tão bem distribuídas para a segunda metade de junho. Os mapas abaixo são do Commodity Weather Group e apontam, na terceira imagem &#8211; previsão para o período de 25 a 29 de junho &#8211; chuvas dentro da normalidade ou abaixo da média em quase todo Corn Belt, à exceção de uma pequena região entre os estados de Missouri, Illinois e Indiana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="https://www.noticiasagricolas.com.br/dbimagens/d90ee5312245205049e773b92c132cb9.jpg" alt="Chuvas CWG" /></p>
<p>No mesmo período, as temperaturas devem ficar dentro da normalidade, ainda de acordo com o CWG, como mostram as imagens da sequência. Para o intervalo de 20 a 24 de junho &#8211; na segunda imagem &#8211; são esperadas temperaturas abaixo da média para partes de Minnesota, Wisconsin e uma pequena parte das Dakotas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="https://www.noticiasagricolas.com.br/dbimagens/f2953246470148cb1c40e549012712e2.jpg" alt="Temperaturas CWG" /></p>
<p>&#8220;Nós realmente dependemos (para entender o caminho a ser trilhado pelos preços) dessas chuvas chegarem ou não. Se recebermos as chuvas como estão previstas em uma semana ou pouco mais do que isso, não vejo o mercado voltando muito rapidamente. E assim, o grande evento, na sequência, será no final do mês quando o USDA traz seus dados de revisão de área&#8221;, explica Irwin.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em uma previsão ainda mais alongada, no período de 30 de junho a 14 de julho, é possível ver pelo mapa da Commodity Weather Group, que as previsões indicam temperaturas dentro da normalidade para a maior parte das regiões, salvo os estados mais a oeste dos Estados Unidos &#8211; aqueles destacados em amarelo &#8211; e chuvas dentro da média, com exceção das Dakotas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;O noroeste do Meio-Oeste americano deverá ser ameaçado pelo tempo seco e as áreas de soja e milho podem sofrer, mas o calor deverá ser mais limitado&#8221;, explicam os meteorologistas do CWG.</p>
<p><img src="https://www.noticiasagricolas.com.br/dbimagens/34c23724f0a66b47e3e2405a434ae737.jpg" alt="CWG 16 a 30 dias" /></p>
</div>
<div class="tags">
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/clima/290433-modelo-americano-segue-mostrando-boas-chuvas-para-o-corn-belt-e-pressionando-graos-em-chicago.html#.YMj3y6hKjIU" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Notícias Agrícolas</a></p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Inspeções de exportação de grãos dos EUA aumentam 13%</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/inspecoes-de-exportacao-de-graos-dos-eua-aumentam-13/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 May 2021 11:30:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Exportações]]></category>
		<category><![CDATA[Grãos]]></category>
		<category><![CDATA[EstadosUnidos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As inspeções de trigo totalizaram 416.000 toneladas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-3657" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Graos_G.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Graos_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Graos_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Graos_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>As inspeções de grãos e oleaginosas para exportação de todas as principais regiões de exportação dos Estados Unidos na semana encerrada em 13 de maio totalizaram 2,9 milhões de toneladas, um aumento de 13% em relação à semana anterior, um aumento de 37% em relação à mesma semana em 2020, e 19 % mais alto em comparação com a média de três anos da semana. Foi isso que disse o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em seu relatório semanal de transporte de grãos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<div id="google_ads_iframe_/316485075/agk_14000_pos_4_conteudo_desktop_0__container__">Por commodity, a soja liderou a carga na última semana relatada, com um aumento de 27% sobre a semana anterior, seguida pelo trigo, com alta de 17%, e milho, com alta de 10%. O aumento nas inspeções foi impulsionado pelas inspeções de grãos do Noroeste do Pacífico (PNW), que totalizaram 1,074 milhão de toneladas na semana, um aumento de 41% em relação à semana anterior.</div>
<div></div>
</div>
<p>Por commodity para a semana encerrada em 13 de maio na PNW, as inspeções de trigo totalizaram 416.000 toneladas, um aumento de 30% em relação à semana anterior; as inspeções de milho totalizaram 647.000 toneladas, um aumento de 50% em relação à semana anterior, e as inspeções de soja totalizaram 11.000 toneladas, um aumento de 6% em relação à semana anterior.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As inspeções do Golfo do Mississippi aumentaram 1% semana após semana, para 1,303 milhão de toneladas. As inspeções internas para exportação aumentaram 11%, para 359.000 toneladas, as inspeções do Golfo do Texas diminuíram 8%, para 103.000 toneladas; As exportações dos Grandes Lagos diminuíram 10% para 33.000 toneladas; e as exportações da região do Atlântico caíram 46% semana após semana, para 6.000 toneladas.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.agrolink.com.br/noticias/inspecoes-de-exportacao-de-graos-dos-eua-aumentam-13-_450676.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agrolink</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Colheita da soja na reta final; milho sofrendo com seca</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/colheita-da-soja-na-reta-final-milho-sofrendo-com-seca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Apr 2021 12:59:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Colheita]]></category>
		<category><![CDATA[Grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Milho]]></category>
		<category><![CDATA[Safra20/21]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A perspectiva de quebra na segunda safra por conta do clima ajusta a estimativa de produção neste ano.</p>
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<p>A safra brasileira de soja 2020/2021 estava 85% colhida no Brasil até quinta-feira, 8. O número representa avanço de 7 pontos percentuais em uma semana e supera ligeiramente os 84% da média de cinco anos, mas ainda é inferior aos 89% de um ano atrás, de acordo com levantamento da <a href="https://agrural.com.br/"><strong>AgRural</strong></a>, divulgado nesta segunda-feira, 12.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os trabalhos estão virtualmente encerrados nos três estados do Centro-Oeste e em Rondônia, e avançam sobre os talhões finais do Paraná, São Paulo e Minas Gerais. No Rio Grande do Sul, ainda há atraso em comparação com anos anteriores. “Mas, com tempo seco nos radares, as colheitadeiras devem ganhar grande impulso nesta semana”, prevê a AgRural.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A consultoria estimou a produção brasileira de soja em 133 milhões de toneladas, no fim do mês passado. O número será revisado novamente na segunda quinzena de abril, informa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Safra de milho</b></p>
<p>Com a colheita da soja já entrando na reta final, a preocupação dos produtores agora é com a safrinha de milho 2021. O bolsão de tempo seco e quente que se formou no fim de março sobre parte do Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo persistiu na primeira semana cheia de abril.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com isso, lavouras semeadas em áreas mais arenosas, ou que receberam menores volumes de chuva nas últimas semanas, enfrentam estresse hídrico. “Há problemas tanto em áreas já entrando em reprodutivo como em áreas semeadas mais tarde, ainda em vegetativo, e parte dos produtores já fala em perda de potencial produtivo”, comenta a consultoria.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A situação é menos complicada em Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais, onde tem chovido um pouco mais. Mesmo assim, a apreensão entre os produtores é grande em todo o Centro-Sul.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A AgRural reduziu sua estimativa de produção de milho na safrinha 2021 para 80,1 milhões de toneladas, no fim do mês passado. Os ajustes para baixo foram feitos por causa da tendência de produtividade. “Os números serão revisados na segunda quinzena de abril e, persistindo o padrão mais seco e quente, novos cortes poderão ser feitos”, conclui a consultoria.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/noticias/agricultura/soja/agrural-colheita-soja-milho/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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		<title>Demanda por grãos do Brasil continuará elevada neste ano</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/demanda-por-graos-do-brasil-continuara-elevada-neste-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Apr 2021 13:08:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Exportações]]></category>
		<category><![CDATA[Grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No primeiro trimestre as vendas externas de milho cresceram 25,6%.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_1438" aria-describedby="caption-attachment-1438" style="width: 760px" class="wp-caption alignnone"><img class="size-full wp-image-1438" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/11/paranagua05_007_G.jpg" alt="" width="760" height="480" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/11/paranagua05_007_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/11/paranagua05_007_G-300x189.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/11/paranagua05_007_G-350x221.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /><figcaption id="caption-attachment-1438" class="wp-caption-text">Foto: Ivan Bueno</figcaption></figure>
<p>As exportações de soja no último mês recuperaram um pouco do ritmo e registraram alta superior a 24% na comparação com março do ano passado. Em janeiro deste ano, as exportações do grão ficaram 96,5% abaixo do volume comparado com o mesmo período de 2020. Em fevereiro também houve queda de 40,1% nos embarques.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Somente o mês de março se destacou com alta nos embarques de 24,3%. Embora o registro de melhoria no mês passado, no acumulado deste primeiro trimestre, há queda de 3,8 por cento frente ao mesmo período de 2020.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em relação ao milho o quadro é diferente. As exportações tiveram alta em janeiro e fevereiro com 21% e 141%, respectivamente e baixa nos embarques apenas em março com 37,7% a menos comparado com o mesmo mês do ano passado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No primeiro trimestre de 2021, a alta nos embarques de milho fica maior com 25,6%, puxada pelo alto volume de milho exportado em fevereiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com Felipe Serigatti, professor da Escola de Economia de São Paulo, da Fundação Getúlio Vargas, parte dessas exportações já estavam contratadas, e, no caso da soja, o resultado é positivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Embora o Brasil não tenha atingido o recorde de 17 milhões de toneladas de soja exportadas, estamos falando da segunda maior marca da nossa história, com a venda de 16, 4 milhões de toneladas”, destaca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Bom momento para as exportações de grãos</h3>
<p>Na avaliação do comentarista do Canal Rural Miguel Daoud, o cenário mostra que demanda brasileira por grãos seguirá forte. “Seja internamente ou externamente, a demanda por grãos do Brasil vai continuar, ela é inevitável. O produtor está investindo pois essa é oportunidade que ele tem”, diz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Daoud ainda chama a atenção para dois cenários, onde nem todos os produtores conseguiram tirar proveito da situação. “Aqueles que produzem em larga escala podem ter maior lucratividade, enquanto os menores podem enfrentar mais dificuldades, devido à alta dos custos”, completa.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/noticias/daoud-demanda-por-graos-do-brasil-continuara-elevada-neste-ano/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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		<title>Supersafra de grãos: alta da área do milho e soja puxam recorde de 272,3 mi de toneladas</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/supersafra-de-graos-alta-da-area-do-milho-e-soja-puxam-recorde-de-2723-mi-de-toneladas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2021 11:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Conab]]></category>
		<category><![CDATA[Grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Safra]]></category>
		<category><![CDATA[Safra20/21]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em relação à estimativa realizada no mês passado, houve um aumento de 4 milhões de toneladas.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-3295" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/10/ColheitaSoja_G.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/10/ColheitaSoja_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/10/ColheitaSoja_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/10/ColheitaSoja_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>A safra de grãos 2020/2021 deve atingir 272,3 milhões de toneladas ou 15,4 milhões de toneladas superior ao obtido em 2019/2020. Os dados fazem parte do 6º levantamento divulgado nesta quinta-feira, 11, pela <a href="https://www.conab.gov.br/"><strong>Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já em relação à estimativa realizada no mês passado, houve um aumento de 4 milhões de toneladas, graças principalmente ao crescimento de 6,7% na área de plantio do milho segunda safra. A pesquisa de campo foi realizada na última semana de fevereiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Milho</strong></h3>
<p>A previsão para o milho é de uma produção total recorde, com a possibilidade de superar em 5,4% a safra 2019/2020 e atingir mais de 108 milhões de toneladas. O volume histórico deve-se à participação assim distribuída: 23,5 milhões de toneladas na primeira safra, 82,8 milhões na segunda e 1,8 milhão na terceira safra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nesse momento, as lavouras de primeira safra seguem em fase de colheita, as de segunda safra avançam em sua implantação e as de terceira safra têm previsão para iniciar seu ciclo a partir de abril.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Todavia, é imperioso destacar que a queda da produção de milho durante a safra de verão poderá causar uma maior escassez do grão enquanto a safrinha não é colhida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para os dados de consumo doméstico total, a Conab elevou suas projeções para 72,9 milhões de toneladas durante a safra 2020/21, aumento de 6,2% ao observado na safra 2020. O ajuste no consumo interno ocorre após revisão dos modelos preditivos que captaram um aumento na taxa de crescimento de consumo interno, sobretudo o consumo de milho destinado para a produção de etanol.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por outro lado, a Conab mantém inalteradas suas projeções de importação e exportação de grãos de milho em um milhão de tonelada e 35 milhões de toneladas para a safra 2020/21, respectivamente. O estoque final esperado em 2020/21 deverá ser de 11,7 milhões de toneladas, aumento de 10,3% em relação à safra anterior. O ajuste é<br />
explicado pelo aumento da produção total de milho em montante superior ao aumento esperado para consumo agregado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Soja</strong></h3>
<p>No caso da soja, a cultura vem mantendo a tendência de crescimento na área cultivada. Nesta safra, há possibilidade de crescer 4,1% em relação ao ciclo passado, com uma área de 38,5 milhões de hectares e produção de 135,1 milhões de toneladas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Área total</strong></h3>
<p>A área de plantio apresenta um aumento de 3,6% sobre a da safra anterior, estimada atualmente em 68,3 milhões de hectares. Após a colheita, principalmente da soja e do milho primeira safra, são plantadas as lavouras de segunda e terceira safras e as de inverno em sucessão, que totalizam cerca de 20 milhões de hectares.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Mercado de Grãos</strong></h3>
<p>Algodão em pluma continua com um cenário positivo no mercado internacional. Com isso, as exportações no acumulado de janeiro a fevereiro aumentaram 6,4% em relação ao último ano. No caso do milho, os embarques continuam lentos, com previsão de exportações em 35 milhões de toneladas para a safra atual, praticamente igual ao que foi observado para a safra 2019/2020.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para a soja, estima-se a venda de 86,1 milhões de toneladas, com aumento de 3,7% em relação ao último ano. Caso se confirme, será um recorde da série histórica. Já para o arroz, as exportações em fevereiro estão em ritmo menor, comparado ao mesmo período do ano passado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No acumulado do ano, houve queda de 56% no volume exportado, ocasionada pelo menor nível de estoques em dezembro e baixa disponibilidade do produto no início deste ano.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/noticias/agricultura/supersafra-de-graos-alta-da-area-do-milho-e-soja-puxam-recorde-de-2723-mi-de-toneladas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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		<title>Soja e milho têm novo recorde de preços</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/soja-e-milho-tem-novo-recorde-de-precos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2021 13:11:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Cotação]]></category>
		<category><![CDATA[Grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cotações]]></category>
		<category><![CDATA[Milho]]></category>
		<category><![CDATA[NotíciasAgro]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O indicador da soja do Cepea para o porto de Paranaguá (PR) teve um dia de alta dos preços.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1820" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/12/MilhoSoja_G.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/12/MilhoSoja_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/12/MilhoSoja_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/12/MilhoSoja_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<h3><strong>Boi: média do Cepea tem novo recuo, mas consultorias relatam altas em algumas regiões</strong></h3>
<p>O indicador do boi gordo do <a href="https://www.cepea.esalq.usp.br/br"><strong>Cepea</strong></a>, que é calculado com base na média dos preços reportados em São Paulo, teve um dia de baixa. A cotação variou -0,94% em relação ao dia anterior e passou de R$ 303,95 para R$ 301,1 por arroba. Por outro lado, consultorias, como Scot e Safras &amp; Mercado, relataram altas em algumas regiões.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar de a demanda interna parecer não dar conta de absorver novas altas, a desvalorização do real permitiu aos frigoríficos exportadores ofertarem preços maiores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No mercado futuro, os contratos do boi gordo negociados na B3 encerraram a semana com variações mistas. O vencimento para março passou de R$ 308 para R$ 307,75, o para abril foi de R$ 306 para R$ 305,5 e o para maio, de R$ 299,2 para R$ 299,75 por arroba.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Milho: preços superam R$ 89 por saca em Campinas (SP)</strong></h3>
<p>O indicador do milho do Cepea, calculado com base nos preços praticados em Campinas (SP), voltou a registrar nova máxima histórica. A cotação variou 0,54% em relação ao dia anterior e passou de R$ 88,59 para R$ 89,07 por arroba. Dessa forma, no acumulado do ano, o indicador teve uma alta de 13,25%. Em 12 meses, os preços alcançaram 62,86% de valorização.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na bolsa, os contratos futuros de milho negociados na B3 seguem com expressivos avanços. O vencimento para março passou de R$ 89 para R$ 90,89 e o para maio, de R$ 94,33 para R$ 95,9 por saca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Soja: cotações têm altas expressivas no Brasil e nos EUA</strong></h3>
<p>O indicador da soja do Cepea para o porto de Paranaguá (PR) teve um dia de alta dos preços e foi impulsionado tanto pelo movimento de Chicago quanto pelo câmbio. A cotação variou 1,37% em relação ao dia anterior e passou de R$ 171,98 para R$ 174,34 por saca, o que significou um novo recorde. Sendo assim, no acumulado do ano, o indicador valorizou 13,28%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em Chicago, os futuros da soja ficaram próximos de superar a máxima de fechamento do ano, que é de US$ 14,304 por bushel no dia 14 de janeiro. O contrato com vencimento para maio, o mais negociado atualmente, valorizou 1,39% e passou de US$ 14,104 para US$ 14,30 por bushel.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Café: arábica cai mais de 6% em Nova York na primeira semana de março</strong></h3>
<p>Em Nova York, os futuros do café arábica recuaram 6,3% na primeira semana de março. A queda ocorreu em virtude da avaliação do mercado de que a oferta parece bem ajustada à demanda atual, após a Colômbia anunciar aumento das exportações. O contrato com vencimento para maio, o mais líquido no momento, teve baixa de 2,5% em relação ao dia anterior e passou de US$ 1,3215 para US$ 1,2885 por libra-peso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No Brasil, o indicador do café arábica do Cepea seguiu o movimento externo. A cotação variou -0,36% em relação ao dia anterior e passou de R$ 738,5 para R$ 735,85 por saca. Dessa forma, no acumulado do ano, o indicador valorizou 21,29%. Em 12 meses, os preços alcançaram 36,84% de alta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>No exterior: Senado dos EUA aprova pacote de estímulos</h3>
<p>Neste sábado, 6, o Senado norte-americano aprovou o pacote de estímulo de US$ 1,9 trilhão proposto pelo governo de Joe Biden. Com isso, os desempregados receberão um auxílio de 300 dólares semanais, além de uma nova rodada de 1.400 dólares à maioria dos cidadãos norte-americanos. O plano também libera novos recursos na luta contra a pandemia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em relação aos mercados, a semana começa com os índices futuros de ações nos EUA reagindo negativamente ao novo avanço das taxas de juros futuras. Os títulos com vencimento para dez anos voltaram a operar acima de 1,6%. Quanto maior é a expectativa por avanço mais rápido da atividade econômica em virtude da vacinação em massa, maior é o medo de aceleração da inflação e necessidade de aumento dos juros pelo FED.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>No Brasil: dados de inflação são destaque da semana</strong></h3>
<p>A divulgação de dados de inflação é destaque nesta semana, justamente pelo fato de que na próxima, o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, se reúne para decidir a taxa Selic. O mercado de juros tem mostrado volatilidade e está sob pressão, sobretudo nas pontas mais longas, em virtude do risco fiscal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar da aprovação no Senado da PEC Emergencial, o texto ainda precisa passar pela Câmara dos Deputados e alterações que causem aumento da despesa pública estão no radar dos investidores. Além da pressão fiscal doméstica, a alta dos juros futuros nos EUA também pressiona a curva no Brasil e o câmbio.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/noticias/soja-milho-recorde-precos-noticias-segunda/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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		<title>Conab aumenta estimativa de safra recorde com área de milho maior</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/conab-aumenta-estimativa-de-safra-recorde-com-area-de-milho-maior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2021 11:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Conab]]></category>
		<category><![CDATA[Grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[NotíciasAgro]]></category>
		<category><![CDATA[Safra20/21]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://atomicagro.com.br/?p=3851</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os grãos devem somar 268,3 milhões de toneladas na temporada 20/21.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-625" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/16042-an-ear-of-corn-with-husk-or.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/16042-an-ear-of-corn-with-husk-or.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/16042-an-ear-of-corn-with-husk-or-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/16042-an-ear-of-corn-with-husk-or-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>A safra 2020/2021 deve alcançar 268,3 milhões de toneladas, ou 4,4% (11,4 milhões de toneladas) superior ao obtido em 2019/2020. Os dados fazem parte do 5º levantamento da <a href="https://www.conab.gov.br/"><strong>Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) </strong></a>divulgado nesta quinta-feira, 11.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo a entidade, em comparação com o levantamento anterior, o estudo indica que houve um ganho de 3,5 milhões de toneladas, o que é sustentado pelo crescimento de 4,4% na área de plantio do milho segunda safra. Essa cultura ainda está em semeadura. Com relação à área total plantada, estimada em 67,7 milhões de hectares, representa um crescimento de 2,7% em relação à safra anterior.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Realizada na última semana de janeiro, a pesquisa mostra que neste momento está em andamento a colheita das lavouras de primeira safra. Este é um período em que a maioria dessas áreas serão utilizadas para o posterior plantio das culturas de segunda e terceira safras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Milho</strong></p>
<p>Com relação ao milho primeira safra, houve uma redução de 0,8% na área cultivada. A produção esperada é de 23,6 milhões de toneladas. Somando-se a segunda e a terceira safras, a produção total poderá atingir 105,5 milhões de toneladas, 2,9% superior à obtida em 2019/20.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Soja</strong></p>
<p>Após dois cortes consecutivos, a Conab revisou para cima a projeção para a safra 2020/2021 de soja. Em janeiro, a entidade havia estimado produção de 133,6 milhões de toneladas. No relatório desta quinta, subiu para 133,8 milhões de toneladas, pequeno incremento de 200 mil toneladas ou 0,15%. Quando comparado ao ciclo anterior, o incremento é de 7,2%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Mercado de grãos</strong></h3>
<p>Em relação ao milho, o cereal finalizou o ano-safra em janeiro de 2021 com exportações em 34,8 milhões de toneladas, o que representa redução de 14,9% em relação ao último ano, mantida a previsão de exportações em 35 milhões de toneladas até o final de janeiro de 2022. No mês atual, os embarques alcançaram 2,5 milhões de toneladas, 22% a mais que no mesmo período do ano passado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já a soja tem venda estimada para o mercado externo de 85,6 milhões de toneladas para este ano. Em janeiro, o ritmo de exportações foi lento devido à pouca quantidade de safra colhida da cultura, mas caso se confirme a expectativa para o ano, o volume será recorde da série histórica, com aumento de 3,12%.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/noticias/agricultura/safra-graos-recorde-conab-area-milho/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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		<title>Rússia arrisca repetir erros da Argentina com tarifa de exportação de grãos</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/russia-arrisca-repetir-erros-da-argentina-com-tarifa-de-exportacao-de-graos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2021 13:12:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Exportações]]></category>
		<category><![CDATA[Russia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O plano da Rússia para controlar a inflação dos alimentos por meio de restrições às exportações de grãos.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-3657" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Graos_G.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Graos_G.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Graos_G-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Graos_G-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>O plano da Rússia para controlar a inflação dos alimentos por meio de restrições às exportações de grãos está seguindo um caminho potencialmente prejudicial já trilhado pela rival Argentina, ameaçando importantes vendas para grandes clientes, como o Egito, disseram operadores e analistas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com os preços globais dos alimentos nos níveis mais altos em mais de seis anos, em momento em que economias lutam contra as consequências da pandemia de Covid-19, alguns governos já tomaram medidas para combater o aumento dos preços internos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esses movimentos reduzem a oferta para os mercados internacionais &#8211;e a consequência já é evidente, com os preços dos grãos atingindo máximas de vários anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Rússia, maior exportadora de trigo do mundo, começará a tributar os embarques a partir de 15 de fevereiro, inicialmente com a aplicação de uma tarifa fixa, antes de mudar para um sistema baseado em fórmulas a partir de 2 de junho, o que pode dificultar a realização de vendas antecipadas pelos traders.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;A introdução de um novo imposto permanente de exportação de grãos significará que a Rússia deu uma guinada acentuada em direção à Argentina, um país que por muitos anos restringiu as exportações agrícolas sob o slogan de proteger os consumidores domésticos&#8221;, disse Andrey Sizov, da consultoria agrícola Sovecon.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Argentina, terceira maior exportadora de milho e maior fornecedora de farelo de soja do mundo, impôs restrições aos embarques repetidamente, depois que o aumento das exportações de soja e grãos deu impulso aos preços locais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O país sul-americano está em recessão desde 2018 e teve inflação de 36,1% em 2020.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;O governo russo está tomando uma medida séria ao reduzir as exportações de trigo e outros grãos para que os preços domésticos caiam&#8221;, disse um operador, observando que os benefícios potenciais de manter os preços baixos no varejo devem ser avaliados frente aos danos econômicos às exportações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;A Argentina tomou esse caminho várias vezes, mas depois sofreu os danos econômicos das exportações perdidas&#8221;, acrescentou.</p>
<p><a href="http://atomic.app.link/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg" alt="" width="1200" height="457" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site.jpg 1200w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-300x114.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-768x292.jpg 768w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-1024x390.jpg 1024w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Botão-Download-Site-350x133.jpg 350w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/graos/279632-russia-arrisca-repetir-erros-da-argentina-com-tarifa-de-exportacao-de-graos.html#.YCE4EehKjIU" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Notícias Agrícolas</a></p>
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		<title>Condição das lavouras de soja de seu estado de acordo com a CONAB!</title>
		<link>https://atomicagro.com.br/condicao-das-lavouras-de-soja-de-seu-estado-de-acordo-com-a-conab/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atomicagro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2020 12:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Conab]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://atomicagro.com.br/?p=3659</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entidade destaca a situação das lavouras dos principais estados produtores do grão.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-3660" src="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/12/LavouraSoja_G-3.jpg" alt="" width="760" height="507" srcset="https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/12/LavouraSoja_G-3.jpg 760w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/12/LavouraSoja_G-3-300x200.jpg 300w, https://atomicagro.com.br/wp-content/uploads/2020/12/LavouraSoja_G-3-350x233.jpg 350w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p>Companhia Nacional de Abastecimento divulgou suas perspectivas para a safra de soja do Brasil 2020/2021. Junto com ela a entidade destacou as condições que observou, em campo, sobre as lavouras nos principais estados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De maneira geral, a Conab acredita que o plantio da safra de soja se encaminha para a fase final no Brasil, com o clima trazendo impactos pequenos nas produtividades.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O plantio está em fase final na maior parte das regiões produtoras, com as oscilações climáticas impactando negativamente o ritmo das operações. No entanto, com a expectativa de normalização hídrica, não se espera graves comprometimentos nos níveis de produtividade. Com a regularização do clima, é esperada produção recorde de 134.451,1 mil toneladas, representando incremento de 7,7% em relação à safra anterior”, afirma a Conab.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Confira abaixo a análise nos principais estados:</strong></p>
<p><strong>Rondônia</strong></p>
<p>Segundo a Conab, a semeadura da soja da primeira safra já terminou por lá. O plantio da segunda safra deverá ter início em janeiro, quando os primeiros talhões do plantio anterior estiverem sendo colhidos, estendendo se até à primeira quinzena de março. Em fevereiro será totalizada a semeadura final, estimando-se o plantio superior a 50% da cultura, neste mês.</p>
<p>“É importante registrar que foi alterada a data do vazio sanitário, e o novo período se estende de 5 de junho a 5 de setembro. Em alguns municípios houve relatos de replantio por conta do estresse hídrico. A heterogeneidade nos talhões é um fato, observando-se estágios, desde germinação à floração”, diz a Conab.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Bahia</strong></p>
<p>A Conab conta que os plantios por lá foram iniciados a partir de outubro, primeiro com o cultivo irrigado e avançando nas lavouras de sequeiro, conforme a regularização das chuvas.</p>
<p>“Estima-se um aumento de 3,7% da área cultivada em relação à safra anterior. Esse ganho é resultado da migração para a soja, de áreas cultivadas com algodão na safra passada. O plantio atinge 80% da área total, incluindo cultivo de sequeiro e irrigado, uma vez que a semeadura do plantio irrigado já foi finalizada, restando a conclusão do cultivo de sequeiro.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tocantins</strong></p>
<p>A cultura da soja se encontra com 80% da área semeada em razão do bom volume de chuvas registrado no início de novembro, afirma a Conab em seu relatório. Os produtores aceleraram o plantio da cultura, com finalização prevista para a primeira quinzena de dezembro.</p>
<p>“Houve relatos de replantio em algumas áreas devido à irregularidade do período chuvoso em outubro e novembro. Contudo, as lavouras apresentam bom estado de desenvolvimento. A expectativa geral para o grão é de crescimento da área plantada e produção em torno de 3,9%, atingindo 1.120 mil hectares em razão dos altos investimentos dos agricultores em insumos e sementes e ainda expansão de novas áreas”, diz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Maranhão</strong></p>
<p>Segundo a Conab, o plantio atingiu 49% do total previsto, tendo iniciado em outubro na maior parte do sul e em municípios do oeste e centro. Diversos municípios das regiões oeste, centro e leste, iniciarão o plantio em dezembro e janeiro de 2021, com a estabilização das chuvas.</p>
<p>“As regiões de Chapadinha e Baixo Parnaíba Maranhense realizarão o plantio em janeiro e início de fevereiro de 2021. A colheita ocorrerá entre fevereiro e junho de 2021. A expansão de área de soja, sobretudo na região centro-sul, é resultado da alta lucratividade observada desde a safra 2019/20. Estima-se aumento de área na safra 2020/21 em relação à safra anterior, em torno de 2,5%, ultrapassando 1 milhão de hectares.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Pará</strong></p>
<p>A estimativa da Conab para a safra 2020/2021 diminuiu um pouco, uma vez que a segunda região produtora de soja, o sul do estado, apresentou clima muito instável e já foi semeada cerca de 80% do total previsto, com informações de ocorrência de replantio. A área estimada é de 623,2 mil hectares.</p>
<p>“A região de Paragominas se encontra em pleno preparo de área, e as informações prestadas dão conta de chuvas satisfatórias, e a janela de plantio pode ser antecipada para dezembro. Paragominas, Ulianópolis, Dom Eliseu e Rondon do Pará detém mais de 60% da soja do estado e se encontram na mesma região.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Piauí</strong></p>
<p>O plantio foi iniciado na segunda quinzena de outubro, quando a umidade do solo já apresentava níveis que permitiam o início dos trabalhos. Segundo a Conab, a cultura já está com cerca de 75% da área semeada, apresentando um bom ritmo de evolução e avançado, se comparado à safra anterior.</p>
<p>“Do total semeado 30% se encontra em germinação, 68% em desenvolvimento vegetativo e 2% em floração. Até o momento, a lavoura implantada apresenta boas condições. Na safra 2020/21 deve ocorrer um aumento médio na área na ordem de 5,2% devido à abertura de novas áreas e migração de milho e algodão para soja. Dessa forma, a princípio, espera-se que a área alcance 798,4 mil hectares.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mato Grosso</strong></p>
<p>O plantio se encaminha para o fim, com 99,7% já semeado até o final de novembro. Segundo a Conab, após o atraso inicial das chuvas, foi registrado um ritmo muito intenso de plantio, com concentração de mais de 80% da área plantada nas quatro semanas entre a metade de outubro e a metade de novembro.</p>
<p>“Apesar de o plantio estar praticamente completo e as chuvas terem se estabelecido em âmbito estadual, é importante destacar que elas se encontram abaixo do volume ideal, fato que gerou replantio de forma generalizada em todo o estado, ainda que restrito à pequena fração da área na maior parte dos municípios. A ressemeadura ocorreu principalmente nas áreas em que a oleaginosa foi implantada entre o final de setembro e o início de outubro. “</p>
<p>A Conab ainda destaca que devido a concentração da semeadura em um curto intervalo de tempo, destaca-se a opção de muitos produtores por utilizar cultivares distintas, com ciclos diversos, de modo a mitigar o risco inerente a esta concentração.</p>
<p>“Ainda não se pode confirmar queda de produtividade média, motivada pela escassez de chuvas, pois as lavouras ainda podem se recuperar, caso haja condições climáticas favoráveis, e os produtores anseiam por maior volume de chuvas para as próximas semanas, nas quais haverá a predominância do estágio de floração das lavouras. Estima-se 3,6% das lavouras em emergência, 86,2% em desenvolvimento vegetativo, 9,5% em floração e o restante, pouco mais de 0,6%, em enchimento de grãos.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mato Grosso do Sul</strong></p>
<p>A semeadura está com 98,5% das lavouras plantadas em todo o estado. Segundo a Conab, devido ao baixo acumulado hídrico em novembro, muitas áreas começam a demonstrar sintomas de estresse, onde algumas, localizadas em solos mais arenosos, já indicam a necessidade da ressemeadura quando do retorno das chuvas. A situação só não é pior devido à maior parte das lavouras estarem em desenvolvimento vegetativo, estágio onde a soja apresenta menor demanda hídrica.</p>
<p>“Até o momento, aproximadamente 0,7% da área estadual deverá ser replantada devido a casos pontuais de trombas d’água, ocorrência de granizo e comprometimento grave da capacidade produtiva devido à falta de umidade no solo. O controle de plantas daninhas está sendo realizado, seguindo o monitoramento, e o que mais tem chamado a atenção dos produtores é a elevada presença de milho germinado da safra anterior (segunda safra), conhecido com tiguera. As lavouras que iniciaram o florescimento começaram a receber a primeira dose preventiva de fungicida. O estágio da cultura está com 19% em germinação, 74% em desenvolvimento vegetativo e 7% em floração.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Goiás</strong></p>
<p>O plantio da soja se encontra em 98,7% das áreas plantadas. Segundo a Conab, durante a segunda semana de novembro, a ocorrência de chuvas mais pesadas ocasionou a formação de selamento superficial e crosta após secagem do solo em áreas recém-plantadas, ocasionando problemas na formação de estandes em algumas lavouras onde as sementes não apresentaram o vigor necessário para emergência.</p>
<p>“Foram relatados casos de replantio e de interrupções nas operações de plantio em virtude da escassez e principalmente irregularidade das chuvas nas regiões. Casos mais isolados de ocorrência de chuvas de granizo em lavouras nos estágios iniciais de desenvolvimento também foram relatados como causas de replantio. Novembro iniciou com forte veranico durante a primeira semana e encerrou com escassez e desuniformidade nas precipitações. Alguns municípios visitados sofrem com mais de 13 dias sem chuvas, o que começa a preocupar os produtores. As lavouras se encontram, em sua maioria, com 81% em desenvolvimento vegetativo, 5% ainda estão em emergência e 14% já iniciam a fase de floração.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Minas Gerais</strong></p>
<p>O plantio atinge 70% do total. Segundo a Conab, o ritmo de plantio é intenso em razão da expectativa de incremento no plantio do milho segunda safra.</p>
<p>“Há relatos que o atraso das chuvas gerou uma predileção para o plantio das variedades com menor ciclo produtivo, de forma a não perder a janela do plantio da segunda safra. Nas áreas já semeadas, estima-se que as lavouras estejam nos estágios de emergência 45% e 55% em fase de desenvolvimento vegetativo.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>São Paulo</strong></p>
<p>Segundo a Conab, os produtores intensificaram o plantio, aproveitando o período pós-chuvas, que garantiu maior disponibilidade de água no solo.</p>
<p>“A mecanização do plantio permite que se acelere as operações, de forma a aproveitar mais a disponibilidade hídrica, lembrando que a janela máxima para a leguminosa se encerrou em 15 de novembro. Os altos valores de comercialização da soja incentivam os produtores a tomar decisões de plantio mais arriscadas, inclusive fazendo o plantio no pó. As lavouras que já estão plantadas se encontram, em sua maioria, no estágio de desenvolvimento vegetativo. A área de soja está projetada crescer 4,72% em relação ao período anterior.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Paraná</strong></p>
<p>Segundo a entidade, no extremo oeste do estado, o atraso no plantio foi de mais de 4 semanas. Na média do estado, estima-se um atraso de 2 semanas.</p>
<p>“Devido ao plantio sem as condições de umidade ideais, quase 30% das lavouras se encontram em condições regulares ou ruins. Espera-se que as chuvas ocorram de forma regular nos próximos dias, o que seria benéfico para as lavouras castigadas pela seca e que agora estão em fase reprodutiva.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Santa Catarina</strong></p>
<p>Segundo a Conab, a soja apresenta condições ligeiramente melhores de desenvolvimento quando comparada a do ano anterior.</p>
<p>“O plantio, que estava atrasado aguardando condições climáticas favoráveis, com as últimas chuvas, conseguiu retomar o ritmo e já atingiu 82% da área prevista, de 684 mil hectares, cerca de 0,5% maior que a safra anterior. Neste período, em 2019, já havia sido semeada 90% da área prevista. Esse atraso deve fazer com que os produtores optem por milho para silagem ou feijão, como segunda safra.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Rio Grande do Sul</strong></p>
<p>Por lá a semeadura da soja atingiu 50% da área prevista, ante os 5% verificado no levantamento anterior segundo a Conab. Em relação à safra anterior é observado atraso nos processos, já que naquele mesmo período havia cerca de 76% da área semeada.</p>
<p>“O atraso foi decorrente de forte estiagem que atingiu o estado na primavera, reduzindo a umidade do solo a níveis críticos. Ainda assim, mesmo sem chuvas constantes e volumosas, os produtores foram gradativamente realizando a semeadura, quando alguma pancada de chuva ocorria. Houve também escalonamento de semeadura e, mais recentemente, com a previsão de chuvas generalizadas, uma significativa semeadura em solo seco. Apesar disso, as lavouras estão com um crescimento dentro do esperado. A região em que a estiagem foi maior, na metade oeste do estado, é também aquela com menor porcentagem da área semeada, de 10 a 40%, enquanto que no centro, sul e leste já ultrapassou os 50%. Nos próximos dias a semeadura deve chegar à totalidade da área.”</p>
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<p>Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/projeto-soja-brasil/confira-a-analise-da-conab-sobre-a-condicao-das-lavouras-de-soja-de-seu-estado/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Rural</a></p>
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